Como qualquer escritor, imaginei que, quando chegasse a hora, eu teria um final maravilhoso para este livro — címbalos batendo, um raio de luz pura filtrando-se por entre as nuvens (você sabe) —, mas nada disso aconteceu. Falei a esse respeito com Rennie ontem à tarde, só para puxar conversa. Não esperava que ela fosse resolver o problema, mas não me ocorreu que era um problema. Assim mesmo, às três da manhã ela me acordou para dizer que nenhum final incrível lhe viera à cabeça e que nenhum final incrível lhe viria à cabeça. Enquanto me explicava isso, ela me disse que eu devia incluir Hap e C. J. na dedicatória e que esse era o primeiro de meus livros que ela realmente queria que lhe fosse dedicado (com as outras dedicatórias ela até se conformava).
Não há final nenhum neste livro, ela me disse, porque é cem por cento começo, e é claro que ela tem razão.
Mas isso significa apenas que nenhum final maravilhoso vai aparecer aqui.
O final maravilhoso está do outro lado desta página e do lado de fora da capa do livro, onde a revolução de fato vai ocorrer.
O final maravilhoso é você quem vai escrever.
Não há final nenhum neste livro, ela me disse, porque é cem por cento começo, e é claro que ela tem razão.
Mas isso significa apenas que nenhum final maravilhoso vai aparecer aqui.
O final maravilhoso está do outro lado desta página e do lado de fora da capa do livro, onde a revolução de fato vai ocorrer.
O final maravilhoso é você quem vai escrever.