<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-1676925774512480051</id><updated>2012-01-31T09:13:57.739-02:00</updated><category term='2. Definição do processo'/><category term='1. Definição do problema'/><category term='3. O caminho oposto ao das pirâmides'/><category term='6: A nova revolução tribal'/><category term='5: A Tribo do Corvo'/><category term='4. Rumo ao novo tribalismo'/><category term='7. Além da civilização'/><title type='text'>Além da civilização</title><subtitle type='html'>ATENÇÃO: Isto é um booklog. Significa que cada post é tirado do livro de Quinn, não é escrito por mim. O objetivo é disponibilizar o livro para leitura e discussão online.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Janos Biro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-aLCTf2EJ9cA/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAABLI/lmGJlIrO-tE/s512-c/photo.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>180</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1676925774512480051.post-2699360309239994184</id><published>2009-07-31T15:07:00.000-03:00</published><updated>2009-07-31T16:51:57.462-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='7. Além da civilização'/><title type='text'>Um final maravilhoso</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Como qualquer escritor, imaginei que, quando chegasse a hora, eu teria um final maravilhoso para este livro — címbalos batendo, um raio de luz pura filtrando-se por entre as nuvens (você  sabe) —, mas nada disso aconteceu. Falei a esse respeito com Rennie ontem à tarde, só para puxar conversa. Não esperava que ela fosse resolver o problema, mas não me ocorreu que &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;era &lt;/span&gt;um problema. Assim mesmo, às três da manhã ela me acordou para dizer que nenhum final incrível lhe viera à cabeça e que nenhum final incrível lhe &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;viria&lt;/span&gt; à cabeça. Enquanto me explicava isso, ela me disse que eu devia incluir Hap e C. J. na dedicatória e que esse era o primeiro de meus livros que ela realmente &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;queria&lt;/span&gt;  que lhe fosse dedicado (com as outras dedicatórias ela até se conformava).&lt;br /&gt;Não há final nenhum neste livro, ela me disse, porque é cem por cento &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;começo&lt;/span&gt;, e é claro que ela tem razão.&lt;br /&gt;Mas isso significa apenas que nenhum final maravilhoso vai aparecer &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;aqui&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;O final maravilhoso está do outro lado desta página e do lado de fora da capa do livro, onde a revolução de fato vai ocorrer.&lt;br /&gt;O final maravilhoso é &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;você&lt;/span&gt; quem vai escrever.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://largue.rg3.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1676925774512480051-2699360309239994184?l=alemdacivilizacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/feeds/2699360309239994184/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1676925774512480051&amp;postID=2699360309239994184' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/2699360309239994184'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/2699360309239994184'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/2009/07/um-final-maravilhoso.html' title='Um final maravilhoso'/><author><name>Janos Biro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-aLCTf2EJ9cA/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAABLI/lmGJlIrO-tE/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1676925774512480051.post-596448171734145136</id><published>2009-07-29T00:10:00.000-03:00</published><updated>2009-07-29T00:13:57.059-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='7. Além da civilização'/><title type='text'>140 palavras de conselho</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Você não precisa ter todas as respostas. Eu, com certeza, não tenho. Sempre é melhor dizer “Não sei” do que se enganar e se meter numa fria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Faça as pessoas formularem suas  próprias perguntas. Não assuma a responsabilidade de imaginar qual é a dificuldade delas.&lt;br /&gt; Nunca tente responder a uma pergunta que você não entendeu. Peça a quem a fez que explique; se continuar insistindo até ela ficar clara, nove vezes em dez a própria pessoa vai dar a resposta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; As pessoas ouvem quando estão prontas para ouvir, não antes.&lt;br /&gt;Provavelmente, um dia  você não estava pronto para ouvir. Deixe as pessoas entenderem as coisas de acordo com seu ritmo. Importuná-las ou intimidá-las só vai afastá-las.&lt;br /&gt;Não perca tempo com pessoas que querem discutir. Elas vão manter você imobilizado para sempre. Procure pessoas que já estão abertas para algo novo.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://largue.rg3.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1676925774512480051-596448171734145136?l=alemdacivilizacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/feeds/596448171734145136/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1676925774512480051&amp;postID=596448171734145136' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/596448171734145136'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/596448171734145136'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/2009/07/140-palavras-de-conselho.html' title='140 palavras de conselho'/><author><name>Janos Biro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-aLCTf2EJ9cA/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAABLI/lmGJlIrO-tE/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1676925774512480051.post-8523021169487485967</id><published>2009-07-26T00:58:00.003-03:00</published><updated>2009-07-26T01:05:05.365-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='7. Além da civilização'/><title type='text'>Hã, sem milagres?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Jack e Jill passaram alguns dias com o amigo Simon em seu pequeno veleiro. Certa manhã, acordaram e descobriram que o barco estava afundando.&lt;br /&gt;“Que diabos vamos fazer?”, perguntou Jill.&lt;br /&gt;“Não se preocupe”, disse Jack. “Simon é muito engenhoso”.&lt;br /&gt;Simon chamou-os:&lt;br /&gt;“Vamos lá, temos de abandonar o barco”.&lt;br /&gt;Jill ficou alarmada, mas Jack tranqüilizou-a dizendo que Simon não ia deixá-los numa pior.&lt;br /&gt;“Estamos a apenas cem metros da praia”, disse Simon. “Vamos embora!”&lt;br /&gt;“Mas como vamos nos salvar?”, queria saber o casal.&lt;br /&gt;“Vamos nadar, óbvio!”&lt;br /&gt;Vendo o ar de decepção de Jack, Simon perguntou o que havia de errado.&lt;br /&gt;Jack respondeu:&lt;br /&gt;“Eu esperava que você fosse encontrar um jeito de nos levar diretamente até a praia, &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;sem termos de nos molhar&lt;/span&gt;”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos meus primeiros leitores mostrou a mesma decepção comigo. Esperava que eu conseguisse encontrar uma forma de nos levar diretamente para a nossa nova terra natal econômica sem ter de “se molhar” na economia dos conquistadores que nos circundam.  A Nova Economia Tribal (que, na melhor das hipóteses, só consigo imaginar vagamente) é a terra seca à nossa frente. Alcançá-la enquanto nos mantemos desdenhosamente distantes da economia à nossa volta faria que caminhar sobre as águas parecesse um milagre bem insignificante.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://largue.rg3.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1676925774512480051-8523021169487485967?l=alemdacivilizacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/feeds/8523021169487485967/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1676925774512480051&amp;postID=8523021169487485967' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/8523021169487485967'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/8523021169487485967'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/2009/07/ha-sem-milagres.html' title='Hã, sem milagres?'/><author><name>Janos Biro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-aLCTf2EJ9cA/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAABLI/lmGJlIrO-tE/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1676925774512480051.post-8756234442920991446</id><published>2009-07-22T13:51:00.002-03:00</published><updated>2009-07-22T13:56:14.368-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='7. Além da civilização'/><title type='text'>O começo não é o fim</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Além da civilização não é  um espaço geográfico de algum lugar bem alto das montanhas, nem de uma remota ilha deserta. É um espaço cultural que se abre entre pessoas de cabeça nova.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;As cabeças velhas pensam:   &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;Como resolver esses problemas? &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;As cabeças novas pensam: &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;Como podemos fazer acontecer o &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt; que queremos que aconteça? &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao discutir as idéias encontradas neste livro com seus amigos, você vai conseguir identificar facilmente as cabeças velhas. São as que estão sempre “fazendo o papel de advogado do diabo”, sempre apontando as dificuldades, concentrando-se nelas, sempre pontuando o progresso de seu diálogo com problemas. Concentre-se, ao invés disso, no que você gostaria que acontecesse, e como fazer isso acontecer, em vez de em todas as coisas que podem impedir isso de acontecer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acredite se quiser: uma pessoa de carne e osso disse-me certa vez: “Sim, mas não vamos continuar pagando impostos?” Sim, e você ainda vai prender seu cachorro e obedecer ao limite de velocidade, e tirar a neve das calçadas quando ela cair. E ainda vai ser uma boa idéia chegar ao aeroporto alguns minutos antes do horário do seu vôo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://largue.rg3.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1676925774512480051-8756234442920991446?l=alemdacivilizacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/feeds/8756234442920991446/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1676925774512480051&amp;postID=8756234442920991446' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/8756234442920991446'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/8756234442920991446'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/2009/07/o-comeco-nao-e-o-fim.html' title='O começo não é o fim'/><author><name>Janos Biro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-aLCTf2EJ9cA/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAABLI/lmGJlIrO-tE/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1676925774512480051.post-6025124585500191131</id><published>2009-07-21T17:26:00.001-03:00</published><updated>2009-07-21T17:29:02.333-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='7. Além da civilização'/><title type='text'>Faça daquele jeito!</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Uma outra pessoa pode vir com esta aqui: “Mas o senhor não está dizendo de fato, sr. Quinn, que não ter só uma forma certa de viver é a única forma certa de viver?”&lt;br /&gt;Não, não estou dizendo isso, porque isso é apenas uma conversa mole sem sentido. Não ter só uma forma certa de viver não é um modo de viver, assim como não haver só uma forma certa de cozinhar um ovo não é uma forma de cozinhar um ovo.&lt;br /&gt;Saber que não existe só uma forma certa de viver não lhe dirá como viver, assim como saber que não existe uma hora certa de ir para a cama não lhe dirá quando ir para a cama.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://largue.rg3.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1676925774512480051-6025124585500191131?l=alemdacivilizacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/feeds/6025124585500191131/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1676925774512480051&amp;postID=6025124585500191131' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/6025124585500191131'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/6025124585500191131'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/2009/07/faca-daquele-jeito.html' title='Faça daquele jeito!'/><author><name>Janos Biro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-aLCTf2EJ9cA/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAABLI/lmGJlIrO-tE/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1676925774512480051.post-6729549892819330266</id><published>2009-07-20T13:38:00.001-03:00</published><updated>2009-07-20T13:42:40.797-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='7. Além da civilização'/><title type='text'>Faça desse jeito!</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas essas palavras não serão ouvidas sem que um sabichão se lembre de perguntar: “Mas o senhor não está dizendo, sr. Quinn, que &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;o modo tribal&lt;/span&gt; é o modo certo de as pessoas viverem?”&lt;br /&gt;Não estou dizendo nada desse gênero. Como já afirmei, os presentes da seleção natural não são perfeitos (e muito menos “certos”), mas é muito difícil melhorá-los. O modo tribal não é o modo certo, mas apenas um modo que funcionou durante milhões de anos, ao contrário do modo hierárquico, que nos deixou cara a cara com a extinção depois de apenas dez mil anos.&lt;br /&gt;Tanto quanto sei, o modo tribal pode, no futuro, ser suplantado por outro que funcione melhor para nós em circunstâncias que, obviamente, serão muito diferentes daquelas do passado. Na verdade, não é exatamente o que estou propondo nestas páginas? Afinal de contas, não estou sugerindo um retorno ao modo tribal tal como foi conhecido aqui durante os três primeiros milhões de anos da vida humana — nem como ainda é conhecido entre os povos aborígines que sobreviveram. O tribalismo étnico à moda antiga está, para o futuro que podemos prever, completamente fora de nosso alcance.&lt;br /&gt;O tribalismo da Nova Revolução Tribal não é proposto como um fim, como algo &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;certo&lt;/span&gt; e ao qual devemos nos apegar a  todo o custo — é proposto como um início, num momento que temos  de nos lançar num novo começo ou aceitar a idéia de juntar-nos aos dinossauros num futuro muito próximo.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://largue.rg3.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1676925774512480051-6729549892819330266?l=alemdacivilizacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/feeds/6729549892819330266/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1676925774512480051&amp;postID=6729549892819330266' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/6729549892819330266'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/6729549892819330266'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/2009/07/faca-desse-jeito.html' title='Faça desse jeito!'/><author><name>Janos Biro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-aLCTf2EJ9cA/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAABLI/lmGJlIrO-tE/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1676925774512480051.post-2837314069377167627</id><published>2009-07-18T15:13:00.002-03:00</published><updated>2009-07-20T13:40:21.099-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='7. Além da civilização'/><title type='text'>Não existe apenas uma forma certa</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Depois que você reconhece isso, fica absolutamente claro que essa é a história que foi vivida aqui durante os três ou quatro primeiros milhões de anos da vida humana. É evidente que há uma sensação intensa de que o nosso é apenas um caso especial  de uma história muito maior, escrita na própria comunidade dos seres vivos desde o começo, há uns cinco bilhões de anos: &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;Não existe uma forma certa de viver para NENHUM SER VIVO&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não existe apenas uma forma certa de articular uma mandíbula.&lt;br /&gt;Não existe apenas uma forma certa de construir um ninho.&lt;br /&gt;Não existe apenas uma forma certa de desenhar um olho.&lt;br /&gt;Não existe apenas uma forma certa de movimentar-se  embaixo d’água.&lt;br /&gt;Não existe apenas uma forma certa de reproduzir-se.&lt;br /&gt;Não existe apenas uma forma certa de criar filhos.&lt;br /&gt;Não existe apenas uma forma certa de modelar uma asa.&lt;br /&gt;Não existe apenas uma forma certa de atacar uma presa.&lt;br /&gt;Não existe apenas uma forma certa de defender-se de ataques.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi assim que os seres humanos vieram de lá até aqui, vivendo essa história, e as coisas deram sensacionalmente certo até dez mil anos atrás, quando a nossa cultura &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;muito&lt;/span&gt;  esquisita nasceu obcecada pela idéia de que existe uma única forma certa de as pessoas viverem — e, na verdade, uma única forma certa de fazer praticamente qualquer coisa.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://largue.rg3.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1676925774512480051-2837314069377167627?l=alemdacivilizacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/feeds/2837314069377167627/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1676925774512480051&amp;postID=2837314069377167627' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/2837314069377167627'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/2837314069377167627'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/2009/07/nao-existe-apenas-uma-forma-certa.html' title='Não existe apenas uma forma certa'/><author><name>Janos Biro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-aLCTf2EJ9cA/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAABLI/lmGJlIrO-tE/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1676925774512480051.post-7643002012011146013</id><published>2009-07-17T15:46:00.001-03:00</published><updated>2009-07-17T15:55:14.135-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='7. Além da civilização'/><title type='text'>Outra história para viver</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tal com o eu disse em &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;Ismael&lt;/span&gt;, a “história” que estamos vivendo em nossa cultura é:  &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;O mundo foi feito para o Homem conquistar e governar, e o Homem foi feito para conquistá-lo  e governá-lo; e, sob o governo do Homem, o mundo poderia ter-se tornado um paraíso, exceto pelo fato de que ele, o Homem, é fundamental e irremediavelmente imperfeito&lt;/span&gt;. Essa história — ela própria mitologia — é o alicerce de toda a nossa mitologia cultural, e eu disse em &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt; Ismael&lt;/span&gt;  que não é possível as pessoas  simplesmente desistirem de viver essa história. Precisam ter &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;outra história para viver&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;Quando escrevi essas palavras, não me ocorreu que as pessoas poderiam imaginar que essa “outra” história  fosse uma invenção nova que eu ou um grupo seleto de mitólogos iríamos tirar do nada, mas é  claro que algumas imaginaram. Mas, por estranho que pareça, quando desafiado a articular essa outra história, que descrevi como uma história vivida aqui durante os três primeiros milhões de anos da vida humana, descobri  que não conseguia montá-la de uma forma muito convincente. Isso porque eu estava tentando formulá-la de uma maneira que era  paralela à nossa, ponto por ponto. Não consegui entender por um bom tempo que a outra história era muito mais simples (muito mais “primitiva”) que a nossa — e que eu já a havia articulado. Para mim, é a história mais bela que já foi contada.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Não existe apenas uma forma certa de as pessoas viverem.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://largue.rg3.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1676925774512480051-7643002012011146013?l=alemdacivilizacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/feeds/7643002012011146013/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1676925774512480051&amp;postID=7643002012011146013' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/7643002012011146013'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/7643002012011146013'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/2009/07/outra-historia-para-viver.html' title='Outra história para viver'/><author><name>Janos Biro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-aLCTf2EJ9cA/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAABLI/lmGJlIrO-tE/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1676925774512480051.post-4783664982342584674</id><published>2009-07-16T13:35:00.001-03:00</published><updated>2009-07-16T13:37:22.281-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='7. Além da civilização'/><title type='text'>Por que as coisas acabaram não mudando</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Montes de canções foram feitos durante a era &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;hippie&lt;/span&gt; das décadas de 60 e 70, mas a revolução propriamente dita nunca se materializou, porque não ocorreu aos revolucionários que tinham de propor uma forma revolucionária de ganhar a vida. Sua proposta era fundar comunas — uma idéia quentíssima dos mesmos caras que nos deram perucas empoadas.&lt;br /&gt;Quando o dinheiro acabou e os pais se encheram, a moçada olhou em volta e não viu nada para fazer além de candidatar-se a empregos em pedreiras. Em pouco tempo estavam  carregando pedras para as mesmas pirâmides para as quais seus pais, avós e bisavós trabalharam durante séculos.&lt;br /&gt;Dessa vez vai ser diferente. É bom que seja.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://largue.rg3.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1676925774512480051-4783664982342584674?l=alemdacivilizacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/feeds/4783664982342584674/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1676925774512480051&amp;postID=4783664982342584674' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/4783664982342584674'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/4783664982342584674'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/2009/07/por-que-as-coisas-acabaram-nao-mudando.html' title='Por que as coisas acabaram não mudando'/><author><name>Janos Biro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-aLCTf2EJ9cA/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAABLI/lmGJlIrO-tE/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1676925774512480051.post-4768037419519420686</id><published>2009-07-15T15:20:00.000-03:00</published><updated>2009-07-15T15:23:24.367-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='7. Além da civilização'/><title type='text'>Um espaço cultural que seja nosso</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As pessoas relutantes em passar a vida construindo a pirâmide de um faraó qualquer têm uma necessidade comum,  mas a necessidade é sentida mais agudamente pelos jovens, que são os verdadeiros animais de carga da operação. Há sessenta anos, os recém-formados aceitavam empregos em fábricas, onde pelo menos podiam esperar subir a mesma escada de progresso dos pais. Na era pós-industrial, os jovens (como observam James E. Côté e Anton L. Allahar) estão se tornando cada vez mais “guetizados” nos setores de varejo e serviços, onde levantam e  carregam fardos interminavelmente, abastecem prateleiras, varrem o chão, entregam compras e fazem sanduíches, sem adquirir nenhuma qualificação nem ver o caminho do progresso à frente.&lt;br /&gt;O que queremos — tanto eles quanto nós — não é um espaço geográfico, mas um espaço cultural. Carlos, que construiu seu lar dentro de um bueiro no Riverside Park, sabia que existe um certo tipo de liberdade quando a pessoa vive num buraco. Mas também sabia que não é “liberdade mesmo”, se você tem de morar num buraco para tê-la. Ele queria o tipo de liberdade que as pessoas têm quando vivem onde querem  e não precisam apelar para um buraco, mesmo nos “belos montes Ozark” ou “ao pé das colinas de Kentucky”. Ele queria toda a liberdade do mundo — assim como a maioria de nós, acho eu. Para consegui-la, temos  de arrancar o mundo das mãos dos faraós. Não vai ser difícil. Eles  não esperam isso — mas, mesmo que esperassem, não vão conseguir impedir.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://largue.rg3.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1676925774512480051-4768037419519420686?l=alemdacivilizacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/feeds/4768037419519420686/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1676925774512480051&amp;postID=4768037419519420686' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/4768037419519420686'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/4768037419519420686'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/2009/07/um-espaco-cultural-que-seja-nosso.html' title='Um espaço cultural que seja nosso'/><author><name>Janos Biro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-aLCTf2EJ9cA/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAABLI/lmGJlIrO-tE/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1676925774512480051.post-6276637552893459723</id><published>2009-07-14T17:02:00.002-03:00</published><updated>2009-07-14T17:09:20.433-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='7. Além da civilização'/><title type='text'>Ouça os monstros</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Será que Eric Harris e Dylan Klebold teriam se tornado “os monstros da casa ao lado” (como a revista Time os chamou) se tivessem possibilidade de ser outra coisa? Na escola, eram hostilizados pelos outros, que os chamavam de “panacas” e “veados”, e agredidos  com garrafas e pedras atiradas dos carros dos colegas. Será  que entraram nessa porque  &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;gostavam&lt;/span&gt;  dos maus-tratos? Não, sabemos muito bem porque eles entraram nessa: não tiveram escolha. “Tiveram” de entrar nessa, impelidos pela lei e pela pressão social. Se tivessem outra possibilidade, teriam desaparecido da Columbine muito tempo antes de seu único sonho tornar-se um sonho de vingança e suicídio.&lt;br /&gt;Será que meticulosos exames do cérebro teriam revelado que eram “geneticamente inclinados à violência”? Talvez sim; e daí? Um meticuloso exame do cérebro poderia revelar a mesma coisa em mim. Lembre-me de falar-lhe sobre uma época em que escapei por um triz de matar um homem com minhas próprias mãos, uma catástrofe que só foi impedida por um golpe de sorte — sorte para ambos. Ser “geneticamente inclinado à violência” não o condena a se tornar assassino de um número imenso de pessoas — mas não ter esperança pode levá-lo exatamente a isso. A criatura de Frankenstein só se tornou um monstro quando viu que nunca seria outra coisa.&lt;br /&gt;Há estimativas de que, desde os tempos de minha juventude, a depressão infantil aumentou em mil por cento e o suicídio de adolescentes em trezentos por cento. Desde 1997, colegas de classe assassinos mataram dois no Mississipi, três em Kentucky, cinco no Arkansas e treze no Colorado. Faça um gráfico com esses números e calcule  seu aumento exponencial nos próximos anos — se não começarmos a dar a nossos filhos um novo modo de vida e alguma esperança real no futuro.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://largue.rg3.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1676925774512480051-6276637552893459723?l=alemdacivilizacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/feeds/6276637552893459723/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1676925774512480051&amp;postID=6276637552893459723' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/6276637552893459723'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/6276637552893459723'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/2009/07/ouca-os-monstros.html' title='Ouça os monstros'/><author><name>Janos Biro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-aLCTf2EJ9cA/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAABLI/lmGJlIrO-tE/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1676925774512480051.post-8630200154311859336</id><published>2009-07-13T14:08:00.001-03:00</published><updated>2009-07-13T14:10:34.913-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='7. Além da civilização'/><title type='text'>O banho de sangue de Littleton</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A página anterior foi escrita meio ano antes do estarrecedor ato de violência cometido no Free Cookie Day, em 20 de abril de 1999, na Columbine High School, em Littleton, Colorado, quando quinze pessoas morreram em poucos minutos. Mesmo que os perpetradores desse massacre fossem dois garotos intensamente impopulares, depois do acontecido um colega conseguiu se lembrar de pelo menos um deles como um cara legal.&lt;br /&gt;Eu era impopular na escola — não tão impopular quanto esses dois, mas enfrentava a situação do mesmo jeito, zombando dela e até cultivando-a perversamente. Eu também tinha um cúmplice, que me dava uma certa “solidariedade na exclusão”. Ambos  recorríamos à violência de vez em quando, mas é óbvio que não sonhávamos em assassinar centenas de pessoas, dinamitar a escola e fazer um aeroplano espatifar-se no centro da cidade.&lt;br /&gt;As coisas eram diferentes naquela época, há quase meio século — não que fossem “os bons velhos tempos”. Nunca nos esquecíamos de que uma palavra inoportuna ou um momento insano podia desencadear um holocausto nuclear que transformaria nosso mundo numa ruína fumegante. Mas, se isso não acontecesse, nós dois tínhamos à nossa frente um futuro de possibilidades literalmente ilimitadas. Ninguém havia  percebido ainda que estávamos em vias de tornar a Terra inabitável. Ninguém tinha começado ainda a duvidar que poderíamos continuar vivendo exatamente dessa forma  para sempre.&lt;br /&gt;Portanto, tínhamos  esperança  — litros, acres, toneladas de esperança. Tínhamos um modo de vida que sabíamos que ia dar certo. Tínhamos opções.&lt;br /&gt;Não duvidávamos nem por um momento que poderíamos fazer qualquer coisa que realmente quiséssemos fazer, simplesmente porque tudo ia continuar sendo exatamente  dessa  forma, ficando cada vez melhor, melhor, melhor, melhor, melhor, melhor, melhor, melhor, melhor, melhor, melhor... para sempre.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://largue.rg3.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1676925774512480051-8630200154311859336?l=alemdacivilizacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/feeds/8630200154311859336/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1676925774512480051&amp;postID=8630200154311859336' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/8630200154311859336'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/8630200154311859336'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/2009/07/o-banho-de-sangue-de-littleton.html' title='O banho de sangue de Littleton'/><author><name>Janos Biro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-aLCTf2EJ9cA/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAABLI/lmGJlIrO-tE/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1676925774512480051.post-4282098102582803249</id><published>2009-07-11T09:05:00.001-03:00</published><updated>2009-07-11T09:12:31.162-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='7. Além da civilização'/><title type='text'>Ouça as crianças</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Intencionalmente ou não, os suicidas muitas vezes revelam-se na escolha da forma de morrer. Os culpados enforcam-se. As vítimas de sacrifícios cortam a garganta. Os rejeitados atiram-se de edifícios ou pontes. As mentes atormentadas dão um tiro na cabeça. Jeffrey, em Meu Ismael, afogou-se num lago, dizendo que não havia  conseguido descobrir seu verdadeiro elemento. Simplesmente não conseguia fazer entrar nos pulmões o ar que os outros pareciam respirar com tanta facilidade.&lt;br /&gt;Já falei de Jeffrey (ou de seu protótipo em carne e osso, Paul Eppinger) para muita gente, sempre com a sensação de que não me havia feito compreender, pois queria dizer que ele não foi extraordinário. Pode ser encontrado em qualquer lugar entre as nossas crianças — basta começar a ouvi-las. Não me refiro a ouvir apenas suas palavras — podem não dispor delas. Ouçam as histórias que contam com gestos de  profunda alienação e desespero, as histórias de suicídio pandêmico, do uso de drogas entre crianças cada vez mais novas a cada ano, de atos estarrecedores de violência cometidos por adolescentes de carinha inocente contra sua família e amigos. Ouçam também suas palavras, claro!, mas nunca se esqueçam de que aprenderam a dizer o que as pessoas querem ouvir; os assassinos em massa entre eles quase sempre são lembrados como crianças legais, educadas.&lt;br /&gt;Sei que não consegui fazer-me entender quando as pessoas me dizem que Jeffrey “devia ter ido para uma comuna”. Essa idéia representa um mal-entendido profundo a respeito do espaço onde a nossa liberdade deve ser descoberta.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://largue.rg3.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1676925774512480051-4282098102582803249?l=alemdacivilizacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/feeds/4282098102582803249/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1676925774512480051&amp;postID=4282098102582803249' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/4282098102582803249'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/4282098102582803249'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/2009/07/ouca-as-criancas.html' title='Ouça as crianças'/><author><name>Janos Biro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-aLCTf2EJ9cA/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAABLI/lmGJlIrO-tE/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1676925774512480051.post-7717541062961712521</id><published>2009-07-09T12:49:00.001-03:00</published><updated>2009-07-09T12:57:07.125-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='7. Além da civilização'/><title type='text'>Liberação</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Durante um período em que milhões  de pessoas eram liquidadas como “inimigos do povo”, havia um certo poeta “perigoso” que ficou célebre por sua estranha capacidade de evitar o descontentamento de Stálin. Um jornalista francês procurou-o para perguntar se havia sido silenciado durante o último reinado do terror.&lt;br /&gt;“Silenciado!”, gritou o poeta com indignação. “Declamo minha poesia no palco do Teatro _______ toda segunda-feira à noite!”&lt;br /&gt;O jornalista fez questão de estar lá na segunda-feira seguinte e descobriu que o teatro estava fechado e às escuras. Ficou por ali durante uma hora, mais ou menos, e, quando estava prestes a ir embora, uma porta lateral se abriu e o poeta deslizou para a noite da rua.&lt;br /&gt;“Que aconteceu?”, perguntou-lhe o jornalista. “Pensei que você fosse ler seus poemas aqui hoje a noite”.&lt;br /&gt;“Eu  li meus poemas aqui hoje à noite”, declarou enfaticamente o poeta.&lt;br /&gt;“Apenas que o melhor de mim só vem à tona quando declamo num teatro vazio”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando as pessoas dizem que os meus livros as inspiraram a ir para algum lugar e fundar uma comunidade, eu lhes desejo toda a sorte do mundo — e mordo os lábios para não dizer que isso está muito longe de qualquer coisa que eu tinha em mente. Se você só pode ser livre vivendo no topo de uma montanha ou numa ilha deserta, então você, claramente, é alguma coisa menos que livre.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://largue.rg3.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1676925774512480051-7717541062961712521?l=alemdacivilizacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/feeds/7717541062961712521/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1676925774512480051&amp;postID=7717541062961712521' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/7717541062961712521'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/7717541062961712521'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/2009/07/liberacao.html' title='Liberação'/><author><name>Janos Biro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-aLCTf2EJ9cA/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAABLI/lmGJlIrO-tE/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1676925774512480051.post-3048325807905359224</id><published>2009-07-08T15:13:00.003-03:00</published><updated>2009-07-08T15:33:51.720-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='7. Além da civilização'/><title type='text'>PARTE SETE: Além da civilização</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_UrYohLBZ1-Y/SlTlhyMg9sI/AAAAAAAAAjM/dXhR3-WQFTU/s1600-h/escolinha16.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_UrYohLBZ1-Y/SlTlhyMg9sI/AAAAAAAAAjM/dXhR3-WQFTU/s320/escolinha16.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5356158225423070914" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“Uma inovação científica importante raramente abre caminho vencendo e convertendo gradualmente seus oponentes... O que acontece é que os oponentes desaparecem gradualmente e a geração seguinte está familiarizada com a idéia desde o começo”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;Max Planck&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://largue.rg3.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1676925774512480051-3048325807905359224?l=alemdacivilizacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/feeds/3048325807905359224/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1676925774512480051&amp;postID=3048325807905359224' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/3048325807905359224'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/3048325807905359224'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/2009/07/parte-sete-alem-da-civilizacao.html' title='PARTE SETE: Além da civilização'/><author><name>Janos Biro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-aLCTf2EJ9cA/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAABLI/lmGJlIrO-tE/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_UrYohLBZ1-Y/SlTlhyMg9sI/AAAAAAAAAjM/dXhR3-WQFTU/s72-c/escolinha16.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1676925774512480051.post-8934037068938675975</id><published>2009-07-07T16:40:00.001-03:00</published><updated>2009-07-07T16:42:47.998-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='6: A nova revolução tribal'/><title type='text'>Mas por que próxima grande aventura da “humanidade”?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;A história de B&lt;/span&gt; e em outras obras, fiz questão de deixar bem claro que nós — os conquistadores, o povo dessa cultura — &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;não&lt;/span&gt; somos a humanidade e, com toda a certeza, nunca refutei essa afirmação. Não é a humanidade que está convertendo a biomassa deste planeta em massa humana, são os membros da nossa cultura — nossa. Não é a humanidade que está levando milhares de espécies à extinção todos os anos com sua expansão, são os membros da nossa cultura — nossa.&lt;br /&gt;Por que então descrever  a Nova Revolução Tribal como &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;próxima&lt;/span&gt; grande aventura da “humanidade”  em vez de “nossa” próxima grande aventura? A resposta é simples: a civilização não foi “nossa” aventura. Como disse muitas e muitas vezes neste livro, a civilização foi uma aventura da qual muitos povos participaram. “Nós” não fomos os únicos; fomos apenas os únicos que a mantiveram próximo da auto-imolação. E, se a civilização não era apenas a “nossa” grande aventura, como a próxima grande aventura poderia ser apenas “nossa”?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Nova Revolução Tribal não pretende ser nossa apenas — afinal de contas, qualquer um pode participar dela. Mas também não é compulsória. O velho tribalismo com o qual a humanidade se tornou humanidade é tão bom quanto sempre foi. Nunca vai se desgastar, nem ficar obsoleto. Pousar na Lua foi uma grande façanha da humanidade, mas não significa que todos os seres humanos têm de ir até lá.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://largue.rg3.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1676925774512480051-8934037068938675975?l=alemdacivilizacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/feeds/8934037068938675975/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1676925774512480051&amp;postID=8934037068938675975' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/8934037068938675975'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/8934037068938675975'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/2009/07/mas-por-que-proxima-grande-aventura-da.html' title='Mas por que próxima grande aventura da “humanidade”?'/><author><name>Janos Biro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-aLCTf2EJ9cA/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAABLI/lmGJlIrO-tE/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1676925774512480051.post-6240161767609298241</id><published>2009-07-06T10:54:00.002-03:00</published><updated>2009-07-06T11:36:40.521-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='6: A nova revolução tribal'/><title type='text'>Uma mudança sistêmica</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Nova Revolução Tribal é um plano de fuga da prisão da nossa cultura. Os muros da nossa prisão são econômicos, isto é, a necessidade de ganhar a vida nos mantém dentro deles, pois não há como ganhar a vida do lado  de fora. Não podemos empregar a solução maia — não podemos desaparecer num mundo de tribalismo étnico. Mas  podemos desaparecer numa vida de tribalismo &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;ocupacional&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;Isso vai transformar a nossa civilização em ruínas fumegantes? Claro que não. Vai  &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;diminuí-la.&lt;/span&gt; À medida que um número cada vez maior de pessoas entender que pular o muro significa conseguir algo melhor (não “renunciar” a alguma coisa), um número cada vez maior de pessoas vai abandonar a cultura do prejuízo máximo — e quanto mais  essa cultura for abandonada tanto melhor. O plano de fuga leva para além da civilização, para além daquilo que, segundo a nossa mitologia cultural, é a invenção suprema, a última invenção da humanidade.&lt;br /&gt;O plano de fuga leva para a &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;próxima&lt;/span&gt; invenção da humanidade.&lt;br /&gt;Mesmo assim, será que  essa próxima invenção  vai dar-nos um modo de vida sustentável? Eis aqui uma forma de avaliar isso: os seres humanos que viviam em tribos eram tão estáveis ecologicamente quanto leões ou babuínos que viviam em bandos. A vida tribal não foi algo que os humanos se sentaram e ficaram imaginando. Foi o presente da seleção natural, um sucesso comprovado — não a perfeição, mas difícil de melhorar. A hierarquização, por outro lado, mostrou ser não somente imperfeita, mas catastrófica, em última instância, para a Terra e para nós. Quando o avião está caindo e alguém lhe oferece um pára-quedas, você não faz questão de ver sua garantia.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://largue.rg3.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1676925774512480051-6240161767609298241?l=alemdacivilizacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/feeds/6240161767609298241/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1676925774512480051&amp;postID=6240161767609298241' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/6240161767609298241'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/6240161767609298241'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/2009/07/uma-mudanca-sistemica.html' title='Uma mudança sistêmica'/><author><name>Janos Biro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-aLCTf2EJ9cA/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAABLI/lmGJlIrO-tE/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1676925774512480051.post-1762581781778113369</id><published>2009-07-05T21:41:00.001-03:00</published><updated>2009-07-05T21:47:28.555-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='6: A nova revolução tribal'/><title type='text'>Vamos saltar de pára-quedas e passar para o outro lado  do muro!</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;James W. Fernandez, professor de antropologia, escreveu o seguinte: “Os antropólogos, ao contrário dos filósofos, acham que os mundos culturais nascem com o uso (a promulgação) de  metáforas combinadas” (itálicos meus).&lt;br /&gt;É isso aí. Estou satisfeito por combinar algumas metáforas em prol da criação de um novo mundo cultural.&lt;br /&gt;Depois de várias horas de discussão sobre o movimento que deve levar para uma vida tribal além da civilização, um dos membros do seminário de que participei disse que ainda não entendia  por que essa proposta serviria para tornar a vida humana mais sustentável. Já se passou um bocado de tempo desde a última vez que falei dessa questão e por isso acho que devo abordá-la de novo. É uma questão válida e importante. A Nova Revolução Tribal pode dar uma vida melhor às pessoas, mas,  se não servir para perpetuar a nossa espécie além de algumas décadas, qual é o problema?&lt;br /&gt;Neste exato momento, há cerca de seis bilhões de seres humanos no que chamei de “cultura do prejuízo máximo”. Só dez por cento desses seis bilhões de pessoas estão sendo prejudiciais ao máximo — esgotando recursos a toda a velocidade, contribuindo para o aquecimento global a toda a velocidade, e assim por diante —, mas os outros noventa por cento, sem nada melhor em vista, só querem ser como os dez por cento. Invejam aqueles dez por cento porque estão convencidos de que viver  de um modo que seja prejudicial ao máximo é o melhor de todos os modos de vida possíveis.&lt;br /&gt;Se não lhes oferecermos algo melhor para querer, estamos fritos.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://largue.rg3.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1676925774512480051-1762581781778113369?l=alemdacivilizacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/feeds/1762581781778113369/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1676925774512480051&amp;postID=1762581781778113369' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/1762581781778113369'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/1762581781778113369'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/2009/07/vamos-saltar-de-para-quedas-e-passar.html' title='Vamos saltar de pára-quedas e passar para o outro lado  do muro!'/><author><name>Janos Biro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-aLCTf2EJ9cA/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAABLI/lmGJlIrO-tE/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1676925774512480051.post-3783575320437830340</id><published>2009-07-03T18:09:00.001-03:00</published><updated>2009-07-03T18:15:35.479-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='6: A nova revolução tribal'/><title type='text'>Por que o que temos não é durável</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É um princípio fundamental de nossa mitologia cultural que a única coisa errada conosco é que os  seres humanos não são suficientemente bem feitos. Precisamos ser feitos com materiais melhores, com um conjunto de especificações melhores (criados, talvez, pelas versões ecológicas de nossas religiões tradicionais). Só precisamos ter mais bondade, gentileza, carinho, amor; menos egoísmo, mais visão, e assim por diante, e aí, então, tudo vai ser ótimo. É claro que ninguém conseguiu nos melhorar no ano passado, nem no anterior, nem no outro antes deste, nem no anterior a este último — aliás, em ano nenhum da história documentada —, mas talvez  este  ano a gente tenha sorte... ou talvez o próximo, ou o outro depois dele.&lt;br /&gt;O que tentei dizer em todos os meus livros é que o defeito da nossa civilização não está nas pessoas, mas no sistema. É verdade que o &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;sistema &lt;/span&gt;tem feito um barulhão nos últimos dez  mil anos, que é um tempo bem longo segundo a escala de uma vida individual, mas, visto segundo a escala da história humana, esse episódio não é notável por sua duração épica, mas por sua trágica brevidade.&lt;br /&gt;Em &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;Ismael&lt;/span&gt;, comparo o nosso aparato civilizatório a um avião que está no ar há dez mil anos — mas em queda livre, não em vôo. Se ficarmos dentro dele, vamos nos espatifar com ele, e logo. No entanto, se a maioria de nós diminuir sua carga abandonando-o, ele talvez consiga manter-se no ar durante muito tempo (enquanto o resto de nós tenta alguma coisa que faça mais sentido).&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://largue.rg3.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1676925774512480051-3783575320437830340?l=alemdacivilizacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/feeds/3783575320437830340/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1676925774512480051&amp;postID=3783575320437830340' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/3783575320437830340'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/3783575320437830340'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/2009/07/por-que-o-que-temos-nao-e-duravel.html' title='Por que o que temos não é durável'/><author><name>Janos Biro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-aLCTf2EJ9cA/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAABLI/lmGJlIrO-tE/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1676925774512480051.post-3365488907823506903</id><published>2009-07-02T22:25:00.001-03:00</published><updated>2009-07-02T22:28:53.470-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='6: A nova revolução tribal'/><title type='text'>Uma parábola sobre a durabilidade</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um inventor levou seus projetos de um aparelho para um engenheiro, que olhou para eles e disse:&lt;br /&gt;“O que você tem aqui é sistematicamente defeituoso, o que significa que vai quebrar depois de apenas alguns minutos de funcionamento”.&lt;br /&gt;“Não, se for bem feito”, replicou o inventor. “Toda peça deve ser feita com o melhor material que existe com as especificações exatas”.&lt;br /&gt;O engenheiro mandou construir o aparelho, mas ele quebrou depois de apenas quatro minutos de funcionamento. O inventor não desanimou.&lt;br /&gt;“Você não fez o que lhe disse para fazer”, disse ele. “Você vai ter de usar materiais bem melhores — os melhores de todos — e fabricar as peças seguindo as especificações da maneira mais exata possível”.&lt;br /&gt;O engenheiro tentou novamente, e o novo modelo funcionou durante oito minutos.&lt;br /&gt;“Viu?”, disse o inventor. “Fizemos um progresso tremendo. Tente de novo, agora com materiais melhores ainda e seguindo as especificações de maneira mais fiel ainda”.&lt;br /&gt;O último aparelho durou dez minutos. O inventor pediu ao engenheiro que fizesse outro modelo, usando materiais bem melhores e sendo mais fiel ainda às especificações. O novo modelo durou onze minutos.&lt;br /&gt;O inventor queria continuar indefinidamente o processo, esforçando-se por ter peças perfeitas, mas o engenheiro recusou, dizendo:&lt;br /&gt;“Não está vendo que estamos tendo melhorias cada vez menores? É um desperdício de tempo tentar fazer um projeto defeituoso funcionar melhorando suas peças. Traga-me um projeto viável que lhe garanto um aparelho que vai funcionar durante anos, usando peças de materiais comuns com especificações comuns”.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://largue.rg3.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1676925774512480051-3365488907823506903?l=alemdacivilizacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/feeds/3365488907823506903/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1676925774512480051&amp;postID=3365488907823506903' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/3365488907823506903'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/3365488907823506903'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/2009/07/uma-parabola-sobre-durabilidade.html' title='Uma parábola sobre a durabilidade'/><author><name>Janos Biro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-aLCTf2EJ9cA/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAABLI/lmGJlIrO-tE/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1676925774512480051.post-7047091334472548899</id><published>2009-06-28T00:59:00.000-03:00</published><updated>2009-06-28T01:03:03.800-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='6: A nova revolução tribal'/><title type='text'>Tribos e comunidades</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pressionada para entrar num molde hierárquico, a tribo torna-se o que os civilizados chamam de “comunidade”. No interior da hierarquia da civilização de qualquer época a comunidade parece espelhar-se em muitas escalas diferentes. A aldeia medieval de  Yorkshire, Wharram Percy, era um microcosmo da Inglaterra feudal, exatamente como Evanston é um microcosmo dos Estados Unidos dos tempos modernos. Esse tipo de semelhança entre microcosmo e macrocosmo é, como observaram John Briggs e David F. Peat, “um produto de todas as complexas relações de feedback que existem num sistema dinâmico” como o nosso. É inevitável que Evanston — e a parte leste de Los Angeles, o Harlem e Broken Arrow, no Oklahoma — reflitam, todos eles, a organização hierárquica de nossa sociedade como um todo, com ricos aqui, classe média ali e pobres lá. Não importa que os ricos de Evanston estejam melhor de vida que os ricos da zona leste de Los Angeles ou que os pobres do Harlem estejam numa situação pior que os pobres de Broken Arrow. A estrutura está lá.&lt;br /&gt;A palavra “comunidade” é, em si, um reconhecimento de decência e não é usada para designar os indignos. Os  homossexuais lutaram muito e durante muito tempo para se tornar a “comunidade gay”, mas os pederastas e os fãs da pornografia não têm chance nenhuma. Arruaceiros, criminosos, condenados e fanáticos religiosos não têm comunidades — têm gangues, quadrilhas, populações e cultos.&lt;br /&gt;Consigo imaginar pessoas completamente decentes atraídas pelo Objetivismo, pela Simplicidade Voluntária ou pelo Individualismo Criativo. Já acho mais difícil imaginá-las atraídas para a vida tribal. Talvez seja só eu.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://largue.rg3.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1676925774512480051-7047091334472548899?l=alemdacivilizacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/feeds/7047091334472548899/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1676925774512480051&amp;postID=7047091334472548899' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/7047091334472548899'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/7047091334472548899'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/2009/06/tribos-e-comunidades.html' title='Tribos e comunidades'/><author><name>Janos Biro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-aLCTf2EJ9cA/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAABLI/lmGJlIrO-tE/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1676925774512480051.post-1309323140154210876</id><published>2009-06-27T11:37:00.002-03:00</published><updated>2009-06-27T11:40:25.852-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='6: A nova revolução tribal'/><title type='text'>A aversão e o medo que os civilizados têm das pessoas tribais</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O pessoal de espetáculos itinerantes de qualquer tipo são vistos como gente excitante, mas perigosa, gente que deve ser evitada quando está fora do palco.  Isso faz parte de seu encanto, principalmente para os jovens. Em épocas passadas, os ciganos eram constantemente acusados de roubar crianças, provavelmente porque muitas  delas sucumbiram de fato ao encanto da vida cigana. Há muito há a suspeita de que o tribalismo dos judeus contribuiu para sua demonização. E certamente não poupamos nenhum esforço para destruir o tribalismo das populações nativas onde quer que as encontremos. O tribalismo é o próprio emblema de seu “atraso” e “selvageria”. Os civilizados querem que as pessoas sejam dependentes da hierarquia que existe atualmente, não uns dos outros. Há algo inerentemente mau nas pessoas que se tornam auto-suficientes em  pequenos grupos. É por isso que os moradores de rua precisam ser atormentados e afugentados de qualquer lugar onde se reúnam. É por isso que a comunidade do Ramo Davidiano de Waco teve de ser destruída; nunca foram acusados de nenhum crime, e muito menos condenados — mas deviam  fazer alguma coisa muito, muito nojenta mesmo ali. Os civilizados querem que as pessoas ganhem a vida individualmente, e querem que vivam separadas umas das outras, atrás de portas trancadas — uma família em cada casa, toda casa com todos os seus acessórios, geladeiras, aparelhos de televisão, máquinas de lavar roupa etc. É assim que as pessoas decentes  vivem. Pessoas decentes não  vivem em tribos, vivem em comunidades.&lt;br /&gt;No entanto, por estranho que pareça, assim que você começa a defender a tribo, dizendo que é uma forma de organização desejável, as pessoas decentes começam a insistir em dizer que são  tão tribais quanto qualquer bosquímano ou pé-preto.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://largue.rg3.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1676925774512480051-1309323140154210876?l=alemdacivilizacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/feeds/1309323140154210876/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1676925774512480051&amp;postID=1309323140154210876' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/1309323140154210876'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/1309323140154210876'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/2009/06/aversao-e-o-medo-que-os-civilizados-tem.html' title='A aversão e o medo que os civilizados têm das pessoas tribais'/><author><name>Janos Biro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-aLCTf2EJ9cA/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAABLI/lmGJlIrO-tE/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1676925774512480051.post-2819281711658170719</id><published>2009-06-24T00:06:00.000-03:00</published><updated>2009-06-24T00:08:45.441-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='6: A nova revolução tribal'/><title type='text'>Distinguir é conhecer</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É importante para mim observar (antes que outros o façam) que não inventei os negócios tribais; só os distingui dos convencionais e, com isso, tornei-os particularmente visíveis. Agora que você já sabe o que são, provavelmente vai vê-los em toda parte. Ao discutir meu seminário comigo, Rennie lembrou-se de um que conhecemos em Portland, no Oregon, a Rimskykorsakoffeehouse. É preciso ver esse monumento de originalidade, a criação da original celebridade local, Goody Cable, para crer em sua existência. Sentar-se a uma mesa é entrar num mundo especial que  só pode realmente ser descrito com exatidão se for chamado de tribal. Quando fica cheio mesmo, os fregueses costumam ser pressionados a servir as mesas, e conheço um artista local que serve as mesas uma noite por semana só pelo privilégio de fazer parte da tribo. Em geral há longas filas para entrar; as pessoas gostam de estar ali porque é evidente que as pessoas que trabalham lá &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;gostam&lt;/span&gt; de estar lá.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Membros de tribo curtem mais a vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pense nisso. Precisei de trinta mil palavras para fazer que essas sete soassem plausíveis.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://largue.rg3.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1676925774512480051-2819281711658170719?l=alemdacivilizacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/feeds/2819281711658170719/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1676925774512480051&amp;postID=2819281711658170719' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/2819281711658170719'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/2819281711658170719'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/2009/06/distinguir-e-conhecer.html' title='Distinguir é conhecer'/><author><name>Janos Biro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-aLCTf2EJ9cA/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAABLI/lmGJlIrO-tE/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1676925774512480051.post-3514404472983421660</id><published>2009-06-22T23:46:00.001-03:00</published><updated>2009-06-22T23:49:57.930-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='6: A nova revolução tribal'/><title type='text'>Meu próximo negócio tribal</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Muito antes de eu identificar o conceito como tribal, queria fundar um circo-escola como aquele que descrevi em Providência  e em Meu Ismael. Agora tenho uma idéia melhor de como realizar esse trabalho na prática. Gosto de Houston porque ela não é dividida em zonas, o que faz da cidade uma colcha de retalhos de distritos residenciais e comerciais, e ninguém o persegue se você toca um negócio seu em casa. Isso faz dela um lugar ideal para a montagem de um circo-escola, que combina espaços de trabalho, exposições e espetáculos, com um centro de trabalho, brincadeiras, espetáculos e educação, envolvendo (além de professores, artistas e participantes) acrobatas, malabaristas, palhaços, dançarinos,  músicos, montadores de cenários, mágicos, técnicos em iluminação, diretores de cinema, escritores, ceramistas, pintores, escultores, fotógrafos, tecelões, costureiros, carpinteiros, eletricistas etc. Sem notas, sem exigências de cursos completos, sem provas — só aprender tudo o que você quiser, a hora que você quiser. Apesar de aberto a alunos de todas as idades, seria um recurso maravilhoso para os pais educarem seus filhos em casa, uma opção que está se tornando cada vez mais popular, com bons motivos. (Note, por favor, que não se trata de um “centro de educação comunitária de “estudos voltados para o aluno”. São coisas ótimas, mas meu objetivo é a diversão, não obras de caridade cívica.) Alguém perguntou por que os alunos preferiam esse circo-escola a uma universidade.&lt;br /&gt;Os dois não se excluem mutuamente,  e a pessoa que quer exclusivamente seguir uma carreira com certeza vai preferir o mais convencional dos dois.&lt;br /&gt;Não existe horário nem esquema de atividades nesse belo negócio.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://largue.rg3.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1676925774512480051-3514404472983421660?l=alemdacivilizacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/feeds/3514404472983421660/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1676925774512480051&amp;postID=3514404472983421660' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/3514404472983421660'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/3514404472983421660'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/2009/06/meu-proximo-negocio-tribal.html' title='Meu próximo negócio tribal'/><author><name>Janos Biro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-aLCTf2EJ9cA/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAABLI/lmGJlIrO-tE/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1676925774512480051.post-8615902531350488856</id><published>2009-06-21T16:08:00.000-03:00</published><updated>2009-06-21T16:11:45.465-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='6: A nova revolução tribal'/><title type='text'>Um negócio tribal intermitente?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na abertura do filme Golpe de mestre, de 1973, acompanhamos uma dupla de vigaristas — Johnny Hooker (Robert Redford) e Luther Coleman (Robert Ear Jones) — aplicar um golpe conhecido como “lenço jamaicano” num homem que, sem que eles saibam, está levando o dinheiro para o chefe de uma quadrilha, Doyle Lonnegan (Robert Shaw). Quando Lonnegan fica sabendo do golpe, manda matar Coleman. Para vingar o companheiro, Hooker decide aplicar em Lonnegan um daqueles golpes memoráveis. À medida que põe seu plano em ação, vemos que ele pertence  a uma tribo de vigaristas que, em geral, ganham a vida em trabalhos honestos (como balconistas ou caixas de banco, por exemplo), mas que estão sempre dispostos a se reorganizar como tribo para dar um dos “grandes golpes” clássicos. Um ponto que chama a atenção é a prontidão deles. A um único sinal — sem palavras —, eles abandonam instantaneamente seus empregos. Sem perguntar o tamanho do negócio, nem sua parte no golpe, eles se reúnem rapidamente para montar uma sofisticada produção teatral chamada “o repertório de primeira”. Como no circo, todo membro é da maior importância quando chega a sua vez. Um estuda Lonnegan para descobrir a melhor forma de aplicar-lhe o golpe. Outros cuidam de cenários, figurinos, acessórios. Embora Henry Gondorff (Paul Newman) seja claramente o chefe, isso não o torna o único do grupo a ter importância. Todos os trabalhos precisam ser feitos — e o de chefe é apenas um deles. Nas organizações hierárquicas, o chefe é um ser supremo. Nas organizações tribais, o chefe é só mais um operário (era exatamente assim no East Mountain News).&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://largue.rg3.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1676925774512480051-8615902531350488856?l=alemdacivilizacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/feeds/8615902531350488856/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1676925774512480051&amp;postID=8615902531350488856' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/8615902531350488856'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/8615902531350488856'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/2009/06/um-negocio-tribal-intermitente.html' title='Um negócio tribal intermitente?'/><author><name>Janos Biro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-aLCTf2EJ9cA/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAABLI/lmGJlIrO-tE/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1676925774512480051.post-3042628787462878906</id><published>2009-06-18T12:16:00.000-03:00</published><updated>2009-06-18T12:55:59.958-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='6: A nova revolução tribal'/><title type='text'>Bons selvagens?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ao pensar no que seria necessário para fundar uma tribo que girasse em torno de tratamentos de saúde, uma médica citou o fato de que, em nossa sociedade, os profissionais de sua área geralmente têm um padrão de vida alto — sugerindo que considerava esse fato uma espécie de obstáculo ou problema. Algumas perguntas revelaram que, inconscientemente, ela imaginava os membros de sua tribo de tratamentos de saúde como bons selvagens — nobres demais para cobrar por seus serviços (e, por isso mesmo, incapazes de manter o padrão de vida ao qual estavam acostumados). É difícil enfrentar essa bipolaridade  familiar, que vê as pessoas como incapazes de ser alguma coisa além de totalmente egoístas ou totalmente altruístas. Como um interruptor que liga e desliga a luz, passam de um pólo ao outro. A vida tribal existe entre esses dois pólos, e uma tribo de indivíduos inteiramente altruístas vai acabar tão depressa quanto outra de indivíduos totalmente egoístas.&lt;br /&gt;Se um/a médico/a optar por um  consultório de clínica geral numa cidadezinha do interior, em vez de ser  um especialista numa cidade grande, será que pretende trabalhar de graça? Claro que  não. Os habitantes das cidadezinhas do interior esperam pagar os serviços médicos. Quando um/a médico/a decide fazer parte de uma tribo que gira em torno de tratamentos de saúde em vez de um hospital convencional, será que pretende trabalhar de graça? As pessoas sabem que os médicos, quer trabalhem em tribos, quer trabalhem em hospitais, têm de ganhar a vida exatamente como todo mundo.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://largue.rg3.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1676925774512480051-3042628787462878906?l=alemdacivilizacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/feeds/3042628787462878906/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1676925774512480051&amp;postID=3042628787462878906' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/3042628787462878906'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/3042628787462878906'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/2009/06/bons-selvagens.html' title='Bons selvagens?'/><author><name>Janos Biro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-aLCTf2EJ9cA/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAABLI/lmGJlIrO-tE/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1676925774512480051.post-366831629638409426</id><published>2009-06-14T23:32:00.000-03:00</published><updated>2009-06-14T23:34:11.323-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='6: A nova revolução tribal'/><title type='text'>Os amish não são uma tribo agrícola?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os amish formam uma seita religiosa, um ramo dos menonitas. Eis aqui o que os torna comunais e não tribais: se você se candidatar a ser um deles, eles vão se interessar muito mais por suas crenças religiosas e seu caráter moral do que por suas ambições agrícolas.&lt;br /&gt;Uma comuna “pode ser” uma tribo, assim como um farol “pode ser” um celeiro de grãos e um traje de passeio “pode ser usado como uniforme de enfermeira”. Mas persiste o fato de  que damos nomes diferentes às coisas porque as vemos como coisas diferentes. Na Nova Inglaterra colonial, os colonizadores fundaram comunas, não tribos, e eles sabiam a diferença. Tribos eram para selvagens e comunas para pessoas civilizadas.&lt;br /&gt;As pessoas também perguntam: “Ben &amp;amp; Jerry’s não é um negócio tribal?” E a resposta é: Ben &amp;amp; Jerry’s era um negócio tribal quando Ben e Jerry eram os únicos empregados da companhia, faziam eles mesmos o sorvete num freezer de cento e oitenta litros e o serviam aos fregueses num posto de gasolina remodelado de Burlington, Vermont.  Depois dessa época, o negócio deles cresceu, não com a adição de membros à sua tribo, mas de empregados da forma convencional. Ben &amp;amp; Jerry’s não é um negócio tribal, mas um negócio que gira em torno do lucro (o que não o torna menos admirável). Um negócio que gira em torno do lucro pode ser um negócio tribal? Claro que pode. Só que não é automaticamente tribal.&lt;br /&gt;Não é minha intenção (nem tenho poder para tal) destituir a palavra “tribo” de seus significados comuns. Minha intenção é investi-la de um significado especial quando usada no contexto da Nova Revolução Tribal.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://largue.rg3.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1676925774512480051-366831629638409426?l=alemdacivilizacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/feeds/366831629638409426/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1676925774512480051&amp;postID=366831629638409426' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/366831629638409426'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/366831629638409426'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/2009/06/os-amish-nao-sao-uma-tribo-agricola.html' title='Os amish não são uma tribo agrícola?'/><author><name>Janos Biro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-aLCTf2EJ9cA/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAABLI/lmGJlIrO-tE/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1676925774512480051.post-3004123775106315232</id><published>2009-06-12T15:23:00.000-03:00</published><updated>2009-06-12T15:24:31.705-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='6: A nova revolução tribal'/><title type='text'>“Vamos fazer o espetáculo aqui mesmo no celeiro!”</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Segundo a história do cinema, essa frase capciosa é dita por Mickey Rooney na meia dúzia de filmes que ele fez com Judy Garland na década de 1940. Se foi realmente dita em algum filme,  seu significado é claro. Todos entendem que ela surge de uma trupe de jovens  artistas de teatro de variedades que buscam uma chance de mostrar seus talentos.&lt;br /&gt;É importante notar que não surge de um grupo de pessoas que tentam pensar em alguma coisa que poderiam fazer juntas. Na verdade, são um grupo porque já sabem o que podem fazer juntos. O teatro de variedades juntou-os da mesma forma que o jornal nos juntou a Hap e C. J. Poderíamos ter sido os melhores amigos do mundo, mas só o jornal poderia ter-nos organizado numa tribo. Se tivéssemos resolvido abrir uma loja de antiguidades ou uma de peças e programas de computador, Hap e C. J. nunca teriam se envolvido, por mais próximos deles que fôssemos.&lt;br /&gt;Digo tudo isso para responder a uma pergunta que deve estar no fundo da cabeça de muita gente: será que um bando de amigos dos mais variados tipos pode se tornar uma tribo? A resposta é: sim, exatamente como uma comuna pode se tornar uma tribo. É perfeitamente possível, só que não é muito provável — a menos que o  bando de amigos tenha-se  formado inicialmente em torno de um foco ocupacional comum (como os Neo-Futurists).&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://largue.rg3.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1676925774512480051-3004123775106315232?l=alemdacivilizacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/feeds/3004123775106315232/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1676925774512480051&amp;postID=3004123775106315232' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/3004123775106315232'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/3004123775106315232'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/2009/06/vamos-fazer-o-espetaculo-aqui-mesmo-no.html' title='“Vamos fazer o espetáculo aqui mesmo no celeiro!”'/><author><name>Janos Biro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-aLCTf2EJ9cA/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAABLI/lmGJlIrO-tE/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1676925774512480051.post-4706329467110115007</id><published>2009-06-11T01:33:00.000-03:00</published><updated>2009-06-11T01:34:36.101-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='6: A nova revolução tribal'/><title type='text'>Será que uma comuna não pode ser uma tribo?</title><content type='html'>A resposta é: “Sim, é claro que uma comuna pode ser uma tribo, mas há uma forma problemática de começar”.&lt;br /&gt;Em geral, as comunas começam com  pessoas que querem “afastar-se de tudo”. Afastando-se de uma sociedade corrupta, materialista e injusta, querem tipicamente viver “perto da natureza”, junto com outras pessoas com ideais semelhantes. Como pretendem viver com simplicidade, ganhar a vida parece quase incidental. Podem cultivar a terra, fazer artesanato ou ter empregos comuns. À medida que o tempo passa,  tudo pode sair exatamente como planejado — ou não. A simplicidade rústica pode ser menos charmosa do que o esperado. Talvez alguns se entediem do trabalho. Os nervos ficam abalados, os ideais são esquecidos, as amizades dissolvem-se, e logo a coisa acaba. Ou pode tomar um rumo diferente. Os membros podem reformular seu foco de atenção e passar aos ideais para ganhar  a vida juntos de um modo mais satisfatório. Mas lembre-se de que esse grupo reuniu-se originalmente em torno de uma base totalmente diferente, de modo que será mais por sorte que por um plano anterior que terão realmente alguns interesses ocupacionais e habilidades em comum.&lt;br /&gt;É como comprar gêneros alimentícios que comecem com a letra  m — mostarda, manga, melão, macarrão, maionese, e assim por diante — e depois se perguntar se, por acaso, tem os ingredientes para fazer o cassoulet du chef toulousian. Pode ter, lógico, mas não com tanta probabilidade quanto se você comprar especificamente os ingredientes necessários para essa receita.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://largue.rg3.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1676925774512480051-4706329467110115007?l=alemdacivilizacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/feeds/4706329467110115007/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1676925774512480051&amp;postID=4706329467110115007' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/4706329467110115007'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/4706329467110115007'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/2009/06/sera-que-uma-comuna-nao-pode-ser-uma.html' title='Será que uma comuna não pode ser uma tribo?'/><author><name>Janos Biro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-aLCTf2EJ9cA/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAABLI/lmGJlIrO-tE/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1676925774512480051.post-5724166262547386937</id><published>2009-06-05T15:35:00.001-03:00</published><updated>2009-06-05T15:37:04.587-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='6: A nova revolução tribal'/><title type='text'>Será que uma tribo não pode ser uma comuna?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Como disse antes, as tribos giram em torno de pessoas que trabalham juntase podem ou não viver juntas. Mas as pessoas tribais podem viver juntas sem se tornar uma comuna. Falando de minorias de artesãos, comerciantes e artistas de teatro de variedades como os ciganos, os taters noruegueses, os viajantes irlandeses e os nandiwallas da Índia, a antropóloga Sharon Bohn Gmelch nota especificamente que a organização social desses grupos é flexível e, “no fundo, não são comunais”.&lt;br /&gt;A dificuldade que vejo em uma tribo tornar-se uma comuna é que, tradicionalmente, as comunas escolhem seus membros com base em ideais que têm em comum. Ideais comuns não são irrelevantes para os aspirantes a membros de tribos, mas são superados pela pergunta:&lt;br /&gt;“Você pode ampliar o negócio a fim de incluir a si mesmo?”&lt;br /&gt;Certamente posso dizer que não  ocorreu a nenhum de nós do  East Mountain News  que deveríamos “fundar uma comuna”. Teríamos achado a idéia ridícula.&lt;br /&gt;A tribo não gira em torno de viver  juntos, mas ao redor de ganhar a vida juntos.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://largue.rg3.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1676925774512480051-5724166262547386937?l=alemdacivilizacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/feeds/5724166262547386937/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1676925774512480051&amp;postID=5724166262547386937' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/5724166262547386937'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/5724166262547386937'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/2009/06/sera-que-uma-tribo-nao-pode-ser-uma.html' title='Será que uma tribo não pode ser uma comuna?'/><author><name>Janos Biro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-aLCTf2EJ9cA/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAABLI/lmGJlIrO-tE/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1676925774512480051.post-5349908385949384399</id><published>2009-05-30T11:18:00.001-03:00</published><updated>2009-05-30T11:24:13.567-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='6: A nova revolução tribal'/><title type='text'>Comunidades e tribos: participação</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na medida permitida pela  lei e pelos costumes, as comunidades adotam como política excluir certos tipos de pessoa e incluir todo o resto. Em outras palavras, a menos que você pertença a uma raça, religião, classe social ou grupo étnico abominado, será bem-vindo se quiser participar delas. As comunas funcionam da forma oposta. Sua política é incluir certos tipos de pessoa e excluir todo o resto. Em outras palavras, a menos que você tenha os mesmos valores especiais do grupo (sociais, políticos ou religiosos), não é bem-vindo se quiser participar delas. A regra prática da tribo é: Você pode ampliar o modo de vida a fim de incluir a si mesmo? Em outras palavras, se você quiser viver de uma ocupação tribal, terá de aumentar o poder aquisitivo do grupo a ponto de poder ser absorvido por ele. Foi exatamente o que Hap e C. J. fizeram no  East Mountain News.  Não poderíamos tê-los incluído no negócio se eles não o tivessem ampliado com a venda de espaço de propaganda.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://largue.rg3.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1676925774512480051-5349908385949384399?l=alemdacivilizacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/feeds/5349908385949384399/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1676925774512480051&amp;postID=5349908385949384399' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/5349908385949384399'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/5349908385949384399'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/2009/05/comunidades-e-tribos-participacao.html' title='Comunidades e tribos: participação'/><author><name>Janos Biro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-aLCTf2EJ9cA/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAABLI/lmGJlIrO-tE/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1676925774512480051.post-8297828869017806902</id><published>2009-05-25T10:24:00.001-03:00</published><updated>2009-05-25T10:26:18.325-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='6: A nova revolução tribal'/><title type='text'>Comunidades e tribos: origens</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Como Topsy, a maioria das comunidades que habitamos simplesmente “cresceram”, sem pai nem mãe, por assim dizer. Uma vez, há um século — ou dois, ou cinco —, a uma loja que vendia todo tipo de mercadoria juntaram-se um açougueiro, uma cocheira de animais de aluguel, uma oficina de um ferreiro e uma taverna, aos quais logo se juntaram um banco, um armazém de secos e molhados, uma pensão, um advogado, um barbeiro, um médico, e assim por diante. A certa altura, todos perceberam que tinham uma parte no sucesso da comunidade — e, em certa medida, no sucesso uns dos outros. O banqueiro certamente desejava que um quitandeiro qualquer progredisse, mas não se importava se fosse Smith ou Jones. A dona da pensão desejava que um barbeiro qualquer progredisse, mas não  se importava se  fosse Anderson ou Adams.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As comunas nunca começam dessa forma acidental. São comunidades “intencionais”, criadas por pessoas  que querem viver juntas e procuram realizar ideais comuns, em geral em  relativo isolamento. As comunas giram em torno de pessoas que vivem juntas e podem ou não trabalhar juntas.  As tribos (e estou falando aqui das “novas” tribos evidentemente) originam-se dentre as pessoas que querem reunir suas energias e habilidades para ganhar a vida juntas. As tribos giram em torno de pessoas que trabalham juntas e podem ou não viver juntas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://largue.rg3.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1676925774512480051-8297828869017806902?l=alemdacivilizacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/feeds/8297828869017806902/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1676925774512480051&amp;postID=8297828869017806902' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/8297828869017806902'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/8297828869017806902'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/2009/05/comunidades-e-tribos-origens.html' title='Comunidades e tribos: origens'/><author><name>Janos Biro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-aLCTf2EJ9cA/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAABLI/lmGJlIrO-tE/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1676925774512480051.post-6628150086471874935</id><published>2009-05-21T13:37:00.000-03:00</published><updated>2009-05-21T13:39:17.418-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='6: A nova revolução tribal'/><title type='text'>Mas será que o x pode ser uma tribo?</title><content type='html'>&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CJANOSB%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" latentstylecount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:""; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} @page Section1 	{size:595.3pt 841.9pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:35.4pt; 	mso-footer-margin:35.4pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-ansi-language:#0400; 	mso-fareast-language:#0400; 	mso-bidi-language:#0400;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;Essa é uma pergunta que me fazem muitas e muitas vezes — se é possível substituir o&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;x&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;por vários termos. Por exemplo: perguntaram-me se uma empresa já estruturada da forma convencional pode ser&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;transformada num negócio tribal. Sim, talvez possa, mas com dificuldades, e a maior delas é que a maioria das pessoas envolvidas em empresas convencionais está lá por causa de um salário, ponto final. Algumas, após subir na escala salarial, não se importariam de descê-la. Assim como&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;alguns talvez não se sintam felizes ganhando menos que um salário, outros podem não se sentir felizes tendo mais que um salário — só querem fazer seu trabalho e voltar para casa. Mas, evidentemente, nada é impossível. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;Um estudante que participava de um&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;seminário que eu dava em Houston perguntou se um monte de gente não poderia simplesmente se juntar e viver tribalmente, e ganhar a vida em outro lugar, individualmente. Claro que sim, e é ótimo, mas isso é uma comuna, não uma tribo, porque as pessoas não estão envolvidas em ganhar a vida juntas. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;Será que uma tribo não pode ser uma comuna? E será que uma comuna não pode ser uma tribo? &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Precisamos de algumas informações para responder a essas perguntas.&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://largue.rg3.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1676925774512480051-6628150086471874935?l=alemdacivilizacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/feeds/6628150086471874935/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1676925774512480051&amp;postID=6628150086471874935' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/6628150086471874935'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/6628150086471874935'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/2009/05/mas-sera-que-o-x-pode-ser-uma-tribo.html' title='Mas será que o x pode ser uma tribo?'/><author><name>Janos Biro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-aLCTf2EJ9cA/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAABLI/lmGJlIrO-tE/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1676925774512480051.post-2063993666940622777</id><published>2009-05-10T17:05:00.000-03:00</published><updated>2009-05-10T17:08:34.854-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='6: A nova revolução tribal'/><title type='text'>Viver com o que se tem, como de costume</title><content type='html'>Num estudo realizado sobre os ciganos e outras populações itinerantes, a antropóloga Sharon Bohn Gmelch apresenta uma lista de alguns motivos pelos quais esses grupos sobrevivem. Eles mantêm as despesas gerais baixas e têm pouco interesse em “acumulação material e expansão de capital”. Estão dispostos a “explorar oportunidades ‘marginais”’, “preencher vazios” da economia e “aceitar uma margem de lucro pequena, proveniente de múltiplas fontes”. Em resumo, são especialistas em viver com o que têm, como todos os habitantes de Madrid, quando vivíamos lá — e como eram todos os membros do East Mountain News, nenhum dos quais ganhava nem um por cento do que precisava para viver com o jornal.&lt;br /&gt;A mesma coisa pode-se dizer de The Neo-Futurists. Embora seu objetivo seja ganhar a vida com o teatro, a maioria provavelmente tirava dele apenas de vinte por cento a cinqüenta por cento de sua renda em 1998, segundo o fundador do grupo Greg Allen (que suplementa sua renda dando aulas de história do teatro no Columbia College). Outros têm empregos de meio período como massagistas, instrutores de ginástica, escritores de CD-ROM, técnicos de ultra-som, astrólogos, secretárias, garçons e um “autêntico astro do rock de uma famosa banda punk”.&lt;br /&gt;Um membro da companhia, Geryll Robinson, escreve: “Eu gostaria de levar minha vida sem sustentar/ser sustentado pelas grandes empresas dos Estados Unidos. Não posso. Faço um monte de coisas esquisitas e até proibidas, pelas quais as pessoas me dão uma  grana... Visitei Chicago. Vi Too much Light. Queria entrar. Mudei para lá. Fiz um teste. Agora eles me têm. Minha vida é boa. Muito boa”.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://largue.rg3.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1676925774512480051-2063993666940622777?l=alemdacivilizacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/feeds/2063993666940622777/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1676925774512480051&amp;postID=2063993666940622777' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/2063993666940622777'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/2063993666940622777'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/2009/05/viver-com-o-que-se-tem-como-de-costume.html' title='Viver com o que se tem, como de costume'/><author><name>Janos Biro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-aLCTf2EJ9cA/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAABLI/lmGJlIrO-tE/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1676925774512480051.post-4759714884006161734</id><published>2009-05-09T16:45:00.002-03:00</published><updated>2009-05-09T16:49:59.991-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='6: A nova revolução tribal'/><title type='text'>Outro exemplo tribal</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.neofuturists.org/images/TMLPhotos/20thtml.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 350px; height: 233px;" src="http://www.neofuturists.org/images/TMLPhotos/20thtml.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;The Neo-Futurists são um grupo de  artistas que escrevem, dirigem e encenam a própria obra dedicada ao esclarecimento social, político e pessoal sob a forma de um teatro conceitual com interação do público (essas são palavras da Declaração de Objetivos &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;on-line &lt;/span&gt;do grupo). Trabalhando com um “formato de teatro pobre, com pouca ou nenhuma tecnologia”, o grupo sintetiza uma atividade dramática pós-moderna diferente de tudo o mais que apresenta uma série sempre renovada de trinta peças encenadas em sessenta minutos sob o título geral  &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Too much light makes the baby go blind&lt;/span&gt;.  Esse trabalho original está sendo apresentado  (e este livro redigido) em Chicago desde 1º de dezembro de 1988 e teve uma temporada bem-sucedida no Joseph Papp Public Theater, em Nova York, em 1993. Em 1992, The Neo-Futurists fundaram seu próprio Neo-Futurarium, orgulhosos de ter um teatro de cento e cinqüenta e quatro lugares e uma galeria de arte.&lt;br /&gt;Treze artistas estão em atividade  na companhia em qualquer momento, embora uma encenação média tenda a envolver apenas oito deles, mais ou menos. Além de escrever, dirigir e representar &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Too much light&lt;/span&gt;,  esses treze artistas realizam praticamente todas as  tarefas humildes ligadas ao teatro e à produção — serviços de escritório, limpeza, reciclagem, produção dos programas, compras, e assim por diante.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://largue.rg3.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1676925774512480051-4759714884006161734?l=alemdacivilizacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/feeds/4759714884006161734/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1676925774512480051&amp;postID=4759714884006161734' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/4759714884006161734'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/4759714884006161734'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/2009/05/outro-exemplo-tribal.html' title='Outro exemplo tribal'/><author><name>Janos Biro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-aLCTf2EJ9cA/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAABLI/lmGJlIrO-tE/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1676925774512480051.post-8422851696959527353</id><published>2009-05-08T17:07:00.001-03:00</published><updated>2009-05-08T17:10:03.366-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='6: A nova revolução tribal'/><title type='text'>Por que ganhar a vida?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Às vezes, as pessoas reagem a minhas propostas como  se houvesse algo ligeiramente desagradável e supérfluo a respeito da questão toda de “ganhar a vida” — tribalmente ou de uma outra forma qualquer. Parecem pensar que, se a Nova Revolução Tribal for tudo o que promete ser, então não deveríamos ter de “ganhar a vida” — deveríamos ter condições de viver como as aves do céu. Exatamente. Esse é o x da questão, vocês poderiam dizer.&lt;br /&gt;O que não estão entendendo não é a Nova Revolução Tribal, é a história das aves do céu. Os pardais podem ser “livres como pássaros”, mas isso não significa que não ganhem a vida. Ao contrário: todo ser vivo que existe sobre a terra tem de ganhar a vida. Mosquitos, gansos, golfinhos, chimpanzés, aranhas e rãs, todos têm de gastar energia para conseguir o que precisam para se manter vivos. Não há criatura no mundo que passe a vida de papo para o ar enquanto os recursos necessários vêm por si sós e fazem o trabalho de mantê-la viva. Até as plantas verdes têm  de ganhar a vida. Elas são como uma indústria de tecido, uma fabriqueta qualquer que absorve energia do sol e a converte diligentemente em sua própria substância.&lt;br /&gt;A tribo é, na verdade, apenas uma  organização social maravilhosamente eficiente que torna ganhar a vida fácil para todos — ao contrário da civilização, que torna ganhar a vida fácil para uns poucos privilegiados e difícil para o resto.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://largue.rg3.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1676925774512480051-8422851696959527353?l=alemdacivilizacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/feeds/8422851696959527353/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1676925774512480051&amp;postID=8422851696959527353' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/8422851696959527353'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/8422851696959527353'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/2009/05/por-que-ganhar-vida.html' title='Por que ganhar a vida?'/><author><name>Janos Biro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-aLCTf2EJ9cA/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAABLI/lmGJlIrO-tE/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1676925774512480051.post-6251656845144757585</id><published>2009-05-07T12:22:00.001-03:00</published><updated>2009-05-07T12:26:10.703-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='6: A nova revolução tribal'/><title type='text'>A tribo É seus membros</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt; Numa discussão famosa que ocorreu na Universidade de Colúmbia, um membro da faculdade que havia afirmado que a faculdade  é a universidade ouviu imediatamente do reitor da universidade (ex-presidente dos Estados Unidos Dwight D. Eisenhower) que a faculdade é os  &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;empregados&lt;/span&gt;  da universidade. O sr. Eisenhower não está presente para me contradizer quando digo que os membros de uma tribo não são empregados da tribo, eles  são  a tribo. Na verdade, essa é toda a diferença.&lt;br /&gt;Como a tribo é os seus membros, a tribo é o que seus membros &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;querem&lt;/span&gt; que seja — nada mais, nada  menos. Se os membros da tribo esperam que ela proporcione o mesmo tipo de segurança do berço ao túmulo de que desfrutam as tribos étnicas, tomam as devidas providências para isso. Mas esse não é um pré-requisito e pode acabar fazendo  pouco sentido num  mundo de tribos abertas. Num mundo assim, é perfeitamente razoável, por exemplo, que marido e mulher façam parte de tribos ocupacionais diferentes — e que seus filhos talvez queiram também fazer parte de tribos diferentes. Na verdade, essa abertura à diversidade é o x da questão.&lt;br /&gt;Uma tribo é um grupo de pessoas que ganham a vida juntas, e não existe uma fórmula única para fazer isso.&lt;br /&gt;Seja inventivo.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://largue.rg3.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1676925774512480051-6251656845144757585?l=alemdacivilizacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/feeds/6251656845144757585/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1676925774512480051&amp;postID=6251656845144757585' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/6251656845144757585'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/6251656845144757585'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/2009/05/tribo-e-seus-membros.html' title='A tribo É seus membros'/><author><name>Janos Biro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-aLCTf2EJ9cA/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAABLI/lmGJlIrO-tE/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1676925774512480051.post-1367876261748115279</id><published>2009-04-23T02:29:00.002-03:00</published><updated>2009-04-23T02:34:31.292-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='6: A nova revolução tribal'/><title type='text'>Tribos: pessoas que têm a mesma cabeça</title><content type='html'>&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; 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Ficam perplexas quando digo que podem ter um seguro-saúde e planos privados de aposentadoria (se os quiserem), ou que o governo vai ter tanto interesse em cobrar-lhes impostos e contribuições à previdência social quanto de qualquer outro. Mas, se é assim, perguntam-me então, qual é o objetivo de tudo o que estamos fazendo? Se o mundo vai continuar exatamente como antes, por que nos incomodarmos? Essas são perguntas a que nunca me canso de responder.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;A Mãe Cultura ensina que um salvador é aquilo de que precisamos — um Santo Arnold Schwarzenegger gigante que seja uma combinação de Jesus, Jefferson, dalai lama, papa, Gandhi, Gorbatchev, Napoleão, Hitler e Stálin —todos eles &lt;st1:personname productid="em um. Os" st="on"&gt;em um. Os&lt;/st1:personname&gt; outros seis bilhões, segundo a Mãe Cultura, não têm condições de fazer nenhuma coisa. Só podemos esperar quietinhos que o Santo Arnold chegue.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;Daniel Quinn diz que nenhuma pessoa sozinha vai salvar o mundo. (Se for salvo), o será por milhões (e em última instância) por bilhões de nós, de uma forma nova. Mil pessoas que vivem de uma forma nova não vão levar ao colapso a ordem dominante no mundo. Mas essas mil podem inspirar cem mil, que podem inspirar um milhão, que podem inspirar um bilhão — e aí aquela ordem dominante vai começar a parecer abalada!&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;(Em seguida, alguém vai perguntar: “Mas, se a ordem dominante no mundo ficar abalada, o que vai ser do meu seguro-saúde?”)&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://largue.rg3.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1676925774512480051-1367876261748115279?l=alemdacivilizacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/feeds/1367876261748115279/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1676925774512480051&amp;postID=1367876261748115279' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/1367876261748115279'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/1367876261748115279'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/2009/04/tribos-pessoas-que-tem-mesma-cabeca.html' title='Tribos: pessoas que têm a mesma cabeça'/><author><name>Janos Biro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-aLCTf2EJ9cA/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAABLI/lmGJlIrO-tE/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1676925774512480051.post-5705046598048588670</id><published>2009-02-14T02:12:00.000-02:00</published><updated>2009-02-14T02:14:13.522-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='6: A nova revolução tribal'/><title type='text'>E quem cuida dos idosos?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Já me perguntaram se “os jovens artistas de circo cuidam dos aposentados” da mesma forma que as tribos étnicas cuidam dos idosos. Não é assim que o circo funciona — mas também não é assim que funciona a vida tribal étnica. Os caçadores jovens não “cuidam” dos caçadores velhos.&lt;br /&gt;Para começo de conversa, o circo não é composto somente de artistas. O número de artistas é muitíssimo menor que o de pessoas que fazem todo tipo de coisa, assim como o número de atores que você vê numa tela de cinema é muitíssimo menor que o das pessoas envolvidas em pôr aquela imagem na tela. Em segundo lugar, falar de “artistas de circo aposentados” não reflete a realidade da vida do circo — nem da realidade da vida de uma tribo étnica, em que “caçador aposentado” é uma categoria que não existe. Quando os artistas do circo não conseguem mais trabalhar, passam a fazer outros trabalhos no circo. Não precisam que ninguém “cuide” deles porque não estão mais se apresentando na corda bamba, nem fazendo acrobacias.&lt;br /&gt;Qual é o seu modelo de “cuidar” dos idosos? Se pensar em todos os serviços de um hospital moderno, então é óbvio que nenhuma tribo vai oferecer uma coisa dessas. A IBM e a General Motors não mantêm hospitais para os seus empregados; oferecem a eles um seguro-saúde, o que qualquer tribo também tem liberdade de fazer.&lt;br /&gt;Se o seu modelo de “cuidar” dos idosos inclui comida, roupas, moradia e o mesmo tipo de atenção que os velhos das tribos étnicas recebem, então ele está inteiramente ao alcance de uma tribo ocupacional.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://largue.rg3.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1676925774512480051-5705046598048588670?l=alemdacivilizacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/feeds/5705046598048588670/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1676925774512480051&amp;postID=5705046598048588670' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/5705046598048588670'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/5705046598048588670'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/2009/02/e-quem-cuida-dos-idosos.html' title='E quem cuida dos idosos?'/><author><name>Janos Biro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-aLCTf2EJ9cA/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAABLI/lmGJlIrO-tE/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1676925774512480051.post-4731469352839783169</id><published>2009-01-21T00:29:00.000-02:00</published><updated>2009-01-21T00:32:22.911-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='6: A nova revolução tribal'/><title type='text'>Segurança do berço ao túmulo? </title><content type='html'>&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CJANOSB%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C04%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" latentstylecount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:""; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} @page Section1 	{size:612.0pt 792.0pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:36.0pt; 	mso-footer-margin:36.0pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-ansi-language:#0400; 	mso-fareast-language:#0400; 	mso-bidi-language:#0400;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Não há dúvida de que o maior benefício da vida tribal étnica é que ela proporciona a seus membros uma segurança que vai do berço ao túmulo. Como sempre começo dizendo, isso não é resultado de santidade ou abnegação dos povos tribais. Os babuínos, os gorilas e os chimpanzés desfrutam exatamente o mesmo tipo de segurança em seus grupos sociais. É óbvio que os grupos que oferecem esse tipo de segurança vão preservar seus membros com muito mais facilidade do que aqueles que não o oferecem. Repetindo: é uma questão de seleção natural. Um grupo que não cuida direito de seus membros é um grupo que não inspira muita lealdade (e, provavelmente, não vai durar muito). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Mas será que as tribos ocupacionais proporcionam esse tipo de segurança a seus membros? Não instantaneamente, claro! Se você e seu irmão fundam uma empresa convencional terça-feira, ele não espera aposentar-se na quarta-feira com um salário integral para o resto da vida — embora talvez espere isso daqui a vinte anos, se ajudar a consolidar o negócio durante esse tempo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;O fato de as tribos étnicas poderem dar a seus membros uma segurança que vai do berço ao túmulo é uma medida real de sua riqueza. Os membros da nossa cultura são ricos em aparelhos, máquinas e diversões, mas todos temos uma idéia muito, muito clara das conseqüências pavorosas de perder o emprego. Para algumas pessoas — para um número grande demais delas — parece o fim do mundo; elas piram, pegam a arma mais próxima e abrem fogo contra seus antigos chefes e metem uma bala nos próprios miolos. Essas são, claramente, pessoas com pouca sensação de segurança. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://largue.rg3.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1676925774512480051-4731469352839783169?l=alemdacivilizacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/feeds/4731469352839783169/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1676925774512480051&amp;postID=4731469352839783169' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/4731469352839783169'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/4731469352839783169'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/2009/01/segurana-do-bero-ao-tmulo.html' title='Segurança do berço ao túmulo? '/><author><name>Janos Biro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-aLCTf2EJ9cA/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAABLI/lmGJlIrO-tE/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1676925774512480051.post-3527925321838933663</id><published>2009-01-19T13:52:00.000-02:00</published><updated>2009-01-19T13:56:47.265-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='6: A nova revolução tribal'/><title type='text'>Tarefas tribais e estruturas de organização</title><content type='html'>&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CJANOSB%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C03%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" latentstylecount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:""; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} @page Section1 	{size:612.0pt 792.0pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:36.0pt; 	mso-footer-margin:36.0pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-ansi-language:#0400; 	mso-fareast-language:#0400; 	mso-bidi-language:#0400;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Na companhia neofuturista, todos os membros da tribo desempenham todas as funções — escrevem, dão espetáculo, vendem entradas, fazem a faxina, e assim por diante. A mesma coisa pode-se dizer do Culpepper &amp;amp; Merriweather Great Combined Circus, onde todos fazem de tudo — levantam a lona, cuidam dos animais, dão espetáculo etc. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;O &lt;i&gt;East Mountain News &lt;/i&gt;foi organizado de outra maneira. Hap e C. J. conseguiam notícias e vendiam espaços de propaganda. Eu montava os anúncios, digitava e revisava os textos. Rennie organizava todas as notícias, fazia a diagramação e era responsável por uma miríade de tarefas administrativas — um número grande demais delas, como acabamos descobrindo. Como ninguém tinha se apresentado para ajudar num esquema tribal, precisávamos contratar pessoas para assumir algumas de suas atribuições, mas não estávamos ganhando o suficiente para isso. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Não percebemos que uma tarefa importante não estava sendo feita por nenhum de nós, uma tarefa que poderia ser chamada de &lt;i&gt;marketing. &lt;/i&gt;Ninguém se apresentou para ampliar os ganhos da tribo desempenhando essa função. Em conseqüência disso, pela falta de conhecimentos especializados e tino comercial, acabamos diante de um obstáculo intransponível. Precisávamos contratar alguém para ajudar Rennie, mas não conseguimos fazer isso porque estávamos sem um membro da tribo que nem sabíamos que não tínhamos. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Uma tribo autônoma precisa realizar &lt;i&gt;todas &lt;/i&gt;as funções que a levarão ao sucesso. Uma tribo de fabricantes de armários não vai dar certo sem um membro que saiba &lt;i&gt;vender &lt;/i&gt;armários. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://largue.rg3.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1676925774512480051-3527925321838933663?l=alemdacivilizacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/feeds/3527925321838933663/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1676925774512480051&amp;postID=3527925321838933663' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/3527925321838933663'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/3527925321838933663'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/2009/01/tarefas-tribais-e-estruturas-de.html' title='Tarefas tribais e estruturas de organização'/><author><name>Janos Biro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-aLCTf2EJ9cA/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAABLI/lmGJlIrO-tE/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1676925774512480051.post-4750920875681943909</id><published>2009-01-15T02:02:00.000-02:00</published><updated>2009-01-15T02:03:45.630-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='6: A nova revolução tribal'/><title type='text'>Um novo empreendimento tribal </title><content type='html'>&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CJANOSB%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C03%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" latentstylecount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:""; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} @page Section1 	{size:612.0pt 792.0pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:36.0pt; 	mso-footer-margin:36.0pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-ansi-language:#0400; 	mso-fareast-language:#0400; 	mso-bidi-language:#0400;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;As pessoas perguntam muitas vezes se eu me considero um largador. No passado, eu respondia: &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;“Claro que não. Sou um prisioneiro do mesmo sistema pegador que você. Dependo inteiramente da vasta maquinaria da grande empresa que publica, distribui e vende meus livros”. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Depois acrescentava que me sentiria muito feliz se &lt;i&gt;reduzisse minha dependência &lt;/i&gt;dessa maquinaria, mesmo que em dez por cento, pois isso representaria ao menos dez por cento de libertação do meu cárcere. Foi só recentemente que Rennie e eu demos passos decisivos para conseguir esses dez por cento. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Eu produzo um monte de material que tem pouco ou nenhum valor “comercial” (não tem atrativos para a máquina editorial de grande porte), mas isso não significa que não seja do interesse de meus leitores. Para colocar esse material à disposição daqueles que desejam tê-lo (e, assim espero, conquistar aqueles dez por cento de liberdade), resolvemos fundar uma companhia chamada New Tribal Ventures, que dará ao público acesso a certas obras de minha autoria fora da maquinaria das grandes editoras norte-americanas. Por exemplo: foi em dois livrinhos — um deles chamado &lt;i&gt;The book of the damned &lt;/i&gt;e o outro, &lt;i&gt;The tales of Adam &lt;/i&gt;— que cheguei à expressão mais feliz de minhas idéias, mas todos concordam que não têm atributos “comerciais”. Esses textos serão editados pela New Tribal Ventures como um volume só com dois livros intitulado &lt;i&gt;An animist testament. &lt;/i&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://largue.rg3.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1676925774512480051-4750920875681943909?l=alemdacivilizacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/feeds/4750920875681943909/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1676925774512480051&amp;postID=4750920875681943909' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/4750920875681943909'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/4750920875681943909'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/2009/01/um-novo-empreendimento-tribal.html' title='Um novo empreendimento tribal '/><author><name>Janos Biro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-aLCTf2EJ9cA/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAABLI/lmGJlIrO-tE/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1676925774512480051.post-9057797803324843388</id><published>2009-01-13T00:44:00.000-02:00</published><updated>2009-01-13T00:46:24.327-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='6: A nova revolução tribal'/><title type='text'>Que tipos de negócio se prestam a isso?</title><content type='html'>&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CJANOSB%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C03%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" latentstylecount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:""; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} @page Section1 	{size:612.0pt 792.0pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:36.0pt; 	mso-footer-margin:36.0pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-ansi-language:#0400; 	mso-fareast-language:#0400; 	mso-bidi-language:#0400;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Para mim, qualquer tipo de negócio que pode dar certo de maneira convencional pode dar certo de maneira tribal — com algumas exceções. Um negócio estruturado em torno do trabalho de um único indivíduo não parece prestar-se a uma abordagem tribal. Por exemplo: é difícil imaginar um clínico-geral e sua equipe trabalhando tribalmente. A disparidade entre o que o médico oferece e o que todos os outros oferecem é grande demais. Por outro lado, a idéia de um hospital tribal não é um absurdo, pois lá o clínico-geral ofereceria um trabalho equivalente ao do cirurgião, do administrador, do anestesista, e assim por diante. Não consegui imaginar uma forma de transformar o trabalho de escritor/a num negócio tribal (a menos que ele/ela prefira publicar a própria obra). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Para citar só algumas coisas: restaurantes, firmas de jardinagem e empreiteiras poderiam se estruturar tribalmente (e tenho certeza de que muitas já fazem isso). Lembre-se de que, tal como já foi definida, uma tribo não é nada mais que uma coalizão de pessoas que trabalham juntas como iguais para ganhar a vida. Realmente não vejo limites para as possibilidades. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://largue.rg3.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1676925774512480051-9057797803324843388?l=alemdacivilizacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/feeds/9057797803324843388/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1676925774512480051&amp;postID=9057797803324843388' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/9057797803324843388'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/9057797803324843388'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/2009/01/que-tipos-de-negcio-se-prestam-isso.html' title='Que tipos de negócio se prestam a isso?'/><author><name>Janos Biro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-aLCTf2EJ9cA/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAABLI/lmGJlIrO-tE/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1676925774512480051.post-6423166176985181292</id><published>2009-01-09T18:24:00.000-02:00</published><updated>2009-01-09T18:29:01.613-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='6: A nova revolução tribal'/><title type='text'>Uma empresa tribal: os ingredientes </title><content type='html'>&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CJANOSB%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C03%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" latentstylecount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:""; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} @page Section1 	{size:612.0pt 792.0pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:36.0pt; 	mso-footer-margin:36.0pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-ansi-language:#0400; 	mso-fareast-language:#0400; 	mso-bidi-language:#0400;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Só o fato de ser tribal não é garantia de sucesso, claro! Os elementos normais necessários para o sucesso também têm de estar presentes. No nosso caso: a necessidade de um jornal e um número bem grande de empresas querendo um lugar para pôr seus anúncios — e tínhamos ambas as coisas. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Mas, além delas, Rennie e eu tivemos a sorte inacreditável de encontrar duas pessoas dispostas a dividir sua sorte conosco estruturando um jornal, que se sentiam satisfeitas por fazer dele um meio de vida (e não de morte) e que estavam acostumadas a viver com muito pouco (como nós). Com tudo isso, era difícil as coisas não darem certo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Acho que o mínimo necessário é um grupo de pessoas (1) que, em conjunto, tenham todas as qualificações indispensáveis para começar e tocar um determinado negócio, (2) que se contentem com um padrão de vida modesto e (3) que estejam dispostas a “pensar tribalmente” —isto é, tirar da empresa aquilo de que precisam, em vez de esperar salários fixos. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://largue.rg3.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1676925774512480051-6423166176985181292?l=alemdacivilizacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/feeds/6423166176985181292/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1676925774512480051&amp;postID=6423166176985181292' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/6423166176985181292'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/6423166176985181292'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/2009/01/uma-empresa-tribal-os-ingredientes.html' title='Uma empresa tribal: os ingredientes '/><author><name>Janos Biro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-aLCTf2EJ9cA/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAABLI/lmGJlIrO-tE/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1676925774512480051.post-4789638142971307983</id><published>2009-01-05T01:55:00.000-02:00</published><updated>2009-01-05T02:01:24.205-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='6: A nova revolução tribal'/><title type='text'>Que aconteceu a Hap e C.J.?</title><content type='html'>Usávamos o jornal como um meio de ganhar a vida para todos nós. Por exemplo: quando Hap precisava de um pneu novo, propúnhamos à borracharia local trocá-lo por um anúncio. Quando C. J. não conseguiu comprar um telefone em seu nome, fizemos uma co-assinatura. Não duvidamos nem por um minuto que, se as nossas posições tivessem sido invertidas, eles teriam feito a mesma coisa por nós. &lt;br /&gt;Quando vendemos o jornal, aconselhamos enfaticamente o novo dono a tocar o negócio com Hap e C. J., mas ele logo deixou claro que tinha outras idéias na cabeça. A essa altura, Hap havia se tornado algo parecido com uma celebridade com seu trabalho no jornal, de modo que não teve a menor dificuldade em conseguir um emprego no Citizen de Torrance Country, um jornal que cobria uma área que se sobrepunha à nossa, no sul. Ainda está lá, no momento em que escrevo estas linhas. A minha fotografia que aparece na sobrecapa de Providência foi tirada por ele quando revisitávamos a região em 1993. &lt;br /&gt;C. J. casou e mudou, e perdemos o contato com ela desde então. Se a vir, diga-lhe que gostaríamos de ter notícias suas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://largue.rg3.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1676925774512480051-4789638142971307983?l=alemdacivilizacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/feeds/4789638142971307983/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1676925774512480051&amp;postID=4789638142971307983' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/4789638142971307983'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/4789638142971307983'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/2009/01/que-aconteceu-hap-e-cj.html' title='Que aconteceu a Hap e C.J.?'/><author><name>Janos Biro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-aLCTf2EJ9cA/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAABLI/lmGJlIrO-tE/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1676925774512480051.post-6975466181357041633</id><published>2009-01-02T02:59:00.000-02:00</published><updated>2009-01-02T03:00:54.072-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='6: A nova revolução tribal'/><title type='text'>O benefício tribal </title><content type='html'>&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CJANOSB%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C03%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;o:smarttagtype namespaceuri="urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" name="PersonName"&gt;&lt;/o:smarttagtype&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" latentstylecount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if !mso]&gt;&lt;object classid="clsid:38481807-CA0E-42D2-BF39-B33AF135CC4D" id="ieooui"&gt;&lt;/object&gt; &lt;style&gt; st1\:*{behavior:url(#ieooui) } &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:""; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} @page Section1 	{size:612.0pt 792.0pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:36.0pt; 	mso-footer-margin:36.0pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-ansi-language:#0400; 	mso-fareast-language:#0400; 	mso-bidi-language:#0400;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;O jornal de Albuquerque não publicava informações do “nosso lado” da montanha, exceto notícias ocasionais de homicídio. Pela primeira vez, por causa do &lt;i&gt;East Mountain News&lt;/i&gt;, as pessoas descobriam o que acontecia em sua região: eventos escolares, políticos, sociais — todo o espectro da vida que é considerado “notícia”. Embora não tivessem como saber, esse era um benefício direto da nossa disposição de estruturar o jornal de modo tribal. Estruturado da forma tradicional, não poderíamos ter-nos &lt;i&gt;dado ao luxo &lt;/i&gt;de oferecer um jornal de verdade. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Eu não estava empenhado em tornar o &lt;i&gt;East Mountain News &lt;/i&gt;um jornal “de verdade”. Minha função no negócio consistia em organizar os anúncios. Certa vez, depois que uma série de números de quatro e oito páginas deixou todos nós com o sentimento de fim da linha, perguntei: “Por que não fazemos só um jornalzinho de bairro cheio de anúncios?” A proposta foi posta &lt;st1:personname productid="em vota￧￣o. Rennie" st="on"&gt;em votação. Rennie&lt;/st1:personname&gt;, Hap e C. J. estavam ali porque era um &lt;i&gt;jornal&lt;/i&gt;, não porque dava dinheiro. O fato de uma folha de classificados dar mais dinheiro era irrelevante para eles. Deixariam de ter o que &lt;i&gt;queriam &lt;/i&gt;se o jornal se tornasse uma folha de classificados, e só ter mais dinheiro não os compensaria da sua perda. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;A coisa importante que temos de entender é que não estávamos “renunciando” a nada por sermos tribais. Estávamos &lt;i&gt;ganhando &lt;/i&gt;por sermos tribais — algo que estaria fora de nosso alcance se as coisas não fossem assim. Não éramos tribais porque éramos nobres e altruístas; éramos tribais porque éramos gananciosos e egoístas. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://largue.rg3.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1676925774512480051-6975466181357041633?l=alemdacivilizacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/feeds/6975466181357041633/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1676925774512480051&amp;postID=6975466181357041633' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/6975466181357041633'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/6975466181357041633'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/2009/01/o-benefcio-tribal.html' title='O benefício tribal '/><author><name>Janos Biro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-aLCTf2EJ9cA/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAABLI/lmGJlIrO-tE/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1676925774512480051.post-7475728101393402275</id><published>2008-12-26T00:29:00.000-02:00</published><updated>2008-12-26T00:45:16.930-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='6: A nova revolução tribal'/><title type='text'>O sucesso e o fracasso do jornal </title><content type='html'>&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CJANOSB%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C03%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" latentstylecount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:""; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} @page Section1 	{size:612.0pt 792.0pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:36.0pt; 	mso-footer-margin:36.0pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-ansi-language:#0400; 	mso-fareast-language:#0400; 	mso-bidi-language:#0400;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;O sucesso surpreendente do jornal foi que, ao estruturá-lo de forma tribal, Rennie e eu conseguimos começar um negócio praticamente sem capital (uma quantidade muito pequena de dinheiro e um equipamento aposentado de composição tipográfica, uma contribuição generosa de James, irmão de Rennie). Teriam sido necessários centenas de milhares de dólares para fundar um jornal da maneira tradicional, o jornal com todo o pessoal contratado por salários normais. Estruturado da forma tradicional, o jornal poderia ter levado cinco anos ou mais para não perder nem ganhar dinheiro. Estruturado tribalmente, levou uma semana. Dada a área enorme a ser coberta e a sua base relativamente pequena de propaganda, o jornal nunca teria gerado lucros suficientes para atrair um anunciante que tivesse os objetivos capitalistas tradicionais. E, na verdade, depois que o vendemos (para um corretor de imóveis local que pretendia fazer dele apenas mais um negócio), faliu rapidamente. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Falando em termos realistas, a área daquela época não tinha condições de sustentar um jornal como um empreendimento capitalista. Ela teria tido condições de sustentar um jornal de bairro (cheio de classificados e com algumas matérias simbólicas). E, na verdade, depois que o &lt;i&gt;East Mountain News &lt;/i&gt;fechou, seu lugar foi ocupado por um jornalzinho de bairro. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://largue.rg3.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1676925774512480051-7475728101393402275?l=alemdacivilizacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/feeds/7475728101393402275/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1676925774512480051&amp;postID=7475728101393402275' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/7475728101393402275'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/7475728101393402275'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/2008/12/o-sucesso-e-o-fracasso-do-jornal.html' title='O sucesso e o fracasso do jornal '/><author><name>Janos Biro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-aLCTf2EJ9cA/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAABLI/lmGJlIrO-tE/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1676925774512480051.post-2072158028997981180</id><published>2008-12-24T14:35:00.000-02:00</published><updated>2008-12-24T14:57:17.691-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='6: A nova revolução tribal'/><title type='text'>O East Mountain News enquanto circo</title><content type='html'>&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CJANOSB%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C03%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" latentstylecount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:""; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} @page Section1 	{size:612.0pt 792.0pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:36.0pt; 	mso-footer-margin:36.0pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-ansi-language:#0400; 	mso-fareast-language:#0400; 	mso-bidi-language:#0400;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Como no circo, cada um de nós tinha um trabalho que era essencial para o sucesso do todo. Como no circo, o pior trabalho era o do chefe (que era feito por Rennie); ninguém a invejava, nem imaginava, por um momento sequer, que ela ganhava demais. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Exatamente como no circo, todos sabiam que o jornal tinha de dar dinheiro, mas ganhar dinheiro não era o objetivo. Como o pessoal do circo, tínhamos uma forma de ganhar a vida que combinava com a gente. Para mantê-la, tínhamos de manter o jornal de pé. Todos nós &lt;i&gt;precisávamos &lt;/i&gt;do jornal. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Sem discutir a questão, todos sabíamos que, como um circo, tínhamos de manter o jornal de pé para que ele pudesse manter-nos de pé. O único problema era que a tribo precisava de mais alguns membros e não percebíamos direito essa necessidade. A chefia precisava dividir algumas tarefas mais estafantes — e havia um bocado delas, considerando que estávamos cobrindo uma área do tamanho de Rhode Island. Rennie estava se desgastando progressivamente, mas as pessoas de que precisávamos não apareceram para dividir conosco a sua sorte e (ao mesmo tempo) ampliar nosso negócio de tal modo que elas também pudessem ganhar a vida com ele. Várias pessoas se apresentaram para ser &lt;i&gt;contratadas&lt;/i&gt;, mas só estavam interessadas no salário. Quando viam quão pouco estávamos ganhando, iam embora. Não ficavam satisfeitas por viver do jornal e fazer do seu sucesso o próprio sucesso delas, como o resto de nós fazia. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://largue.rg3.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1676925774512480051-2072158028997981180?l=alemdacivilizacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/feeds/2072158028997981180/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1676925774512480051&amp;postID=2072158028997981180' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/2072158028997981180'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/2072158028997981180'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/2008/12/o-east-mountain-news-enquanto-circo.html' title='O East Mountain News enquanto circo'/><author><name>Janos Biro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-aLCTf2EJ9cA/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAABLI/lmGJlIrO-tE/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1676925774512480051.post-4213689367574069174</id><published>2008-12-22T23:28:00.000-02:00</published><updated>2008-12-22T23:43:21.429-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='6: A nova revolução tribal'/><title type='text'>Por que deu certo </title><content type='html'>&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CJANOSB%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C04%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" latentstylecount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:""; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} @page Section1 	{size:612.0pt 792.0pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:36.0pt; 	mso-footer-margin:36.0pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-ansi-language:#0400; 	mso-fareast-language:#0400; 	mso-bidi-language:#0400;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;De repente, estávamos na praça — de uma forma modesta. Nenhum de nós recebia salário. No fim da semana, quando o jornal estava na rua, Rennie sentava-se com C. J. e repartia a renda da propaganda que havia sobrado depois de pagar a gráfica. Uma de nossas regras era: só imprimiríamos uma quantidade de exemplares que a renda da propaganda pudesse pagar. Se tivéssemos propaganda suficiente para doze páginas, imprimiríamos doze páginas, e aquela seria considerada “uma semana boa”. Se só tivéssemos o suficiente para oito páginas, imprimiríamos oito, e aquela seria “uma semana razoável”. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;O jornal deu certo para nós por dois motivos. Primeiro: todos tínhamos um padrão de vida muito modesto, de modo que o que conseguíamos com o jornal (uma ninharia segundo os padrões normais) era o bastante. Segundo: ele não era só uma forma de ganhar a vida. Todos adorávamos o jornal e tínhamos um orgulho intenso das contribuições que fazíamos para ele. As fotos de Hap eram tão boas quanto aquelas publicadas em qualquer jornal de cidade grande. As colunas de C. J. eram fabulosas. As matérias de Rennie, que eram o principal destaque do jornal, assim como suas histórias, podiam servir de modelo em escolas de jornalismo. Ainda labutando na sexta versão do livro que um dia seria um romance chamado &lt;i&gt;Ismael&lt;/i&gt;, eu só dedicava três dias por semana ao jornal, fazendo diagramação e digitação, mas ele me dava uma folga do livro e uma chance de fazer outras coisas de que gostava. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Não tínhamos nada parecido com o tamanho de uma tribo étnica, nem vivíamos em comunidade, mas, apesar disso, recebíamos os principais benefícios de uma vida tribal. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://largue.rg3.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1676925774512480051-4213689367574069174?l=alemdacivilizacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/feeds/4213689367574069174/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1676925774512480051&amp;postID=4213689367574069174' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/4213689367574069174'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/4213689367574069174'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/2008/12/por-que-deu-certo.html' title='Por que deu certo '/><author><name>Janos Biro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-aLCTf2EJ9cA/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAABLI/lmGJlIrO-tE/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1676925774512480051.post-439784441993596545</id><published>2008-12-19T00:59:00.002-02:00</published><updated>2008-12-19T01:04:06.817-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='6: A nova revolução tribal'/><title type='text'>East Mountain News</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.lclark.edu/%7Eria/2000/dr.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 273px; height: 372px;" src="http://www.lclark.edu/%7Eria/2000/dr.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Assim que comecei a ver o problema de uma forma diferente, percebi que Rennie e eu e mais duas pessoas havíamos vivido uma época (de forma bem inconsciente) de uma maneira autenticamente tribal — quando produzíamos o East Mountain News numa área enorme de Albuquerque, no Novo México. Rennie e eu tínhamos fundado o jornal como um empreendimento experimental e praticamente sem capital. Depois de editar alguns números, recebemos um telefonema de Hap Veerkamp, um velho jornalista que vivia uma aposentadoria forçada (porque ninguém o contrataria por causa da idade). Ele disse que sabia fazer literalmente tudo num jornal — menos vender espaço de propaganda. Dissemos que adoraríamos ter suas histórias e fotografias, mas, se não encontrássemos ninguém que soubesse vender espaço de propaganda, estaríamos fora de combate muito em breve. Ele disse que ia tentar vender. Algumas semanas depois, ouvimos falar de C. J. Harper, uma jovem que queria desesperadamente tornar-se escritora e que tinha uma idéia para uma coluna da qual talvez gostássemos. Gostamos da coluna e dela. A pergunta seguinte era: “Você sabe vender espaço de propaganda?”&lt;br /&gt;Ela respondeu: “Vendo qualquer coisa”.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://largue.rg3.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1676925774512480051-439784441993596545?l=alemdacivilizacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/feeds/439784441993596545/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1676925774512480051&amp;postID=439784441993596545' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/439784441993596545'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/439784441993596545'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/2008/12/east-mountain-news.html' title='East Mountain News'/><author><name>Janos Biro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-aLCTf2EJ9cA/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAABLI/lmGJlIrO-tE/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1676925774512480051.post-6570848464239908331</id><published>2008-12-18T00:21:00.001-02:00</published><updated>2008-12-18T00:48:34.385-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='6: A nova revolução tribal'/><title type='text'>A Tribo do Corvo — e outras</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www1.istockphoto.com/file_thumbview_approve/4241470/2/istockphoto_4241470-haida-style-crow.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 380px; height: 380px;" src="http://www1.istockphoto.com/file_thumbview_approve/4241470/2/istockphoto_4241470-haida-style-crow.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CJANOSB%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;o:smarttagtype namespaceuri="urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" name="PersonName"&gt;&lt;/o:smarttagtype&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt; 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Era evidente que não tinha nenhum interesse em trabalhar, mas nunca ninguém virou-se para ele com desprezo e lhe disse: “Arranje um emprego!”, porque ele nunca precisou estender a mão para pedir esmola. A sorte que teve pode ter-lhe feito mal, pois se fosse realmente um morador de rua talvez tivesse encontrado seu verdadeiro lugar no mundo como um membro da Tribo do Corvo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Mas é claro que essa tribo não é para todos. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;A primeira vez que discorri sobre a Nova Revolução Tribal &lt;st1:personname productid="Em Meu Ismael" st="on"&gt;em &lt;i&gt;Meu Ismael&lt;/i&gt;&lt;/st1:personname&gt;, eu era como um astrônomo que descreve um planeta cuja existência havia sido deduzida, mas ainda não tinha sido visto por ninguém. Se me pedissem, eu não poderia ter dado um único exemplo a respeito do que falava. Só depois de um ano andando às cegas é que me ocorreu que o circo (que usei como uma espécie de modelo em &lt;i&gt;Providência &lt;/i&gt;— &lt;i&gt;A história de cinqüenta anos da busca de uma visão&lt;/i&gt;) está de fato organizado de uma forma autenticamente tribal (e, mais tarde, acrescentei esse exemplo a edições posteriores de &lt;i&gt;Meu Ismael&lt;/i&gt;). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Mesmo assim: só um único exemplo? &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Depois de mais alguns meses às cegas, percebi que estava preocupado com o modelo tribal étnico, destinado a tornar um grupo de sessenta ou setenta pessoas auto-suficientes. Eu considerava o tamanho e a estrutura e me esquecia dos benefícios. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://largue.rg3.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1676925774512480051-6570848464239908331?l=alemdacivilizacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/feeds/6570848464239908331/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1676925774512480051&amp;postID=6570848464239908331' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/6570848464239908331'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/6570848464239908331'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/2008/12/tribo-do-corvo-e-outras.html' title='A Tribo do Corvo — e outras'/><author><name>Janos Biro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-aLCTf2EJ9cA/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAABLI/lmGJlIrO-tE/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1676925774512480051.post-6896240755860172991</id><published>2008-12-17T00:43:00.004-02:00</published><updated>2008-12-17T01:00:23.331-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='6: A nova revolução tribal'/><title type='text'>PARTE SEIS: A nova revolução tribal </title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.shalincraft-india.com/images/folkart/image/large/warli116.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 369px; height: 228px;" src="http://www.shalincraft-india.com/images/folkart/image/large/warli116.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CJANOSB%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" latentstylecount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:""; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} @page Section1 	{size:612.0pt 792.0pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:36.0pt; 	mso-footer-margin:36.0pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-ansi-language:#0400; 	mso-fareast-language:#0400; 	mso-bidi-language:#0400;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;“Você nunca muda as coisas lutando contra a realidade que existe. Para mudar alguma coisa, construa um novo modelo que torne obsoleto o modelo que existe agora”. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Buckminster Fuller &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;“A marca dos passos de nossos ancestrais foi varrida pelo Grande Esquecimento. Não cabe a nós refazer a mesma marca de seus passos e sim fazer as marcas de nossos próprios passos, igualmente originais”. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Carl Cole, 19 anos &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://largue.rg3.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1676925774512480051-6896240755860172991?l=alemdacivilizacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/feeds/6896240755860172991/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1676925774512480051&amp;postID=6896240755860172991' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/6896240755860172991'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/6896240755860172991'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/2008/12/parte-seis-nova-revoluo-tribal.html' title='PARTE SEIS: A nova revolução tribal '/><author><name>Janos Biro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-aLCTf2EJ9cA/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAABLI/lmGJlIrO-tE/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1676925774512480051.post-4242020140867310453</id><published>2008-12-16T13:31:00.001-02:00</published><updated>2008-12-16T13:51:46.227-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='5: A Tribo do Corvo'/><title type='text'>A mais forte de todas as objeções </title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.ervadaninha.blogger.com.br/368396.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 343px; height: 420px;" src="http://www.ervadaninha.blogger.com.br/368396.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CJANOSB%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" latentstylecount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:""; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} @page Section1 	{size:612.0pt 792.0pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:36.0pt; 	mso-footer-margin:36.0pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-ansi-language:#0400; 	mso-fareast-language:#0400; 	mso-bidi-language:#0400;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Entrar em acordo com os moradores de rua — permitir realmente que os pobres ganhem a vida nas ruas — abriria as portas da prisão da nossa cultura. Os excluídos e os insatisfeitos viriam todos para fora. Seria o primeiro grande movimento de pessoas para aquela terra de ninguém social e econômica que chamo de “além da civilização”. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;A Tribo do Corvo, deixando de ser reprimida, cresceria — talvez explosivamente. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Não queremos que isso aconteça, queremos? Deus do céu, não. Seria caótico. Poderia até ser excitante. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Carlos, um garoto que fugiu de casa e vivia num bueiro do Riverside Park de Manhattan, disse a Jennifer Toth: “Eu mudaria o mundo para haver um lugar para nós. Um lugar bom onde a gente pudesse ter liberdade mesmo, e não viver num buraco”. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Algumas idéias perigosas aqui... um lugar para os moradores de rua... um lugar bom... liberdade mesmo... não num buraco... &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Ponham mais guardas vigiando os muros. Reforcem os portões. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://largue.rg3.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1676925774512480051-4242020140867310453?l=alemdacivilizacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/feeds/4242020140867310453/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1676925774512480051&amp;postID=4242020140867310453' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/4242020140867310453'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/4242020140867310453'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/2008/12/mais-forte-de-todas-as-objees.html' title='A mais forte de todas as objeções '/><author><name>Janos Biro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-aLCTf2EJ9cA/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAABLI/lmGJlIrO-tE/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1676925774512480051.post-6041693324642449961</id><published>2008-12-14T02:14:00.002-02:00</published><updated>2008-12-14T02:21:14.883-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='5: A Tribo do Corvo'/><title type='text'>Objeções</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.geocities.com/guproenca/politica/ORGANIZADO.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 405px; height: 384px;" src="http://www.geocities.com/guproenca/politica/ORGANIZADO.JPG" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;A idéia de entrar em acordo com os moradores de rua vai levantar objeções de todos os lados. Os liberais vão entendê-la como “desistir” de resolver o problema dos moradores de rua, mas isso seria o mesmo que dizer que entrar em acordo com a deterioração das ruas significa desistir de resolver o problema das ruas. Entrar em acordo com os moradores de rua significa ouvir os pobres, que acreditam ter condições de cuidar de si mesmos — com a ajuda que desejam em vez da ajuda que os habitantes de casas respeitáveis pensam que eles “devem ter”.&lt;br /&gt;Na outra extremidade do leque político, os conservadores vão interpretar a proposta de entrar em acordo com os moradores de rua como passar a mão na cabeça dos que vivem de graça e que devem ser disciplinados e punidos até “arranjarem um emprego”. Vão acabar entendendo que é o mesmo que ajudar um pescador pobre a conseguir um equipamento de pesca em vez de lhe dar um peixe para comer.&lt;br /&gt;No entanto, as objeções das autoridades do governo serão muito ruidosas porque sua questão com os moradores de rua vai além de meros princípios. Muita gente vive “combatendo” o problema dos moradores de rua e vêem seu desaparecimento como ameaça ao seu ganha-pão (embora seja evidente que não são bobos para colocar a questão dessa forma).&lt;br /&gt;Na Los Angeles de 1998, roubar um carrinho de supermercado custava uma multa de mil dólares e cem dias atrás das grades. Quando um doador anônimo distribuiu “legalmente” cem carrinhos de supermercado a moradores de rua, as autoridades amarraram a cara e denunciaram a atitude como “bem intencionada, mas equivocada”.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://largue.rg3.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1676925774512480051-6041693324642449961?l=alemdacivilizacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/feeds/6041693324642449961/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1676925774512480051&amp;postID=6041693324642449961' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/6041693324642449961'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/6041693324642449961'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/2008/12/objees.html' title='Objeções'/><author><name>Janos Biro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-aLCTf2EJ9cA/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAABLI/lmGJlIrO-tE/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1676925774512480051.post-538212924876280230</id><published>2008-12-10T23:11:00.001-02:00</published><updated>2008-12-10T23:19:05.955-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='5: A Tribo do Corvo'/><title type='text'>Não estou COMPLETAMENTE sozinho! </title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://isbn.abebooks.com/mz/67/81/0813315867.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 175px; height: 254px;" src="http://isbn.abebooks.com/mz/67/81/0813315867.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CJANOSB%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" latentstylecount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:""; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} @page Section1 	{size:612.0pt 792.0pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:36.0pt; 	mso-footer-margin:36.0pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-ansi-language:#0400; 	mso-fareast-language:#0400; 	mso-bidi-language:#0400;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Quase ao final de seu estudo notável sobre moradores de rua, &lt;i&gt;Checkerboard Square: Culture and resistance in a homeless community, &lt;/i&gt;David Wagner escreve: &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;“E se os moradores de rua... tivessem a oportunidade de ter &lt;i&gt;mobilidade coletiva &lt;/i&gt;e &lt;i&gt;recursos coletivos &lt;/i&gt;em vez de fiscalização, vigilância e tratamento individual? E se as redes sociais densas e as sub-culturas coesas que constituem as comunidades de moradores de rua fossem utilizadas por advogados, assistentes sociais e outros? E se fosse oferecida moradia perto das áreas geográficas em que os grupos de moradores de rua se reúnem, moradias decentes que não exijam abandonar o grupo, mas que pudessem ser partilhadas com os amigos da rua... E se os benefícios sociais fossem distribuídos, não individual, mas coletivamente, de modo que a renda de manutenção ou recursos para comida, abrigo e outros bens fossem dados a um grupo inteiro de pessoas, não a indivíduos? Isto é, não seria necessário uma pessoa esperar horas a fio, fazer um relatório detalhado de todos os aspectos de sua vida pessoal e ir constantemente ao escritório de um assistente social para receber um novo atestado — bastaria obter um subsídio coletivo como parte de um grupo de moradores de rua (ou qualquer outro grupo de pessoas pobres)”. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Todas essas sugestões (que até Wagner concorda que são radicais) representam entrar em acordo com as realidades dos moradores de rua. Pretendem ajudá-los a viver decentemente &lt;i&gt;enquanto &lt;/i&gt;são moradores de rua — e viver da maneira que &lt;i&gt;eles &lt;/i&gt;querem viver (e não como os funcionários do governo pensam que eles &lt;i&gt;devem &lt;/i&gt;viver). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://largue.rg3.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1676925774512480051-538212924876280230?l=alemdacivilizacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/feeds/538212924876280230/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1676925774512480051&amp;postID=538212924876280230' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/538212924876280230'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/538212924876280230'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/2008/12/no-estou-completamente-sozinho.html' title='Não estou COMPLETAMENTE sozinho! '/><author><name>Janos Biro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-aLCTf2EJ9cA/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAABLI/lmGJlIrO-tE/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1676925774512480051.post-8455195312856909122</id><published>2008-12-06T11:11:00.002-02:00</published><updated>2008-12-06T11:55:17.373-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='5: A Tribo do Corvo'/><title type='text'>Que vai resultar disso?</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.citynoise.org/upload/28005.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 394px; height: 295px;" src="http://www.citynoise.org/upload/28005.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CJANOSB%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;o:smarttagtype namespaceuri="urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" name="PersonName"&gt;&lt;/o:smarttagtype&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" latentstylecount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if !mso]&gt;&lt;object classid="clsid:38481807-CA0E-42D2-BF39-B33AF135CC4D" id="ieooui"&gt;&lt;/object&gt; &lt;style&gt; st1\:*{behavior:url(#ieooui) } &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:""; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} @page Section1 	{size:612.0pt 792.0pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:36.0pt; 	mso-footer-margin:36.0pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-ansi-language:#0400; 	mso-fareast-language:#0400; 	mso-bidi-language:#0400;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Se deixarmos os moradores de rua encontrarem seus próprios refúgios e os ajudarmos a tornar esses lugares habitáveis (em vez de afugentá-los sempre que se estabelecerem), se os dirigirmos para as enormes quantidades de comida que são jogadas fora diariamente (em vez de obrigá-los a mendigar comida nos abrigos), se os auxiliarmos ativamente a se sustentar de acordo com seus próprios termos (e não de acordo com os nossos), pense bem: os moradores de rua deixarão de existir em grande medida como “um problema”. Seriam pessoas com quem sempre estaríamos trabalhando nas cidades, como a manutenção das ruas. As ruas de nossas cidades nunca vão ficar “em perfeito estado”. &lt;i&gt;Sempre &lt;/i&gt;vão precisar de reparos — e nós &lt;i&gt;sempre &lt;/i&gt;vamos cuidar de sua manutenção. Não pensamos na manutenção das ruas como “um problema” porque é algo com que &lt;i&gt;entramos em acordo&lt;/i&gt;. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Se quisermos entrar em acordo com os moradores de rua, nós e eles (para variar) vamos trabalhar juntos em vez de entrarmos &lt;st1:personname productid="em desaven￧a. Manter" st="on"&gt;em desavença. Manter&lt;/st1:personname&gt; as pessoas abrigadas, alimentadas e protegidas se tornaria uma preocupação comum e uma tarefa comum. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Entrar em acordo com os moradores de rua não significa que os mendigos, as mulheres sem teto que andam com todos os seus pertences numa sacola e os bêbedos vão desaparecer — assim como a manutenção das ruas não significa que os buracos, as filas duplas e os engarrafamentos vão desaparecer. Entrar em acordo com os moradores de rua (como entrar em acordo com os terremotos) significa enfrentar a realidade, não significa eliminá-la. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://largue.rg3.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1676925774512480051-8455195312856909122?l=alemdacivilizacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/feeds/8455195312856909122/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1676925774512480051&amp;postID=8455195312856909122' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/8455195312856909122'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/8455195312856909122'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/2008/12/que-vai-resultar-disso.html' title='Que vai resultar disso?'/><author><name>Janos Biro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-aLCTf2EJ9cA/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAABLI/lmGJlIrO-tE/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1676925774512480051.post-6157601120213898149</id><published>2008-12-03T10:06:00.002-02:00</published><updated>2008-12-03T11:28:12.217-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='5: A Tribo do Corvo'/><title type='text'>“Gosto do jeito que a minha vida é agora” </title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.citynoise.org/upload/27993.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 490px; height: 367px;" src="http://www.citynoise.org/upload/27993.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CJANOSB%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C03%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;o:smarttagtype namespaceuri="urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" name="PersonName"&gt;&lt;/o:smarttagtype&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" latentstylecount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if !mso]&gt;&lt;object classid="clsid:38481807-CA0E-42D2-BF39-B33AF135CC4D" id="ieooui"&gt;&lt;/object&gt; &lt;style&gt; st1\:*{behavior:url(#ieooui) } &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:""; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} @page Section1 	{size:612.0pt 792.0pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:36.0pt; 	mso-footer-margin:36.0pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-ansi-language:#0400; 	mso-fareast-language:#0400; 	mso-bidi-language:#0400;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Foi isso o que um morador de galerias subterrâneas disse à repórter Jennifer Toth. E explicou: “Sou independente e faço o que quero. Não que eu seja preguiçoso ou não queira trabalhar. Ando por toda a cidade quase todos os dias para catar latas. É a vida que eu quero”. Outro morador de galerias subterrâneas contou ter sido perseguido por um irmão que queria que ele voltasse a ter uma vida normal: “Ele me ofereceu dez mil dólares. Ele não entende! É aqui que eu quero estar agora. Talvez não para sempre, mas agora, sim”. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Um dos sujeitos de David Wagner, que fugiu de espancamentos constantes que recebia em casa, descobriu que a vida nas ruas “era legal, eu dormia quando queria, saía com as pessoas, bebia. Era livre como um passarinho”. Outro, que fugiu de um lar abusivo aos doze anos de idade, disse: “Era ótimo. Eu viajava, descia até o litoral, até o sul. Era maravilhoso, e eu não voltava nunca, acontecesse o que acontecesse”. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Mesmo quando a rua seja apenas a alternativa menos ruim, as pessoas sentem muitas vezes que tem mais apoio aqui do que tinham &lt;st1:personname productid="em casa. Um" st="on"&gt;em casa. Um&lt;/st1:personname&gt; garoto que fugiu de casa, ao descrever seus amigos da rua para Katherine Coleman Lundy, disse: “Se eles precisavam de comida, precisavam de uns dólares, eu dava uns dólares pra eles... Sempre que eu precisava de alguma coisa, se eu precisasse, e eles tivessem, eles me davam”. Outro garoto que fugiu de casa disse a Jennifer Toth: “Temos apoio de verdade uns dos outros, não de um assistente social por uma hora só, mas de pessoas que gostam de você pra valer e te entendem”. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://largue.rg3.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1676925774512480051-6157601120213898149?l=alemdacivilizacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/feeds/6157601120213898149/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1676925774512480051&amp;postID=6157601120213898149' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/6157601120213898149'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/6157601120213898149'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/2008/12/gosto-do-jeito-que-minha-vida-agora.html' title='“Gosto do jeito que a minha vida é agora” '/><author><name>Janos Biro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-aLCTf2EJ9cA/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAABLI/lmGJlIrO-tE/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1676925774512480051.post-9161506035634802019</id><published>2008-12-01T07:57:00.002-02:00</published><updated>2008-12-01T08:02:24.225-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='5: A Tribo do Corvo'/><title type='text'>Deixe meu povo ir embora!</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.estadao.com.br/fotos/paraisopolis.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 290px; height: 282px;" src="http://www.estadao.com.br/fotos/paraisopolis.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os moradores de rua estão “além da civilização” porque estão além do alcance da hierarquia da civilização, que tem-se mostrado incapaz de criar uma extensão estrutural que os inclua. O máximo que consegue fazer é oprimi-los, atormentá-los e obstruí-los. Para entrar em acordo com os moradores de rua seria necessário “deixá-los ir embora”, de forma bem parecida com o faraó bíblico que deixou os israelitas irem embora.&lt;br /&gt;Estou dizendo que, na verdade, os moradores de rua querem ser moradores de rua? Não exatamente. Alguns são “temporários”: aterrissaram nas ruas depois de uma maré de azar e tudo quanto querem é voltar à estrada do sucesso da classe média. Nenhuma de minhas propostas atrapalharia isso. O resto deles está nas ruas não necessariamente porque adoram ser moradores de rua, mas porque as alternativas são piores do que ser morador de rua — internamento, infindáveis maus-tratos familiares, envolvimento com sistemas de assistência social cegos ou indiferentes às suas necessidades, e labuta num mercado de trabalho que não oferece nenhuma esperança real de mobilidade ascendente.&lt;br /&gt;Mas persiste o fato de que muitos que se tornam moradores de rua inicialmente contra a vontade mais tarde adquirem uma nova perspectiva da situação.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://largue.rg3.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1676925774512480051-9161506035634802019?l=alemdacivilizacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/feeds/9161506035634802019/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1676925774512480051&amp;postID=9161506035634802019' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/9161506035634802019'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/9161506035634802019'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/2008/12/deixe-meu-povo-ir-embora.html' title='Deixe meu povo ir embora!'/><author><name>Janos Biro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-aLCTf2EJ9cA/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAABLI/lmGJlIrO-tE/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1676925774512480051.post-4932069513583225608</id><published>2008-11-26T03:53:00.001-02:00</published><updated>2008-11-26T04:46:52.180-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='5: A Tribo do Corvo'/><title type='text'>Deixe que ganhem sua vida </title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://farm3.static.flickr.com/2267/2179488990_71cfe66ef7.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; 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Presa e predadores são grandiosos, mas os carniceiros são desprezíveis. A verdade é que o nosso mundo seria inabitável sem os carniceiros. Estaríamos enterrados no meio de cadáveres. Os carniceiros vivem de livrar o mundo de seu lixo biológico. Longe de amaldiçoá-los, deveríamos abençoá-los. Neste exato momento, a maioria das criaturas mortas nas estradas estão desaparecendo no bico de aves como os corvos e os abutres. Se essas aves se extinguirem, nós mesmos teremos de realizar essa tarefa. O que esses consumidores de carniça fazem por nós agora, de graça, teremos de pagar com o nosso dinheiro. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Em geral, o único modo “honesto” de os moradores de rua ganharem a vida é consumindo restos — e, em geral, ficam bem satisfeitos de ganhar a vida assim. É um trabalho que podem fazer sem ter um endereço, nem se submeter a uma supervisão, bater um cartão de ponto ou manter um guarda-roupa de peças aprovadas socialmente — e podem fazer esse trabalho na hora que bem entenderem. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;David Wagner descreve como turmas de bêbedos trabalham para arrancar cobre de edifícios abandonados para vender. Isso é ilegal, claro!, mesmo que esse cobre, por qualquer motivo, simplesmente se perdesse. Em vez de obstruir esse tipo de atividade, por que não facilitá-lo? Enormes quantidades de materiais poderiam ser recuperadas e recicladas dessa maneira, não só conservando os recursos como também reduzindo a quantidade de objetos que vai para os aterros sanitários para degenerar em lixo tóxico. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://largue.rg3.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1676925774512480051-4932069513583225608?l=alemdacivilizacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/feeds/4932069513583225608/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1676925774512480051&amp;postID=4932069513583225608' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/4932069513583225608'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/4932069513583225608'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/2008/11/deixe-que-ganhem-sua-vida.html' title='Deixe que ganhem sua vida '/><author><name>Janos Biro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-aLCTf2EJ9cA/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAABLI/lmGJlIrO-tE/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://farm3.static.flickr.com/2267/2179488990_71cfe66ef7_t.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1676925774512480051.post-4779762776933406820</id><published>2008-11-21T00:53:00.002-02:00</published><updated>2008-11-21T01:09:37.105-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='5: A Tribo do Corvo'/><title type='text'>Deixe que arranjem a própria comida </title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://static.howstuffworks.com/gif/freegan-1.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 266px;" src="http://static.howstuffworks.com/gif/freegan-1.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CJanos%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C03%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt; 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Alguns restaurantes adotaram a prática de encher os restos de comida de amônia para que não possam ser comidos. Outros puseram cadeados nas latas de lixo. Imagine, em vez disso, ajudar os moradores de rua a organizar sistemas de distribuição dessa comida, grande parte da qual acaba simplesmente apodrecendo nos aterros sanitários. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Ou, melhor ainda, imagine a indignação que uma proposta dessas despertaria nos bons burgueses de nossas cidades. Que coisa horrorosa lhes parece (até imoral) permitir que uma classe de “vadios” vivesse do que eles não precisam ou não querem mais. Mais do que apenas “permitir” esse modo de vida, estaríamos, na verdade, &lt;i&gt;incentivando-o &lt;/i&gt;— &lt;i&gt;facilitando-o! &lt;/i&gt;— quando deveríamos, ao contrário, “combatê-lo”, “acabar com ele!” &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://largue.rg3.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1676925774512480051-4779762776933406820?l=alemdacivilizacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/feeds/4779762776933406820/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1676925774512480051&amp;postID=4779762776933406820' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/4779762776933406820'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/4779762776933406820'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/2008/11/deixe-que-arranjem-prpria-comida.html' title='Deixe que arranjem a própria comida '/><author><name>Janos Biro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-aLCTf2EJ9cA/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAABLI/lmGJlIrO-tE/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1676925774512480051.post-6264156395728665937</id><published>2008-11-16T09:25:00.001-02:00</published><updated>2008-11-16T09:30:59.792-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='5: A Tribo do Corvo'/><title type='text'>Deixe que arranjem um lugar para morar </title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://farm2.static.flickr.com/1343/1172870975_dee256fb0c_o.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 470px; height: 504px;" src="http://farm2.static.flickr.com/1343/1172870975_dee256fb0c_o.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CJanos%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C03%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" latentstylecount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:""; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} @page Section1 	{size:612.0pt 792.0pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:36.0pt; 	mso-footer-margin:36.0pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-ansi-language:#0400; 	mso-fareast-language:#0400; 	mso-bidi-language:#0400;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Regular e incriminar os moradores de rua equivale a desafiar os terremotos com estruturas rígidas. Desregular e descriminar os moradores de rua equivale a reconhecer que “a maquinaria do sistema... criou um mundo que não consegue mais controlar”. Portanto, devemos desistir de controlar os moradores de rua porque é uma situação que está &lt;i&gt;além &lt;/i&gt;da possibilidade de controle, exatamente como o terremoto. Como não podemos derrotá-lo, devemos aprender a tirar dele o melhor proveito possível. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Embaixo de Manhattan há milhares de quilômetros de galerias subterrâneas habitáveis que não são usados para nada e interditados aos moradores de rua por uma única razão: eles podem tentar viver lá. Os moradores de rua tentam &lt;i&gt;realmente &lt;/i&gt;morar lá e, por isso, supõe-se que seja dever das autoridades expulsá-los. As autoridades explicam que ninguém “deve” viver em galerias subterrâneas. Não foram criadas como espaços para ser habitados. Não oferecem segurança. São insalubres. Não têm saneamento básico. Apesar de tudo isso, alguns moradores de rua &lt;i&gt;preferem &lt;/i&gt;viver nos túneis a morar nas calçadas ou embaixo de viadutos. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Em vez de mandar a polícia expulsar os moradores de rua das galerias subterrâneas, as autoridades deveriam mandar os urbanistas perguntarem que serviços a prefeitura poderia oferecer para melhorar a situação deles. E poderiam ouvir: “Precisamos de ajuda no saneamento, na água, na energia elétrica”. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Não tente expulsar os moradores de rua dos lugares que eles acham razoáveis. Ajude-os a sobreviver nos lugares que &lt;i&gt;eles &lt;/i&gt;acham razoáveis. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://largue.rg3.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1676925774512480051-6264156395728665937?l=alemdacivilizacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/feeds/6264156395728665937/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1676925774512480051&amp;postID=6264156395728665937' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/6264156395728665937'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/6264156395728665937'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/2008/11/deixe-que-arranjem-um-lugar-para-morar.html' title='Deixe que arranjem um lugar para morar '/><author><name>Janos Biro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-aLCTf2EJ9cA/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAABLI/lmGJlIrO-tE/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1676925774512480051.post-2657653932373214614</id><published>2008-11-14T13:39:00.001-02:00</published><updated>2008-11-14T13:45:13.427-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='5: A Tribo do Corvo'/><title type='text'>Como seria fazer esse acordo?</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.panoramablogmario.blogger.com.br/corporativo_lute.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 429px; height: 360px;" src="http://www.panoramablogmario.blogger.com.br/corporativo_lute.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sabemos o que significa “querer acabar” com os moradores de rua. Atacamos em duas frentes. Numa delas, os abrigos criados para os moradores de rua, mas (como não queremos que eles fiquem lá) que tornamos o menos acolhedores possível. Na outra, promulgamos uma legislação que proíbe acampar e incrimina aqueles que não ficam nos abrigos. Essa legislação permite (ou obriga) que a polícia hostilize os moradores de rua que estão “fora de seu devido lugar”, que acabam por ficar onde não queremos que fiquem. Enquanto os moradores de rua não se endireitarem, arranjarem um emprego e ascenderem magicamente para a classe média da corrente principal dos Estados Unidos, o jogo vai ser assim: “Cara, nós ganhamos; coroa, vocês perdem”.&lt;br /&gt;Fazer um acordo com os moradores de rua seria ajudar os moradores de rua ENQUANTO eles são moradores de rua. Que idéia! Posso ouvir os uivos de raiva, tanto dos liberais quanto dos conservadores, que concordam com esse conceito. Ajudar as pessoas a continuarem sendo moradores de rua? Queremos que eles deixem de ser moradores de rua! (Pois assim voltarão à corrente principal).&lt;br /&gt;O primeiro passo para um acordo com os moradores de rua seria descriminá-los e desregulá-los. Desregulamos alegremente indústrias de um trilhão de dólares, capazes de causar danos irreparáveis, mas desregular os pobres relativamente indefesos — que idéia! As autoridades das instituições de poupança e crédito desreguladas podem ter-nos arrancado bilhões de dólares, mas pelo menos não ficam pelas esquinas cobertas de andrajos!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://largue.rg3.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1676925774512480051-2657653932373214614?l=alemdacivilizacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/feeds/2657653932373214614/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1676925774512480051&amp;postID=2657653932373214614' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/2657653932373214614'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/2657653932373214614'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/2008/11/como-seria-fazer-esse-acordo.html' title='Como seria fazer esse acordo?'/><author><name>Janos Biro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-aLCTf2EJ9cA/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAABLI/lmGJlIrO-tE/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1676925774512480051.post-8381268552602119732</id><published>2008-11-13T13:28:00.002-02:00</published><updated>2008-11-13T13:36:00.266-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='5: A Tribo do Corvo'/><title type='text'>Morar na rua equivale a um terremoto? </title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.portaldafilosofia.net/filosofos/img/marcuse.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 501px; height: 450px;" src="http://www.portaldafilosofia.net/filosofos/img/marcuse.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CJanos%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C03%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" latentstylecount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:""; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} @page Section1 	{size:612.0pt 792.0pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:36.0pt; 	mso-footer-margin:36.0pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-ansi-language:#0400; 	mso-fareast-language:#0400; 	mso-bidi-language:#0400;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Um náufrago estava afundando pela terceira vez quando avistou um navio a distância. Reunindo as últimas forças, acenou freneticamente e pediu ajuda. Alguém a bordo do navio olhou para ele com desprezo e gritou em resposta: “Arranje um bote!” &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;O cientista social Peter Marcuse escreveu: “Os moradores de rua levam não só à conclusão intelectual de que a maquinaria do sistema fracassou de algum modo por não conseguir produzir o abrigo básico de que todos precisam, como também à conclusão social de que o sistema se chocou contra alguns limites que não pode ultrapassar, de que criou &lt;i&gt;um mundo que não consegue mais controlar&lt;/i&gt;” (itálicos meus). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Gosto dessa citação porque sua referência à “maquinaria do sistema” se encaixa perfeitamente na minha analogia da engenharia. Essa maquinaria criou um mundo habitado por pessoas &lt;i&gt;que não consegue mais controlar. &lt;/i&gt;Traduzindo isso para o meu sistema metafórico, Marcuse diz que os moradores de rua entraram numa terra de ninguém social e econômica que está &lt;i&gt;além da civilização&lt;/i&gt;. E, quando essa maquinaria trabalha para obrigar os moradores de rua a voltarem para o seu devido lugar, fracassa — repetida e consistentemente. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Jacques Attali, o guru da tecnologia, anunciou o fim da era da classe operária: “As máquinas são o novo proletariado”, diz ele. “A classe operária está recebendo seu bilhete azul”. Mas todos sabemos que não há lugar para quem não trabalha na estrutura conhecida como civilização. Portanto, para onde, diabos, se espera que o bilhete azul os leve — senão para &lt;i&gt;além &lt;/i&gt;dessa estrutura? &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://largue.rg3.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1676925774512480051-8381268552602119732?l=alemdacivilizacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/feeds/8381268552602119732/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1676925774512480051&amp;postID=8381268552602119732' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/8381268552602119732'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/8381268552602119732'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/2008/11/morar-na-rua-equivale-um-terremoto.html' title='Morar na rua equivale a um terremoto? '/><author><name>Janos Biro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-aLCTf2EJ9cA/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAABLI/lmGJlIrO-tE/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1676925774512480051.post-8732535751454632186</id><published>2008-11-10T12:59:00.001-02:00</published><updated>2008-11-10T13:02:41.541-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='5: A Tribo do Corvo'/><title type='text'>Ouça os moradores de rua </title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_UrYohLBZ1-Y/SRhM_f9vk2I/AAAAAAAAAfU/KBQCBO-jbks/s1600-h/MS+Moradores+de+rua+protestam+contra+viol%C3%AAncia+da+Guarda+Civil+Metropolitana+em+S%C3%A3o+Paulo+foto+Iber%C3%AA+Then%C3%B3rio.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 266px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_UrYohLBZ1-Y/SRhM_f9vk2I/AAAAAAAAAfU/KBQCBO-jbks/s400/MS+Moradores+de+rua+protestam+contra+viol%C3%AAncia+da+Guarda+Civil+Metropolitana+em+S%C3%A3o+Paulo+foto+Iber%C3%AA+Then%C3%B3rio.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5267044418005734242" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CJanos%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C03%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" latentstylecount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:""; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} @page Section1 	{size:612.0pt 792.0pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:36.0pt; 	mso-footer-margin:36.0pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-ansi-language:#0400; 	mso-fareast-language:#0400; 	mso-bidi-language:#0400;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Um elemento que faz parte do acordo com os moradores de rua é aceitar o fato de que os pobres escolherão sempre a menos ruim das alternativas à sua disposição. Se você os encontrar vivendo embaixo da ponte em vez de morar num abrigo municipal limpo e bem-arrumado a apenas um quarteirão de distância, pode ter certeza absoluta de que não cometeram um erro — do ponto de vista deles. Os procedimentos para admissão no abrigo podem ser intoleravelmente invasivos, arbitrários ou humilhantes, ou suas regras podem ser draconianas. Seja o que for, os desconfortos de se abrigar embaixo da ponte são mais fáceis de suportar. Naturalmente, o que é menos ruim para um indivíduo não é necessariamente o menos ruim para outro. Os moradores de rua da cidade de Nova York vão dizer-lhe que há tanta comida por ali que é quase impossível passar fome. Mesmo assim, existem aqueles que preferem afastar-se desse mundo de abundância e se manter nas galerias subterrâneas, onde há abundância de caça (depois que você se acostuma com a idéia de caçar, matar e cozinhar os “coelhos” do lugar — ratos). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Outro elemento que faz parte do acordo com os moradores de rua é aceitar o fato de que compreendem sua situação, não necessariamente da mesma forma que um cientista social, um economista ou um urbanista, mas de um ponto de vista prático e pessoal. Talvez não sejam capazes de fazer um discurso sobre o processo de desindustrialização, mas sabem que as pessoas que presunçosamente os mandam “arranjar um emprego” vivem num mundo de fantasia e imaginam a existência de um mundo de trabalho que não existe há décadas. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://largue.rg3.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1676925774512480051-8732535751454632186?l=alemdacivilizacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/feeds/8732535751454632186/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1676925774512480051&amp;postID=8732535751454632186' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/8732535751454632186'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/8732535751454632186'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/2008/11/oua-os-moradores-de-rua.html' title='Ouça os moradores de rua '/><author><name>Janos Biro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-aLCTf2EJ9cA/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAABLI/lmGJlIrO-tE/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_UrYohLBZ1-Y/SRhM_f9vk2I/AAAAAAAAAfU/KBQCBO-jbks/s72-c/MS+Moradores+de+rua+protestam+contra+viol%C3%AAncia+da+Guarda+Civil+Metropolitana+em+S%C3%A3o+Paulo+foto+Iber%C3%AA+Then%C3%B3rio.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1676925774512480051.post-1733610524407869732</id><published>2008-11-08T09:04:00.001-02:00</published><updated>2008-11-08T09:09:47.666-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='5: A Tribo do Corvo'/><title type='text'>Uma regra nova para cabeças novas</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.brazilkids.de/pct_rua_009.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 312px;" src="http://www.brazilkids.de/pct_rua_009.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para imaginar uma reação diante do fracasso melhor do que essa, você não precisa (como dizem) ser um cientista genial. Eu a definiria da seguinte forma: se não deu certo no ano passado, nem no anterior, nem no outro antes deste, nem no anterior a este último — nem em qualquer outro da história conhecida —, TENTE ALGO DIFERENTE.&lt;br /&gt;Acreditamos profundamente na adoção de uma abordagem militar para resolver os nossos problemas. Declaramos “guerra” à pobreza. Quando a medida não dá certo, declaramos “guerra” às drogas. “Combatemos” o crime. “Lutamos” para acabar com os moradores de rua. “Lutamos” contra a fome. Juramos “derrotar” a Aids.&lt;br /&gt;Os engenheiros não podem se dar ao luxo de fracassar tão freqüentemente quanto os políticos e os burocratas e, por isso, preferem entrar em acordo com a resistência de seu objeto (como eu). Por exemplo: eles sabem que não é possível construir uma estrutura suficientemente rígida para resistir a terremotos. Por isso, em vez de desafiar o poder dos terremotos construindo estruturas rígidas, entram em acordo com esse poder construindo estruturas flexíveis. Fazer um acordo não é apenas ceder, mas ceder ao mesmo tempo que se aproxima de algo: você pode entrar em acordo não apenas em relação a briga, mas também a um trono. Desse modo, o edifício a prova de terremotos sobrevive, não desafiando o poder do terremoto, mas reconhecendo-o — aproximando-se dele e lidando com ele.&lt;br /&gt;Assim que alguém tiver coragem suficiente para lidar dessa maneira com os moradores de rua, reconhecendo sua existência e aproximando-se deles, em lugar de combatê-los, coisas notáveis começarão a acontecer aqui — e não será só para os moradores de rua.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://largue.rg3.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1676925774512480051-1733610524407869732?l=alemdacivilizacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/feeds/1733610524407869732/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1676925774512480051&amp;postID=1733610524407869732' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/1733610524407869732'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/1733610524407869732'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/2008/11/uma-regra-nova-para-cabeas-novas.html' title='Uma regra nova para cabeças novas'/><author><name>Janos Biro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-aLCTf2EJ9cA/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAABLI/lmGJlIrO-tE/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1676925774512480051.post-6750968691118790378</id><published>2008-11-04T00:56:00.001-02:00</published><updated>2008-11-04T01:00:21.978-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='5: A Tribo do Corvo'/><title type='text'>Se não deu certo no ano passado... </title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://images.indymedia.org/imc/washingtondc/media/image/6/poverty.gif"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 273px; height: 297px;" src="http://images.indymedia.org/imc/washingtondc/media/image/6/poverty.gif" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CJanos%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C03%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt; 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Não deu certo no ano passado, nem no anterior, nem no outro antes deste, nem no anterior a este último, mas você pode ter certeza de que tentaremos de novo este ano, sabendo, sem a menor sombra de dúvida, que também não vai dar certo de novo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Todo ano gastamos mais dinheiro com nossas escolas, com a esperança de “consertar” qualquer coisa que possa haver de errado nelas, e todo ano as escolas continuam teimosamente problemáticas. Gastar mais dinheiro não deu certo no ano passado, mas você pode ter certeza de que tentaremos de novo este ano, sabendo, sem a menor sombra de dúvida, que também não vai dar certo de novo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Todo ano tentamos acabar com os moradores de rua, e todo ano vemos que os moradores de rua continuam entre nós. Não conseguimos ajudá-los a voltar para “a corrente principal” no ano passado, nem no anterior, nem no outro antes deste, nem no anterior a este último, mas você pode ter certeza de que tentaremos de novo este ano, sabendo, sem a menor sombra de dúvida, que também não vai dar certo de novo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://largue.rg3.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1676925774512480051-6750968691118790378?l=alemdacivilizacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/feeds/6750968691118790378/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1676925774512480051&amp;postID=6750968691118790378' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/6750968691118790378'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/6750968691118790378'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/2008/11/se-no-deu-certo-no-ano-passado.html' title='Se não deu certo no ano passado... '/><author><name>Janos Biro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-aLCTf2EJ9cA/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAABLI/lmGJlIrO-tE/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1676925774512480051.post-7476393255760939130</id><published>2008-11-01T00:36:00.002-02:00</published><updated>2008-11-01T00:46:21.254-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='5: A Tribo do Corvo'/><title type='text'>Como acabar com os moradores de rua </title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.atarde.com.br/arquivos/2007/10/12853.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 355px; height: 250px;" src="http://www.atarde.com.br/arquivos/2007/10/12853.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CJanos%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C03%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" latentstylecount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:""; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} @page Section1 	{size:612.0pt 792.0pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:36.0pt; 	mso-footer-margin:36.0pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-ansi-language:#0400; 	mso-fareast-language:#0400; 	mso-bidi-language:#0400;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;As autoridades públicas (refletindo os desejos implícitos de seu eleitorado) querem, naturalmente, que os moradores de rua acabem. Não se trata de um impulso destituído de bondade. O pressuposto é de que os moradores de rua &lt;i&gt;querem &lt;/i&gt;realmente desaparecer (ao menos os “pobres dignos” entre eles!) — com o surgimento de empregos, casas para morar e a retomada de uma vida “normal”. O papel das autoridades é, por conseguinte, ajudar, estimular e encorajar os moradores de rua a retomarem a vida normal. Acima de tudo, nada deve ser feito para encorajar os moradores de rua a &lt;i&gt;continuarem &lt;/i&gt;moradores de rua. Em resumo: a vida dos moradores de rua deve tornar-se tão ininterruptamente difícil, degradante e sofrida quanto possível, e você pode ter certeza de que os nossos guardiões públicos sabem muito bem como conseguir isso. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Naturalmente, o público quer um abrigo para os moradores de rua, mas não deve ser muito acolhedor; ninguém deve querer “ficar” num deles. Se os moradores de rua começarem a “ficar” nos abrigos, esse fato significaria o fracasso de seus objetivos, que é incentivar os moradores de rua a saírem dessa condição. Evitando a todo o custo os abrigos oficialmente sancionados, os moradores de rua refugiam-se em praticamente todos os outros lugares — ruas arborizadas, praças, túneis e edifícios abandonados, embaixo de pontes e viadutos etc. A polícia tem de afugentá-los regularmente desses locais porque, se os moradores de rua se sentirem bem em algum lugar, &lt;i&gt;qualquer &lt;/i&gt;que seja, o que os motivaria a &lt;i&gt;deixarem &lt;/i&gt;de ser moradores de rua? Tornar e manter a vida dos moradores de rua a pior possível é uma atitude vista como um amor austero — a maior bondade que podemos ter para com eles. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;O único problema é que, por alguma estranha razão, não dá certo — ninguém dá a mínima. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://largue.rg3.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1676925774512480051-7476393255760939130?l=alemdacivilizacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/feeds/7476393255760939130/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1676925774512480051&amp;postID=7476393255760939130' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/7476393255760939130'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/7476393255760939130'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/2008/11/como-acabar-com-os-moradores-de-rua.html' title='Como acabar com os moradores de rua '/><author><name>Janos Biro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-aLCTf2EJ9cA/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAABLI/lmGJlIrO-tE/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1676925774512480051.post-8168847928708225144</id><published>2008-10-28T06:45:00.001-02:00</published><updated>2008-10-28T06:50:23.113-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='5: A Tribo do Corvo'/><title type='text'>Pioneiros relutantes</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://wendyusuallywanders.files.wordpress.com/2008/01/homeless-dinner.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 600px; height: 600px;" src="http://wendyusuallywanders.files.wordpress.com/2008/01/homeless-dinner.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CJanos%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C03%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt; 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Morador de rua é algo mais que um eufemismo de pobreza, uma vez que chama a atenção para a forma especial que a pobreza assume em cidades hipermodernas, que podem ser definidas como cidades onde o espaço é tão valioso que nenhum fragmento dele pode ser reservado para os pobres. Com o desaparecimento completo da moradia de baixo custo, simplesmente não há espaço “dentro de casa” para os pobres dessas cidades. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Várias correntes distintas se juntam na leva de moradores de rua. Uma delas consiste nos doentes mentais, jogados nas ruas quando a desinstitucionalização tornou-se a febre dos anos 70. Outra consiste em operários semi qualificados ou desqualificados, cujos empregos foram exportados para os países onde o trabalho é mais barato ou que se tornaram supérfluos em virtude da diminuição de tamanho das empresas ou da automação. Outra ainda consiste naqueles que, nas décadas de 50 e 60, teriam sido considerados “em desvantagem”: mulheres e crianças abandonadas, vítimas de preconceito racial ou étnico, gente sem instrução, sem qualificação profissional e cronicamente desempregada. Todas essas pessoas são vistas como vítimas, ou como pobres “dignos”. Outros que engrossam a leva de moradores de rua são os desertores, os viciados em drogas, os mendigos, os bêbedos, os desocupados e os vagabundos, que, como parecem “escolher” morar nas ruas, são os pobres “indignos”. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://largue.rg3.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1676925774512480051-8168847928708225144?l=alemdacivilizacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/feeds/8168847928708225144/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1676925774512480051&amp;postID=8168847928708225144' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/8168847928708225144'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/8168847928708225144'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/2008/10/pioneiros-relutantes.html' title='Pioneiros relutantes'/><author><name>Janos Biro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-aLCTf2EJ9cA/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAABLI/lmGJlIrO-tE/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1676925774512480051.post-6622366050020797014</id><published>2008-10-27T00:03:00.002-02:00</published><updated>2008-10-27T00:13:49.115-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='5: A Tribo do Corvo'/><title type='text'>PARTE CINCO: A Tribo do Corvo </title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.elcivics.com/images/crow-tribe.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 370px; height: 347px;" src="http://www.elcivics.com/images/crow-tribe.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CJanos%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C04%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt; 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 &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Joseph Chassler &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://largue.rg3.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1676925774512480051-6622366050020797014?l=alemdacivilizacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/feeds/6622366050020797014/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1676925774512480051&amp;postID=6622366050020797014' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/6622366050020797014'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/6622366050020797014'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/2008/10/parte-cinco-tribo-do-corvo.html' title='PARTE CINCO: A Tribo do Corvo '/><author><name>Janos Biro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-aLCTf2EJ9cA/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAABLI/lmGJlIrO-tE/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1676925774512480051.post-4752437022015340379</id><published>2008-10-06T15:39:00.002-03:00</published><updated>2008-10-06T15:46:31.957-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='4. Rumo ao novo tribalismo'/><title type='text'>Mas onde exatamente fica “além”? </title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.carlosolano.com.br/carlosolano/images/fengshui_projetos/ecovila03.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px;" src="http://www.carlosolano.com.br/carlosolano/images/fengshui_projetos/ecovila03.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CJanos%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C03%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" latentstylecount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:""; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} @page Section1 	{size:612.0pt 792.0pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:36.0pt; 	mso-footer-margin:36.0pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-ansi-language:#0400; 	mso-fareast-language:#0400; 	mso-bidi-language:#0400;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;No cenário utópico paradigmático, você reúne seus amigos, aparelham-se de instrumentos agrícolas e descobrem um pedacinho do paraíso intocado para onde você pode fugir e livrar-se daquilo tudo. A atração clara dessa velha fantasia desgastada é que não requer nenhuma imaginação (já está pronta para ser usada), pode ser experimentada por qualquer um que tenha os fundos necessários e, às vezes, funciona realmente durante mais de alguns meses. Defendê-la como a solução geral para seis bilhões de pessoas seria propor o maior recorde de inanição de todos os tempos. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;A civilização não é um território geográfico — é um território social e econômico onde os faraós reinam e as pirâmides são construídas pelas massas. Da mesma forma, além da civilização não é um território geográfico — é um território social e econômico onde os membros de tribos abertas procuram atingir objetivos que podem ou não ser reconhecidos como “civilizados”. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Você não precisa “ir para um lugar qualquer” para ir além da civilização. Você tem de ganhar a vida de outra forma. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://largue.rg3.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1676925774512480051-4752437022015340379?l=alemdacivilizacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/feeds/4752437022015340379/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1676925774512480051&amp;postID=4752437022015340379' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/4752437022015340379'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/4752437022015340379'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/2008/10/mas-onde-exatamente-fica-alm.html' title='Mas onde exatamente fica “além”? '/><author><name>Janos Biro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-aLCTf2EJ9cA/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAABLI/lmGJlIrO-tE/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1676925774512480051.post-8181474430408951279</id><published>2008-10-01T01:55:00.002-03:00</published><updated>2008-10-01T02:27:45.495-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='4. Rumo ao novo tribalismo'/><title type='text'>Duzentos anos depois da civilização</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_UrYohLBZ1-Y/SOMKBwM17-I/AAAAAAAAAWw/GPxHl7t8F3A/s1600-h/6.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://2.bp.blogspot.com/_UrYohLBZ1-Y/SOMKBwM17-I/AAAAAAAAAWw/GPxHl7t8F3A/s400/6.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5252052615679045602" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O equilíbrio de poder econômico entre a “civilização” (agora quase sempre carregando essas aspas) e o “depois da civilização” que a circunda altera-se gradualmente. Um número cada vez maior de pessoas percebem que podem trocar uma enorme quantidade de coisas que não desejam profundamente (poder, status social e supostos confortos, comodidades e luxos) por coisas que desejam de fato profundamente (segurança, trabalho significativo, mais lazer, igualdade social — todos produtos do modo de vida tribal). “A economia”, que deixou de estar vinculada a um mercado em expansão permanente, foi se tornando uma questão cada vez mais local à medida que as grandes empresas nacionais perderam gradualmente sua razão de ser.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Duzentos anos depois, aquilo que chamamos de civilização foi deixado para trás e parece tão obsoleto quanto a teocracia de Oliver Cromwell. As cidades ainda existem — para onde iriam? —, assim como as artes, as ciências, a tecnologia, mas deixaram de ser instrumentos e manifestações da cultura de prejuízo máximo.&lt;br /&gt;Não me permito fazer essas especulações para parecer que tenho dons proféticos. Atiro-as à água para mostrar a você que parte do lago tenho em vista... e para deixá-lo seguir as ondas, de volta à praia do presente.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://largue.rg3.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1676925774512480051-8181474430408951279?l=alemdacivilizacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/feeds/8181474430408951279/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1676925774512480051&amp;postID=8181474430408951279' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/8181474430408951279'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/8181474430408951279'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/2008/10/duzentos-anos-depois-da-civilizao.html' title='Duzentos anos depois da civilização'/><author><name>Janos Biro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-aLCTf2EJ9cA/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAABLI/lmGJlIrO-tE/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_UrYohLBZ1-Y/SOMKBwM17-I/AAAAAAAAAWw/GPxHl7t8F3A/s72-c/6.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1676925774512480051.post-3108730385968859054</id><published>2008-09-29T12:20:00.001-03:00</published><updated>2008-09-29T12:23:01.319-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='4. Rumo ao novo tribalismo'/><title type='text'>Cem anos depois da civilização </title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_UrYohLBZ1-Y/SODyvLjfoOI/AAAAAAAAAWo/oPnbq_AFjPQ/s1600-h/abandoned-city-2.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://2.bp.blogspot.com/_UrYohLBZ1-Y/SODyvLjfoOI/AAAAAAAAAWo/oPnbq_AFjPQ/s400/abandoned-city-2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5251464057883435234" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CJanos%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C03%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" latentstylecount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:""; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} @page Section1 	{size:612.0pt 792.0pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:36.0pt; 	mso-footer-margin:36.0pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-ansi-language:#0400; 	mso-fareast-language:#0400; 	mso-bidi-language:#0400;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;As pessoas ainda estarão vivendo aqui daqui a cem anos — &lt;i&gt;se &lt;/i&gt;começarmos logo a viver de outra forma. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Caso contrário, não estarão vivendo aqui. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Mas como chegar lá e como será? Os utopistas não conseguem abandonar a idéia de virem a existir pessoas melhores, mais gentis, mais amorosas. Prefiro voltar-me para o que funcionou durante milhões de anos para as pessoas &lt;i&gt;tais como elas são. &lt;/i&gt;A santidade não é um pré-requisito. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Fazendo uma projeção para o futuro: à medida que as pessoas começam a pular o muro nas primeiras décadas do novo milênio, nossos guardas ficam inicialmente alarmados e vêem o processo como um anúncio do fim da civilização-tal-como-a-conhecemos. Aumentam o muro com arame farpado social e econômico, mas logo percebem a futilidade dessa providência. As pessoas vão continuar arrastando pedras se estiverem convencidas de que não há outro curso a seguir, mas, assim que descobrem um outro curso, nada pode impedi-las de desertar. No início, os desertores ganham a vida graças aos construtores de pirâmides, como os circos de hoje. Mas, à medida que o tempo passa, começam a depender menos dos construtores de pirâmides. Interagem cada vez mais uns com os outros e constroem sua própria economia intertribal. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Depois de cem anos, a civilização ainda vai existir com cerca de metade de seu tamanho atual. Metade da população do mundo ainda faz parte da cultura do prejuízo máximo, mas a outra metade, vivendo tribalmente, desfruta um estilo de vida mais modesto, voltado para obter mais do que as pessoas querem (em contraposição a só obter mais). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://largue.rg3.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1676925774512480051-3108730385968859054?l=alemdacivilizacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/feeds/3108730385968859054/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1676925774512480051&amp;postID=3108730385968859054' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/3108730385968859054'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/3108730385968859054'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/2008/09/cem-anos-depois-da-civilizao.html' title='Cem anos depois da civilização '/><author><name>Janos Biro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-aLCTf2EJ9cA/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAABLI/lmGJlIrO-tE/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_UrYohLBZ1-Y/SODyvLjfoOI/AAAAAAAAAWo/oPnbq_AFjPQ/s72-c/abandoned-city-2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1676925774512480051.post-6275003018411557512</id><published>2008-09-27T10:15:00.001-03:00</published><updated>2008-09-27T10:49:42.477-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='4. Rumo ao novo tribalismo'/><title type='text'>Fim da corrida por alimento</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://mx.geocities.com/obrerosdeltemplo_81/imagenes/minotauro.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px;" src="http://mx.geocities.com/obrerosdeltemplo_81/imagenes/minotauro.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A corrida armamentista só podia acabar de duas formas: em uma catástrofe nuclear ou na desistência de seus participantes. Felizmente, foi a segunda que se concretizou. Os soviéticos saíram — e não houve catástrofe.&lt;br /&gt;A corrida entre alimentos e população está na mesma situação: pode acabar numa catástrofe, quando uma massa simplesmente grande demais da biomassa do planeta estiver subordinada aos seres humanos e os sistemas ecológicos fundamentais desmoronarem, mas não precisa acabar assim. Pode acabar como a corrida armamentista: as pessoas simplesmente saindo da corrida. Podemos dizer: “Entendemos agora que não pode haver um triunfo final da comida sobre a população, porque toda vitória isolada do lado da comida tem como resposta uma vitória do lado da população. É assim, sempre foi assim, e estamos vendo que nunca vai deixar de ser assim”.&lt;br /&gt;Mas isso não vai ocorrer por causa dessa meia dúzia de palavras — nem por causa dos milhares que já disse em meus outros livros e palestras. Esse tema diz respeito à nossa mitologia cultural em seu nível mais profundo — um nível muito mais profundo do que eu imaginava quando pensei que poderia ser resolvido com algumas páginas em Ismael. Esse é o minotauro fatal, o devorador de homens que está no centro do labirinto de nossa cultura... muito além do alcance da nossa expedição atual.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://largue.rg3.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1676925774512480051-6275003018411557512?l=alemdacivilizacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/feeds/6275003018411557512/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1676925774512480051&amp;postID=6275003018411557512' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/6275003018411557512'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/6275003018411557512'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/2008/09/fim-da-corrida-por-alimento.html' title='Fim da corrida por alimento'/><author><name>Janos Biro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-aLCTf2EJ9cA/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAABLI/lmGJlIrO-tE/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1676925774512480051.post-2932555517975345060</id><published>2008-09-25T01:38:00.001-03:00</published><updated>2008-09-25T01:46:27.215-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='4. Rumo ao novo tribalismo'/><title type='text'>Será que “menos nocivo” basta? </title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://marginalizedactiondinosaur.net/wordp/wp-content/uploads/2007/05/building-collapse.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px;" src="http://marginalizedactiondinosaur.net/wordp/wp-content/uploads/2007/05/building-collapse.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CLUIZA%7E1.KON%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C03%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" latentstylecount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:""; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} @page Section1 	{size:612.0pt 792.0pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:36.0pt; 	mso-footer-margin:36.0pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-ansi-language:#0400; 	mso-fareast-language:#0400; 	mso-bidi-language:#0400;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Embora seja um bom ponto de partida, e interessante, ser menos nocivo &lt;i&gt;não &lt;/i&gt;basta. Estamos no meio de uma corrida por alimentos que é mais mortal para nós e para o mundo à nossa volta do que foi a corrida armamentista da Guerra Fria. É uma corrida entre a produção de alimentos e o crescimento da população. Os adeptos atuais do economista inglês Thomas Malthus (1766-1834), como seus partidários do passado, vêem a produção de comida suficiente para alimentar nossa população como uma “vitória”, assim como os participantes da Guerra Fria viam a produção de uma quantidade suficiente de armas para destruir a União Soviética como “vitória”. Não conseguiam perceber que, assim como toda “vitória” norte-americana levava os soviéticos a responder com uma vitória sua, toda vitória na produção de comida leva o crescimento da população a responder com uma “vitória” sua. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Neste exato momento, a corrida por alimento está convertendo rapidamente a biomassa do nosso planeta em massa &lt;i&gt;humana&lt;/i&gt;. É o que ocorre quando limpamos um pedaço de terra onde há vida silvestre e aí replantamos produtos agrícolas para os seres humanos. Essa terra sustentava uma biomassa que compreendia centenas de milhares de espécies e dezenas de milhões de indivíduos. Agora, toda a produtividade daquela terra se transforma em massa humana, literalmente em carne humana. Todos os dias, no mundo inteiro, a diversidade desaparece à medida que uma quantidade cada vez maior de biomassa se transforma em massa humana. É em torno disso que gira a corrida por alimento. É &lt;i&gt;exatamente &lt;/i&gt;em torno disso que gira a corrida por alimento: transformar, todo ano, uma quantidade cada vez maior da biomassa do planeta em massa humana. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://largue.rg3.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1676925774512480051-2932555517975345060?l=alemdacivilizacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/feeds/2932555517975345060/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1676925774512480051&amp;postID=2932555517975345060' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/2932555517975345060'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/2932555517975345060'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/2008/09/ser-que-menos-nocivo-basta.html' title='Será que “menos nocivo” basta? '/><author><name>Janos Biro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-aLCTf2EJ9cA/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAABLI/lmGJlIrO-tE/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1676925774512480051.post-2523882737456146727</id><published>2008-09-18T22:19:00.001-03:00</published><updated>2008-09-18T22:28:17.757-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='4. Rumo ao novo tribalismo'/><title type='text'>Um objetivo intermediário: menos nocivo</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.ambientebrasil.com.br/images/gestao/sustentavel.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px;" src="http://www.ambientebrasil.com.br/images/gestao/sustentavel.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caso não esteja claro, ainda estou tentando responder à pergunta daquele meu estudante: “Como abandonar a civilização pode ajudar-nos a viver ‘tão inofensivamente quanto os tubarões, as tarântulas e as cascavéis’?” Qualquer passo além da civilização representa um passo para longe da cultura do prejuízo máximo e, por isso, reduz seu grau de nocividade. Pular o muro da prisão não torna você instantaneamente tão inofensivo quanto um tubarão, uma tarântula ou uma cascavel, mas o leva instantaneamente a essa direção.&lt;br /&gt;Veja as coisas por esse ângulo: nenhum passo para longe da civilização resultará em mais prejuízo. Se você quiser causar danos, é obrigado a continuar com a civilização. Apenas no interior dela é que você consegue queimar quarenta mil litros de combustível só para almoçar no seu restaurante predileto de Paris. Apenas em seu interior você pode dinamitar despreocupadamente um recife de coral só porque ele se tornou inconveniente para você.&lt;br /&gt;Ir além da civilização limita automaticamente seu acesso aos instrumentos necessários para causar dano. O pessoal do Circus Flora nunca vai construir um bombardeiro Stealth*, nem uma usina siderúrgica — não só porque não quer, mas porque, mesmo que quisesse, não teria acesso aos instrumentos. Para recuperar o acesso aos instrumentos, teria de deixar o circo e encontrar novos lugares para si na cultura do prejuízo máximo.&lt;br /&gt;______________________________________________________________&lt;br /&gt;*. Construída na década de 90, é considerada a mais moderna aeronave de guerra. (N. do E.).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://largue.rg3.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1676925774512480051-2523882737456146727?l=alemdacivilizacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/feeds/2523882737456146727/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1676925774512480051&amp;postID=2523882737456146727' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/2523882737456146727'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/2523882737456146727'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/2008/09/um-objetivo-intermedirio-menos-nocivo.html' title='Um objetivo intermediário: menos nocivo'/><author><name>Janos Biro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-aLCTf2EJ9cA/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAABLI/lmGJlIrO-tE/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1676925774512480051.post-5022817421966904695</id><published>2008-09-14T18:11:00.002-03:00</published><updated>2008-09-14T18:17:15.443-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='4. Rumo ao novo tribalismo'/><title type='text'>A esperança de algo melhor </title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://greciantiga.org/img/out/as-nemesis.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px;" src="http://greciantiga.org/img/out/as-nemesis.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CJanos%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C04%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" latentstylecount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:""; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} @page Section1 	{size:612.0pt 792.0pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:36.0pt; 	mso-footer-margin:36.0pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-ansi-language:#0400; 	mso-fareast-language:#0400; 	mso-bidi-language:#0400;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Como todos os seis bilhões de membros da cultura do prejuízo máximo estão lutando para maximizar sua riqueza, não devemos ficar alarmados somente com o um por cento que leva uma vida de nababo. Devemos ficar igualmente alarmados com os outros noventa e nove por cento que &lt;i&gt;esperam &lt;/i&gt;viver como nababos um dia. Provavelmente não serão os astros &lt;i&gt;pop, &lt;/i&gt;os heróis do esporte e os empresários bilionários que vão nos tirar da prisão onde vivemos com eles. É o resto de nós que tem de encontrar a saída, que tem de ter esperança de algo melhor do que habitar a cela forrada de pele de zibelina ao lado de Bárbara Streisand, Michael Jordan ou Donald Trump. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;O mundo pode sustentar alguns milhões de faraós, mas não pode sustentar seis bilhões de faraós. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;“A esperança de algo melhor...” Por acaso é uma referência ao que chamei de “viver uma outra história” em &lt;i&gt;Ismael&lt;/i&gt;? É isso que eu queria dizer quando falo que “as pessoas precisam de uma visão de mundo e de si mesmas que lhes sirva de inspiração”? É isso que eu queria dizer quando falo, em &lt;i&gt;A história de B&lt;/i&gt;, que, “se o mundo for salvo, será salvo porque as pessoas que vivem nele têm uma visão nova”? &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Claro que sim. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://largue.rg3.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1676925774512480051-5022817421966904695?l=alemdacivilizacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/feeds/5022817421966904695/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1676925774512480051&amp;postID=5022817421966904695' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/5022817421966904695'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/5022817421966904695'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/2008/09/esperana-de-algo-melhor.html' title='A esperança de algo melhor '/><author><name>Janos Biro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-aLCTf2EJ9cA/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAABLI/lmGJlIrO-tE/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1676925774512480051.post-3979620487688226162</id><published>2008-09-09T23:33:00.002-03:00</published><updated>2008-09-10T00:00:35.379-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='4. Rumo ao novo tribalismo'/><title type='text'>Mas como deter sua expansão? </title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.planetaeducacao.com.br/novo/imagens/artigos/historia/brancos_vermelhos_01.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px;" src="http://www.planetaeducacao.com.br/novo/imagens/artigos/historia/brancos_vermelhos_01.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CJanos%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C05%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" latentstylecount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:""; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} @page Section1 	{size:612.0pt 792.0pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:36.0pt; 	mso-footer-margin:36.0pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-ansi-language:#0400; 	mso-fareast-language:#0400; 	mso-bidi-language:#0400;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Já me perguntaram: “Se não fizermos o modo de vida dos conquistadores desaparecer completamente, ele não vai voltar e começar a se expandir novamente?” &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;A Idade Média só continuou sendo a Era da Fé enquanto a mitologia cristã dominou a cabeça das pessoas — de todas elas, dos servos aos reis. Depois que a influência dessa mitologia diminuiu e refluiu durante a Renascença, passou a ser inconcebível que uma Era da Fé pudesse repetir-se. Nunca mais uma civilização inteira adotaria a visão que dominou a Idade Média. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;A mesma coisa pode-se dizer da mitologia dos conquistadores. Depois que for mostrada tal como é — uma série de fraudes venenosas — não será mais capaz de exercer o poder que exerceu sobre nós durante os últimos dez mil anos. Quem, sabendo que não existe só uma maneira certa de as pessoas viverem, vai erguer a espada para disseminar a visão dos conquistadores? Quem, sabendo que a civilização &lt;i&gt;não &lt;/i&gt;é a invenção suprema da humanidade, vai defender a hierarquia como se ela fosse a mais sagrada das instituições humanas? &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Será que os últimos faraós, loucos de raiva, não vão usar seu arsenal nuclear contra nós? &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Talvez sim, se pudessem, mas onde vão nos encontrar senão vivendo lado a lado com eles em suas próprias cidades? Será que o/a presidente, vendo seu poder desvanecer-se, vai bombardear a cidade de Washington para destruir o povo tribal que vive lá? O governador de Nova York vai bombardear Manhattan? &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://largue.rg3.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1676925774512480051-3979620487688226162?l=alemdacivilizacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/feeds/3979620487688226162/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1676925774512480051&amp;postID=3979620487688226162' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/3979620487688226162'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/3979620487688226162'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/2008/09/mas-como-deter-sua-expanso.html' title='Mas como deter sua expansão? '/><author><name>Janos Biro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-aLCTf2EJ9cA/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAABLI/lmGJlIrO-tE/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1676925774512480051.post-420347170797978729</id><published>2008-09-07T16:34:00.001-03:00</published><updated>2008-09-07T16:41:50.055-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='4. Rumo ao novo tribalismo'/><title type='text'>“A cultura do prejuízo máximo”</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_UrYohLBZ1-Y/SMQuXZhQ6hI/AAAAAAAAAWY/aHfWXfde4Qw/s1600-h/shopping_galleria.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://4.bp.blogspot.com/_UrYohLBZ1-Y/SMQuXZhQ6hI/AAAAAAAAAWY/aHfWXfde4Qw/s400/shopping_galleria.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5243366845688375826" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As pessoas já viveram de muitas formas neste planeta, mas há cerca de dez mil anos surgiu um povo que acreditava que todos os habitantes deste mundo deveriam viver de uma única maneira — à sua maneira, que consideravam a única certa. Depois de dez mil anos de trabalho duro, esse único povo, que vou chamar de conquistadores, apoderou-se de todos os continentes do planeta e dominou completamente o mundo. Durante esse processo, os conquistadores venceram, absorveram, desalojaram ou eliminaram todas as outras culturas e civilizações que encontraram pelo caminho. Depois que as civilizações do Novo Mundo foram destruídas, só restou uma única civilização no mundo — a dos conquistadores: a nossa. A partir de então, civilização passou a ser sinônimo de nossa civilização.&lt;br /&gt;No presente momento, os Estados Unidos simbolizam o auge da riqueza que a nossa civilização alcançou. Não há lugar na Terra onde as pessoas tenham mais, usem mais ou desperdicem mais que nos Estados Unidos. Embora ainda não tenham atingido esse ponto culminante, outras nações anseiam por ele. Não têm outro objetivo. Só existe uma forma certa de as pessoas viverem, e o povo dos Estados Unidos é a sua síntese. Todos os habitantes do planeta devem ter uma casa, um carro, um computador, um aparelho de televisão, um telefone etc, — ao menos um de cada e, de preferência, vários.&lt;br /&gt;É a isso que dou o nome de “cultura do prejuízo máximo”, uma cultura em que todos os membros estão dedicados a alcançar o máximo de riqueza (e sempre aumentando o máximo da riqueza).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://largue.rg3.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1676925774512480051-420347170797978729?l=alemdacivilizacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/feeds/420347170797978729/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1676925774512480051&amp;postID=420347170797978729' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/420347170797978729'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/420347170797978729'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/2008/09/cultura-do-prejuzo-mximo.html' title='“A cultura do prejuízo máximo”'/><author><name>Janos Biro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-aLCTf2EJ9cA/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAABLI/lmGJlIrO-tE/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_UrYohLBZ1-Y/SMQuXZhQ6hI/AAAAAAAAAWY/aHfWXfde4Qw/s72-c/shopping_galleria.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1676925774512480051.post-1209266117861512057</id><published>2008-09-05T17:21:00.001-03:00</published><updated>2008-09-05T17:34:37.193-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='4. Rumo ao novo tribalismo'/><title type='text'>Como é que nos deixam inofensivos? </title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://walfridoneto.files.wordpress.com/2007/07/2007021606.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px;" src="http://walfridoneto.files.wordpress.com/2007/07/2007021606.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CJanos%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C04%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" latentstylecount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:""; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} @page Section1 	{size:612.0pt 792.0pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:36.0pt; 	mso-footer-margin:36.0pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-ansi-language:#0400; 	mso-fareast-language:#0400; 	mso-bidi-language:#0400;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Depois de ler até aqui, um estudante perguntou-me: “Estou adorando o que você disse, mas simplesmente não vejo como abandonar a civilização pode ajudar-nos a viver ‘tão inofensivamente quanto os tubarões, as tarântulas e as cascavéis’, que é a medida de sucesso que você estabeleceu em &lt;i&gt;Ismael&lt;/i&gt;”. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Acho, como muita gente, que essa pessoa está mais à vontade com a idéia de abandonar coisas que de obter coisas. Está preocupada com o fato de as pessoas que curtem a si mesmas possam não estar vivendo tão inocentemente quanto aquelas que negam a si mesmas. Muitas vezes, as pessoas bem-intencionadas querem sentir que estão renunciando a alguma coisa, que é simplesmente o que se espera numa cultura em que todos os sistemas éticos e religiosos recomendam a abnegação, a negação de si. Em sociedades hierárquicas, sempre é uma boa idéia fazer a pobreza parecer uma bênção (e os ricos sempre são especialmente incompetentes em suas austeridades). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Se você acha que isso é algo que deixou de ser verdade, tente fazer o seguinte: descubra um único livro didático do ensino fundamental ou médio que promova &lt;i&gt;ser rico &lt;/i&gt;como um valor. Ser rico &lt;i&gt;nunca &lt;/i&gt;é considerado um ideal a ser perseguido pelos estudantes. Por mais que procure, você não vai encontrar um único texto que diga: “Ganhe montes de dinheiro para você ter as coisas boas da vida — carros, mansões luxuosas, iates, empregados, roupas especialmente criadas para você, jóias extravagantes, viagens de primeira classe etc”. Nossa mitologia oficial da sala de aula é tão reservada no tocante à riqueza quanto no tocante a sexo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://largue.rg3.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1676925774512480051-1209266117861512057?l=alemdacivilizacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/feeds/1209266117861512057/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1676925774512480051&amp;postID=1209266117861512057' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/1209266117861512057'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/1209266117861512057'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/2008/09/como-que-nos-deixam-inofensivos.html' title='Como é que nos deixam inofensivos? '/><author><name>Janos Biro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-aLCTf2EJ9cA/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAABLI/lmGJlIrO-tE/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1676925774512480051.post-6218119766086692249</id><published>2008-09-02T13:05:00.001-03:00</published><updated>2008-09-02T13:10:13.713-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='4. Rumo ao novo tribalismo'/><title type='text'>Empresas não-tribais </title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://alwaysnewmistakes.files.wordpress.com/2008/04/463px-movie_poster_the_corporation.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px;" src="http://alwaysnewmistakes.files.wordpress.com/2008/04/463px-movie_poster_the_corporation.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CJanos%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C03%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" latentstylecount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:""; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} @page Section1 	{size:612.0pt 792.0pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:36.0pt; 	mso-footer-margin:36.0pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-ansi-language:#0400; 	mso-fareast-language:#0400; 	mso-bidi-language:#0400;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;As empresas comuns não assumem obrigações tribais. Muito obviamente, “não cuidam” de seus operários; fazer isso as levaria a entrar em toda uma série de problemas em que não existe lucro nenhum. Em vez de cuidar de seus empregados, elas pagam salários e esperam que seus funcionários cuidem de si mesmos. Um operário pode prosperar com um determinado salário, ao passo que outro definha. Do ponto de vista da empresa, não há injustiça se o salário for justo. Não é culpa da empresa se o segundo operário tem uma família grande para sustentar ou um pai ou mãe inválido para cuidar — ou se apenas administra mal o dinheiro. A companhia pode se dar ao luxo de ser inflexível quanto a isso; não se arrisca a perder o segundo operário para um concorrente, porque seus concorrentes são igualmente inflexíveis nessa questão. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Esse acordo implícito entre as empresas — limitar suas obrigações a assinar um cheque correspondente ao salário de seus funcionários — é exatamente o que dá à nossa sociedade seu clima de prisão. Os trabalhadores “não têm saída”. Quer passem de uma companhia para outra, quer mudem de um país para outro, as obrigações de seus empregadores terminam com o cheque de pagamento de seu salário (um arranjo obviamente muito cômodo para os empregadores). As prisões sempre são organizadas para servir aos interesses dos guardas e carcereiros. Essa é a ordem das coisas que todos esperam. Ninguém acha que as prisões são construídas para atender às necessidades dos presos, ou que as empresas são construídas para atender às necessidades dos trabalhadores. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Entrar numa tribo significa sair da prisão. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://largue.rg3.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1676925774512480051-6218119766086692249?l=alemdacivilizacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/feeds/6218119766086692249/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1676925774512480051&amp;postID=6218119766086692249' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/6218119766086692249'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/6218119766086692249'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/2008/09/empresas-no-tribais.html' title='Empresas não-tribais '/><author><name>Janos Biro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-aLCTf2EJ9cA/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAABLI/lmGJlIrO-tE/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1676925774512480051.post-1991245175063262088</id><published>2008-08-31T23:43:00.001-03:00</published><updated>2008-08-31T23:55:29.833-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='4. Rumo ao novo tribalismo'/><title type='text'>Os limites da abertura</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp2.blogger.com/_1DmFy1yJyU8/R2WCmAxnI6I/AAAAAAAABxE/-gA5TKWWVaA/s400/andarilhos+CAMINHANTES.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px;" src="http://bp2.blogger.com/_1DmFy1yJyU8/R2WCmAxnI6I/AAAAAAAABxE/-gA5TKWWVaA/s400/andarilhos+CAMINHANTES.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O circo é um excelente modelo de tribo aberta. Coisas como nacionalidade, língua, raça, antecedentes étnicos, idade, sexo, orientação sexual, opiniões políticas e crenças religiosas não excluem ninguém que possa contribuir para manter a vida do circo, mas sua abertura não é absoluta, claro! Não é um refúgio para moradores de rua, por exemplo; não aceita pessoas por altruísmo. O que não significa que o altruísmo seja proibido. O circo tem de cuidar muito bem de seus membros, senão eles vão para outros circos que sejam mais liberais, mais generosos. É uma questão de sobrevivência. Uma espécie que não consegue preservar seus membros extingue-se, e isso ocorre também com uma tribo.&lt;br /&gt;Por outro lado, um circo altruísta demais (que aceite pessoas que não contribuem para seu êxito, por exemplo) logo vai enfrentar dificuldades para equilibrar as despesas e as receitas; começa reduzindo salários, baixando o padrão geral de vida, deixando a desejar na qualidade da comida — e passa a perder seus membros mais talentosos para outros circos.&lt;br /&gt;Os circos que encontram um equilíbrio praticável entre o sucesso econômico e as necessidades de sua comunidade continuam em atividade. Os circos que não encontram esse equilíbrio desaparecem.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://largue.rg3.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1676925774512480051-1991245175063262088?l=alemdacivilizacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/feeds/1991245175063262088/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1676925774512480051&amp;postID=1991245175063262088' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/1991245175063262088'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/1991245175063262088'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/2008/08/os-limites-da-abertura.html' title='Os limites da abertura'/><author><name>Janos Biro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-aLCTf2EJ9cA/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAABLI/lmGJlIrO-tE/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_1DmFy1yJyU8/R2WCmAxnI6I/AAAAAAAABxE/-gA5TKWWVaA/s72-c/andarilhos+CAMINHANTES.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1676925774512480051.post-8686094929639522946</id><published>2008-08-28T12:35:00.001-03:00</published><updated>2008-08-28T12:45:10.906-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='4. Rumo ao novo tribalismo'/><title type='text'>A tribo aberta </title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://tbn0.google.com/images?q=tbn:0Dtc9kf7hb9PiM:http://images.tribe.net/tribe/upload/photo/3fb/654/3fb654fd-5641-453d-89a1-2641009e0d01.thumb"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px;" src="http://tbn0.google.com/images?q=tbn:0Dtc9kf7hb9PiM:http://images.tribe.net/tribe/upload/photo/3fb/654/3fb654fd-5641-453d-89a1-2641009e0d01.thumb" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CJanos%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C03%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" latentstylecount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:""; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} @page Section1 	{size:612.0pt 792.0pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:36.0pt; 	mso-footer-margin:36.0pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-ansi-language:#0400; 	mso-fareast-language:#0400; 	mso-bidi-language:#0400;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Jeffrey morreu por falta de uma tribo — mas não, evidentemente, por falta de uma tribo étnica. Os jovens dizem-me muitas vezes que sonham em se juntar aos ianomâmis do Brasil ou aos alawas da Austrália, e tenho de lhes explicar que tribos como essas não estão abertas para eles. Embora sejam famosas por sua hospitalidade, não podem se dar ao luxo de aceitar garotos ingênuos que aparecem na aldeia completamente destituídos dos conhecimentos necessários à sobrevivência da tribo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Ao longo de suas perambulações, Jeffrey conheceu pessoas que ganhavam a vida de uma maneira ou de outra — amigos da família, ex-colegas da faculdade, os pais, e assim por diante. Mas, o que não é de surpreender, nenhum deles ganhava a vida &lt;i&gt;tribalmente&lt;/i&gt;; tinham empregos, profissões, carreiras, mas trabalhavam &lt;i&gt;individualmente&lt;/i&gt;, de modo que não havia lugar para Jeffrey entre eles. Não ganhavam a vida com um esforço cooperativo e, por isso, não havia como ampliar seu ganha-pão de forma a absorvê-lo. Ele era sempre um hóspede, e os hóspedes (por mais charmosos que sejam) acabam inevitavelmente deixando de ser um prazer para seus anfitriões. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;De certo modo, Jeffrey não conseguiu encontrar ninguém que pudesse dar-lhe tão &lt;i&gt;pouco &lt;/i&gt;quanto ele queria. Muitos jovens também querem muito pouco e, se trabalhassem tribalmente, poderiam conseguir esse pouco com bastante facilidade. Toda tribo tem o padrão de vida que seus membros estão &lt;i&gt;dispostos &lt;/i&gt;a manter. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Pessoas como Jeffrey precisam viver num mundo de tribos, e num mundo de tribos &lt;i&gt;abertas&lt;/i&gt;. E elas não estão sozinhas. Longe disso, a meu ver. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://largue.rg3.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1676925774512480051-8686094929639522946?l=alemdacivilizacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/feeds/8686094929639522946/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1676925774512480051&amp;postID=8686094929639522946' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/8686094929639522946'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/8686094929639522946'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/2008/08/tribo-aberta.html' title='A tribo aberta '/><author><name>Janos Biro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-aLCTf2EJ9cA/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAABLI/lmGJlIrO-tE/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1676925774512480051.post-1816021925981577411</id><published>2008-08-26T00:06:00.001-03:00</published><updated>2008-08-26T00:10:26.556-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='4. Rumo ao novo tribalismo'/><title type='text'>Jeffrey  </title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://ecx.images-amazon.com/images/I/41XR0G5314L._SL500_BO2,204,203,200_PIlitb-dp-500-arrow,TopRight,45,-64_OU01_AA240_SH20_.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px;" src="http://ecx.images-amazon.com/images/I/41XR0G5314L._SL500_BO2,204,203,200_PIlitb-dp-500-arrow,TopRight,45,-64_OU01_AA240_SH20_.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; 	&lt;meta equiv="CONTENT-TYPE" content="text/html; charset=utf-8"&gt; 	&lt;title&gt;&lt;/title&gt; 	&lt;meta name="GENERATOR" content="OpenOffice.org 2.4  (Linux)"&gt; 	&lt;style type="text/css"&gt; 	&lt;!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } 	--&gt; 	&lt;/style&gt;  &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Em &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;i&gt;Meu Ismael&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;, conto a vida de um jovem chamado Jeffrey, mais ou menos inspirado em Paul Eppinger, cujo diário &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;i&gt;foi &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;publicado pelo pai com o título de &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;i&gt;Restless mind, quiet thoughts. &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Jeffrey era atraente, inteligente, bem-apessoado e tinha muitos talentos, mas não conseguiu descobrir nada que quisesse fazer além de sair com os amigos, escrever seu diário e tocar guitarra. Seus amigos estavam sempre tentando ajudá-lo a encontrar um rumo para sua vida, ter ambição e &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;i&gt;preocupar-se &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;com alguma coisa, mas é evidente que nada disso pode ser feito por um ato de vontade. Ele passou a acreditar em seus amigos quando lhe diziam que era diferente — estranho, até — por causa de sua falta de objetivos. No fim, desistindo de encontrar o sentido que parecia vir tão facilmente para os outros, ele, calmamente, sem alarde, tirou a própria vida. &lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Não fiquei surpreso ao saber que muitos adolescentes se sentem exatamente como Jeffrey, sabem que o mundo está cheio de coisas que eles &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;i&gt;deviam &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;querer fazer — e imaginam que deve haver algo incrivelmente errado com eles por não conseguirem querer nenhuma delas. Como me dei ao trabalho de estudar culturas diferentes da nossa, sei que não há nada de intrinsecamente humano em querer “fazer alguma coisa” na vida ou “subir”, ter um emprego, uma carreira profissional ou uma vocação. Idéias como essas são estranhas à maioria dos povos aborígines, que parecem perfeitamente satisfeitos em simplesmente viver como Jeffrey queria viver — e por que não haveriam de querer? &lt;/span&gt; &lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://largue.rg3.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1676925774512480051-1816021925981577411?l=alemdacivilizacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/feeds/1816021925981577411/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1676925774512480051&amp;postID=1816021925981577411' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/1816021925981577411'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/1816021925981577411'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/2008/08/jeffrey.html' title='Jeffrey  '/><author><name>Janos Biro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-aLCTf2EJ9cA/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAABLI/lmGJlIrO-tE/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1676925774512480051.post-8144407533935684405</id><published>2008-08-22T11:25:00.001-03:00</published><updated>2008-08-22T11:27:35.538-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='4. Rumo ao novo tribalismo'/><title type='text'>O tribalismo étnico não dá certo entre nós</title><content type='html'>&lt;a href="http://amadeo.blog.com/repository/973743/2818273.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://amadeo.blog.com/repository/973743/2818273.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;As tribos nas quais crescemos durante os três ou quatro primeiros milhões de anos da vida humana eram grupos étnicos, famílias ampliadas que tinham uma língua comum, leis e costumes comuns, e assim por diante. Suas fronteiras sociais geralmente (mas não sempre) eram fechadas para os membros de outras tribos. Os prisioneiros de guerra eram uma exceção óbvia, e, em circunstâncias normais, um membro dos sioux, por exemplo, não podia simplesmente resolver virar um navajo. Isso poderia ocorrer em circunstâncias extraordinárias, lógico, mas a integridade tribal teria sofrido se esse tipo de coisa se tornasse regra geral.&lt;br /&gt;Rennie e eu temos ligações com o clã dos Quinn e dos MacKay (do lado dela), mas, como a maioria dos membros dos clãs modernos, vivemos a nossa vida e eles, a deles. Muito ocasionalmente, o que poderia ser considerado uma ação tribal é realizada por esses clãs, mas, no mundo moderno, ninguém se surpreende ao saber que alguém tem mais intimidade com os amigos e colegas de trabalho do que com a família.&lt;br /&gt;Mas não há nada de sacrossanto no tribalismo étnico. O tipo de tribalismo que vemos em ação no circo evoluiu da mesma forma que o tribalismo étnico. Também é produto da seleção natural, funciona tão bem (à sua maneira) quanto o tribalismo étnico e nos fornece um modelo que está perfeitamente adaptado às circunstâncias urbanas em que se encontra a maioria de nós. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://largue.rg3.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1676925774512480051-8144407533935684405?l=alemdacivilizacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/feeds/8144407533935684405/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1676925774512480051&amp;postID=8144407533935684405' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/8144407533935684405'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/8144407533935684405'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/2008/08/o-tribalismo-tnico-no-d-certo-entre-ns.html' title='O tribalismo étnico não dá certo entre nós'/><author><name>Janos Biro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-aLCTf2EJ9cA/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAABLI/lmGJlIrO-tE/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1676925774512480051.post-4157351888598214738</id><published>2008-08-19T11:06:00.001-03:00</published><updated>2008-08-19T11:28:12.767-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='4. Rumo ao novo tribalismo'/><title type='text'>A revolução incrementada </title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://neatorama.cachefly.net/images/2007-09/freegan.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px;" src="http://neatorama.cachefly.net/images/2007-09/freegan.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CJanos%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C03%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" latentstylecount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:""; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} @page Section1 	{size:612.0pt 792.0pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:36.0pt; 	mso-footer-margin:36.0pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-ansi-language:#0400; 	mso-fareast-language:#0400; 	mso-bidi-language:#0400;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Vou repetir: como não esperamos derrubar governos, abolir o capitalismo mundial, acabar com a civilização, transformar todos os habitantes do planeta em budas vivos ou curar todas as mazelas sociais e econômicas, não temos de esperar &lt;i&gt;nada&lt;/i&gt;. Se dez pessoas forem além da civilização e construírem um novo tipo de vida para si, essas dez &lt;i&gt;já &lt;/i&gt;estarão vivendo de acordo com o novo paradigma, desde o primeiro dia. Não precisam do apoio de uma organização. Não precisam ser membros de partido, nem de movimento. Não precisam que novas leis sejam promulgadas. Não precisam de licenças. Não precisam de uma constituição. Não precisam ser isentas do imposto de renda. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Para essas dez pessoas, a revolução já deu certo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Mas provavelmente devem-se preparar para enfrentar as afrontas dos vizinhos. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://largue.rg3.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1676925774512480051-4157351888598214738?l=alemdacivilizacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/feeds/4157351888598214738/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1676925774512480051&amp;postID=4157351888598214738' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/4157351888598214738'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/4157351888598214738'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/2008/08/revoluo-incrementada.html' title='A revolução incrementada '/><author><name>Janos Biro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-aLCTf2EJ9cA/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAABLI/lmGJlIrO-tE/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1676925774512480051.post-2494306393412709721</id><published>2008-08-17T22:21:00.002-03:00</published><updated>2008-08-17T22:29:49.721-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='4. Rumo ao novo tribalismo'/><title type='text'>Golias de cabeça nova</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://images.harc.edu/WWW/NewsEvents/PR/200/RayAnderson.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 299px; height: 419px;" src="http://images.harc.edu/WWW/NewsEvents/PR/200/RayAnderson.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Há muito, muito tempo havia na indústria de carpetes um Golias chamado Ray C. Anderson, que tinha levado sua companhia, a Interface, Inc., de um início modesto a uma posição de liderança mundial em cerca de vinte anos, fazendo que se tornasse uma daquelas perversas corporações multinacionais de que a gente tanto ouve falar. Esse Golias sempre fez questão de obedecer rigorosamente aos regulamentos do governo, mas eles não impediram sua empresa de tornar-se uma companhia extremamente poluidora — sua matéria-prima era o petróleo e ela contribuía profusamente para aumentar os aterros sanitários.&lt;br /&gt;Mas, em 1994, ele leu dois livros e eles mudaram sua cabeça em relação ao que estava fazendo. Um foi a obra de Paul Hawken chamada The ecology of commerce; o outro, Ismael. Depois de ler esses livros, Ray Anderson percebeu que obedecer rigorosamente à lei não basta. Iniciou imediatamente um projeto para acabar com sua dependência do petróleo e começou a fabricar cem por cento de carpetes recicláveis com cem por cento de material reciclado e, com isso, reduziu a zero a contribuição da companhia aos aterros sanitários. É importante notar que essas mudanças não afetaram somente a empresa dele. De repente, todos os seus concorrentes foram obrigados a adotar seus padrões para continuarem competitivos. Esse Golias não reformou só uma empresa, reformou todo um ramo da indústria — não porque um corajoso Davizinho o derrotou, mas porque dois livros fizeram que ele pensasse de outra maneira sobre o mundo e seu lugar nele. Se as pessoas reformam voluntariamente um ramo da indústria quando sua cabeça muda, por que gastar bilhões para promulgar e impor leis que os obriguem a fazer isso?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://largue.rg3.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1676925774512480051-2494306393412709721?l=alemdacivilizacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/feeds/2494306393412709721/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1676925774512480051&amp;postID=2494306393412709721' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/2494306393412709721'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/2494306393412709721'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/2008/08/golias-de-cabea-nova.html' title='Golias de cabeça nova'/><author><name>Janos Biro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-aLCTf2EJ9cA/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAABLI/lmGJlIrO-tE/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1676925774512480051.post-68157190616707741</id><published>2008-08-10T00:12:00.002-03:00</published><updated>2008-08-10T00:30:49.643-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='4. Rumo ao novo tribalismo'/><title type='text'>Os que travam o bom combate </title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.jesusmechicoteia.com.br/imagens/davi_golias.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px;" src="http://www.jesusmechicoteia.com.br/imagens/davi_golias.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CJanos%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C03%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" latentstylecount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:""; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} @page Section1 	{size:612.0pt 792.0pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:36.0pt; 	mso-footer-margin:36.0pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-ansi-language:#0400; 	mso-fareast-language:#0400; 	mso-bidi-language:#0400;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Um amigo mandou-me recentemente um exemplar do &lt;i&gt;Deep Democracy&lt;/i&gt;, um periódico publicado pela Alliance for Democracy, cuja missão é “libertar todas as pessoas do domínio exercido pelas grandes empresas sobre a política, a economia, o meio ambiente, a cultura, a informação; estabelecer a verdadeira democracia; e criar uma sociedade justa com uma economia eqüitativa e sustentável”. A ilustração da capa era um cartum que mostrava a visão que a entidade tem de si própria: um Davi minúsculo enfrentando um Golias armado com a espada do dinheiro e a lança da ganância, e protegido por uma armadura das grandes empresas multinacionais e pelo escudo da mídia tradicional. O título não poderia ser mais pertinente: &lt;i&gt;“Dejà-vu” &lt;/i&gt;(Tudo de novo). Realmente. Tudo de novo, de novo, de novo, de novo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Tive de explicar ao meu amigo que, embora eu deseje toda a sorte do mundo à Alliance, não me vejo participando dessa luta. Não podemos dar-nos ao luxo de esperar Davi acabar com Golias, pois é óbvio que Davi &lt;i&gt;nunca &lt;/i&gt;acaba com Golias. Os dois estão nessa luta há milhares de anos — e vão continuar nessa luta mais milhares de anos. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Não precisamos derrotar Golias. Precisamos mudar sua maneira de pensar. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://largue.rg3.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1676925774512480051-68157190616707741?l=alemdacivilizacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/feeds/68157190616707741/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1676925774512480051&amp;postID=68157190616707741' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/68157190616707741'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/68157190616707741'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/2008/08/os-que-travam-o-bom-combate.html' title='Os que travam o bom combate '/><author><name>Janos Biro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-aLCTf2EJ9cA/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAABLI/lmGJlIrO-tE/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1676925774512480051.post-4010853977171178677</id><published>2008-08-06T19:31:00.001-03:00</published><updated>2008-08-06T19:35:55.385-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='4. Rumo ao novo tribalismo'/><title type='text'>Os que esperam </title><content type='html'>&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CJanos%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C03%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" latentstylecount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:""; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} @page Section1 	{size:612.0pt 792.0pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:36.0pt; 	mso-footer-margin:36.0pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-ansi-language:#0400; 	mso-fareast-language:#0400; 	mso-bidi-language:#0400;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Ibow_K7fqF0&amp;amp;hl=en&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/Ibow_K7fqF0&amp;amp;hl=en&amp;amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Como não esperamos derrubar governos, abolir o capitalismo mundial, fazer a civilização desaparecer ou transformar todos os habitantes do planeta em budas vivos, não temos de esperar &lt;i&gt;nada&lt;/i&gt;. Mas acho bom avisá-lo de que muitos lhe dirão o contrário, que temos de esperar até termos um mundo que &lt;i&gt;já &lt;/i&gt;é perfeito. Acham que absolutamente nada vai acontecer enquanto não acabarmos com a desigualdade social, com o racismo, com o sexismo, com a pobreza e com todas as outras coisas ruins em que você puder pensar. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Já me disseram que temos de esperar até todos &lt;i&gt;respeitarem &lt;/i&gt;todos. Já me disseram que não podemos fazer nada até a “consciência” de todos ter despertado. As pessoas que pensam assim esperam que o corte feche antes de lhe fazer um curativo, esperam amanhecer para acender uma vela, esperam que o navio que está indo a pique suba novamente à tona antes de entrar no salva-vidas. São absolutamente incompreensíveis para mim e, além de dar-lhes meu parecer de que sua espera será muito, muito longa, não consigo pensar em mais nada para dizer-lhes. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://largue.rg3.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1676925774512480051-4010853977171178677?l=alemdacivilizacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/feeds/4010853977171178677/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1676925774512480051&amp;postID=4010853977171178677' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/4010853977171178677'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/4010853977171178677'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/2008/08/os-que-esperam.html' title='Os que esperam '/><author><name>Janos Biro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-aLCTf2EJ9cA/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAABLI/lmGJlIrO-tE/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1676925774512480051.post-555133718298659059</id><published>2008-07-29T01:52:00.003-03:00</published><updated>2008-07-29T01:59:56.219-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='4. Rumo ao novo tribalismo'/><title type='text'>Nada de coros celestes</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://archive.operainfo.org/images/mefist/mefist2.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px;" src="http://archive.operainfo.org/images/mefist/mefist2.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não precisamos que todos os seis bilhões de seres humanos vivam como santos ambientalistas a partir de amanhã — aliás, nem a partir de nenhum outro dia. Pegar uma coisa dessas como objetivo só garantiria o fracasso. É exatamente essa a força da estratégia que estou propondo aqui. Não precisamos realizar os sonhos impossíveis de esclarecimento e unidade globais que gente como Mikhail Gorbachev e Al Gore descrevem como a única esperança da humanidade. Simplesmente não podemos, como sugere Gorbachev, esperar que “todos os membros da comunidade mundial” comecem “a descartar resolutamente os velhos estereótipos”. Não podemos esperar que todos os membros da comunidade mundial façam alguma coisa, pois, se sabemos de alguma coisa, é que todos os membros da comunidade global nunca, jamais farão nada como se fossem um único organismo. “Chegou a hora”, diz Gorbachev, “de escolher uma nova direção para o desenvolvimento global”. Mas quem vai fazer essa escolha? Todos? E quantas décadas (Ou mesmo séculos) terão de passar antes que isso aconteça? De onde, caramba, vem a “Nova Proposta Comum” de Al Gore? Quando é que o povo da Terra conseguiu concordar com uma única coisa comum? Essas esperanças vazias, expectativas vãs que nos mantêm prisioneiros do desalento ano após ano, década após década.&lt;br /&gt;Não podemos esperar que os líderes nacionais nos salvem. Quando tudo quanto exigimos deles (ou mesmo toleramos da parte deles) são lucros instantâneos, lucros de curto prazo, por que eles começariam a pensar de repente como visionários globais?&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://largue.rg3.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1676925774512480051-555133718298659059?l=alemdacivilizacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/feeds/555133718298659059/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1676925774512480051&amp;postID=555133718298659059' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/555133718298659059'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/555133718298659059'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/2008/07/nada-de-coros-celestes.html' title='Nada de coros celestes'/><author><name>Janos Biro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-aLCTf2EJ9cA/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAABLI/lmGJlIrO-tE/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1676925774512480051.post-700743631506881553</id><published>2008-07-27T02:38:00.001-03:00</published><updated>2008-07-27T02:43:47.441-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='4. Rumo ao novo tribalismo'/><title type='text'>Não existe apenas uma forma certa </title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.ishmael.org/Education/Writings/environdesign/slide02.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px;" src="http://www.ishmael.org/Education/Writings/environdesign/slide02.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CJanos%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C03%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" latentstylecount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:""; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} @page Section1 	{size:612.0pt 792.0pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:36.0pt; 	mso-footer-margin:36.0pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-ansi-language:#0400; 	mso-fareast-language:#0400; 	mso-bidi-language:#0400;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;As pessoas costumam imaginar que seria maravilhoso se todos os seis bilhões de seres humanos do planeta começassem a viver de uma forma nova amanhã. É um de nossos &lt;i&gt;memes &lt;/i&gt;mais profundamente arraigados e um dos mais equivocados: que é absolutamente necessário existir uma única forma de viver que é boa para &lt;i&gt;todos&lt;/i&gt;. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Admiro os gebusis da Nova Guiné, mas (acreditem em mim) nem todos os habitantes do planeta devem viver como eles. Admiro os ciganos, mas nem todos os habitantes do planeta devem viver como eles — e (por mais estranho que pareça), se vivessem, seu modo de vida não seria bom. Admiro os jalialis — camelôs e artistas ambulantes do Afeganistão —, mas nem todos os habitantes do planeta devem viver como eles. Admiro os tuposas do Sudão, os rendilles do Quênia e os karieras da Austrália Ocidental, mas nem todos os habitantes do planeta devem viver como eles. Não se trata de um raciocínio sociológico — é um raciocínio ecológico. As araras têm uma vida boa, mas seus hábitats entrariam em colapso se todos os pássaros vivessem como elas. As girafas têm uma vida boa, mas seus hábitats entrariam em colapso se todos os mamíferos vivessem como elas. Os castores têm uma vida boa, mas seus hábitats entrariam em colapso se todos os roedores vivessem como eles. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Diversidade, e não uniformidade, é o que dá certo. Nosso problema não é que as pessoas estejam vivendo de uma maneira &lt;i&gt;ruim &lt;/i&gt;e sim que estejam todas vivendo da &lt;i&gt;mesma &lt;/i&gt;maneira. A Terra pode acomodar muitos povos vivendo de uma maneira vorazmente predatória e poluidora, mas não pode acomodar &lt;i&gt;todos nós &lt;/i&gt;vivendo desse jeito. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://largue.rg3.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1676925774512480051-700743631506881553?l=alemdacivilizacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/feeds/700743631506881553/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1676925774512480051&amp;postID=700743631506881553' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/700743631506881553'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/700743631506881553'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/2008/07/no-existe-apenas-uma-forma-certa.html' title='Não existe apenas uma forma certa '/><author><name>Janos Biro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-aLCTf2EJ9cA/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAABLI/lmGJlIrO-tE/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1676925774512480051.post-944787283866577780</id><published>2008-07-24T02:06:00.002-03:00</published><updated>2008-07-24T02:08:01.614-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='4. Rumo ao novo tribalismo'/><title type='text'>Revolução sem derrubada do poder </title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www2.curso-objetivo.br/vestibular/roteiro_estudos/imagens/re_revolucao_russa_2.gif"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px;" src="http://www2.curso-objetivo.br/vestibular/roteiro_estudos/imagens/re_revolucao_russa_2.gif" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CJanos%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C04%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" latentstylecount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:""; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} @page Section1 	{size:612.0pt 792.0pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:36.0pt; 	mso-footer-margin:36.0pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-ansi-language:#0400; 	mso-fareast-language:#0400; 	mso-bidi-language:#0400;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;O objetivo de uma revolução comum é realizar uma mudança global, de ponta a ponta, de um único golpe. Idealmente, os antigos governantes devem desaparecer da noite para o dia — em massa, junto com todos os seus adeptos e esbirros — e deve existir um elenco completo de sucessores já prontos para assumir o papel dos antigos governantes na manhã seguinte, com a proclamação do novo regime. Histórias como essa não têm sentido para quem quer ir além da civilização. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Em primeiro lugar, não há necessidade de uma mudança global. Aqueles que insistem em não aceitar nada menos que uma mudança global vão esperar por muito tempo, talvez por todo o sempre. Não há necessidade de todos os habitantes do mundo irem para a cama uma certa noite vivendo de uma certa maneira e acordar na manhã seguinte vivendo de outra maneira. Isso não vai acontecer, e não faz sentido tentar fazer que isso aconteça. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Também não há necessidade de mudar as coisas de ponta a ponta para tudo começar a ser feito repentinamente de outra maneira. Não é necessário que isso aconteça, e nada no mundo pode fazer que isso aconteça. Lembre-se sempre de que &lt;i&gt;não existe só uma forma certa de as pessoas viverem&lt;/i&gt;. Nunca houve e nunca haverá. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Finalmente, não queremos que a classe dominante desapareça da noite para o dia. Não estamos preparados para ver a infra-estrutura da civilização desaparecer (e talvez nunca estejamos). Ao menos nos próximos tempos queremos que os nossos governantes e líderes continuem supervisionando para nós a faina incessante da civilização — tapando os buracos das estradas, mantendo as usinas de tratamento de águas e esgotos, e assim por diante. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://largue.rg3.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1676925774512480051-944787283866577780?l=alemdacivilizacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/feeds/944787283866577780/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1676925774512480051&amp;postID=944787283866577780' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/944787283866577780'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/944787283866577780'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/2008/07/revoluo-sem-derrubada-do-poder.html' title='Revolução sem derrubada do poder '/><author><name>Janos Biro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-aLCTf2EJ9cA/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAABLI/lmGJlIrO-tE/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1676925774512480051.post-150433696587141391</id><published>2008-07-21T16:04:00.002-03:00</published><updated>2008-07-24T02:09:06.180-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='4. Rumo ao novo tribalismo'/><title type='text'>Revolução sem revolta</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://outrouniverso.blogs.sapo.pt/arquivo/Revolta.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px;" src="http://outrouniverso.blogs.sapo.pt/arquivo/Revolta.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Como em nossa cultura revolução sempre representou um ataque à hierarquia, sempre significou revolta — literalmente, virar as coisas de ponta-cabeça. Mas a revolta não tem nenhum papel na proposta de ir além da civilização. Quando o avião está com problema, você não mata o piloto — você pega um pára-quedas e pula. Não faz sentido derrubar a hierarquia; só queremos deixá-la para trás. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Como todos sabem (principalmente os revolucionários), a hierarquia mantém defesas colossais contra o ataque das classes mais baixas. Mas não tem nenhuma contra o abandono. Em parte porque pode imaginar uma revolução, mas não o abandono. No entanto, mesmo que pudesse imaginar o abandono, não tem como se defender dele, porque o abandono não é um ataque, é apenas deixar de dar apoio. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;É praticamente impossível impedir as pessoas de não fazerem nada (que é o que significa deixar de dar apoio). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;span style="font-size:100%;"&gt;Mas será que as forças existentes não vão &lt;i&gt;tentar &lt;/i&gt;impedir as pessoas de não fazer nada? Consigo imaginá-las &lt;i&gt;tentando &lt;/i&gt;(mas, honestamente, preciso de ajuda para imaginá-las &lt;i&gt;conseguindo&lt;/i&gt;). &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" latentstylecount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal  {mso-style-parent:"";  margin:0cm;  margin-bottom:.0001pt;  mso-pagination:widow-orphan;  font-size:12.0pt;  font-family:"Times New Roman";  mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} @page Section1  {size:612.0pt 792.0pt;  margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm;  mso-header-margin:36.0pt;  mso-footer-margin:36.0pt;  mso-paper-source:0;} div.Section1  {page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable  {mso-style-name:"Tabela normal";  mso-tstyle-rowband-size:0;  mso-tstyle-colband-size:0;  mso-style-noshow:yes;  mso-style-parent:"";  mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;  mso-para-margin:0cm;  mso-para-margin-bottom:.0001pt;  mso-pagination:widow-orphan;  font-size:10.0pt;  font-family:"Times New Roman";  mso-ansi-language:#0400;  mso-fareast-language:#0400;  mso-bidi-language:#0400;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://largue.rg3.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1676925774512480051-150433696587141391?l=alemdacivilizacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/feeds/150433696587141391/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1676925774512480051&amp;postID=150433696587141391' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/150433696587141391'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/150433696587141391'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/2008/07/revoluo-sem-revolta.html' title='Revolução sem revolta'/><author><name>Janos Biro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-aLCTf2EJ9cA/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAABLI/lmGJlIrO-tE/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1676925774512480051.post-6527056518091155033</id><published>2008-07-19T08:11:00.002-03:00</published><updated>2008-07-19T08:35:33.508-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='4. Rumo ao novo tribalismo'/><title type='text'>PARTE QUATRO: Rumo ao novo tribalismo</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp1.blogger.com/_UrYohLBZ1-Y/SIHRHbslZhI/AAAAAAAAAVU/ICnHuKSDWBY/s1600-h/article-1022822-016B043900000578-706_468x350.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://bp1.blogger.com/_UrYohLBZ1-Y/SIHRHbslZhI/AAAAAAAAAVU/ICnHuKSDWBY/s400/article-1022822-016B043900000578-706_468x350.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5224686968350533138" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;“Somos inclinados a pensar nos caçadores e coletores como pessoas pobres porque eles não têm nada; por essa razão mesma, talvez fosse melhor pensar neles como pessoas livres.” &lt;i style=""&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Marshall Sahlins&lt;/span&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;br /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://largue.rg3.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1676925774512480051-6527056518091155033?l=alemdacivilizacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/feeds/6527056518091155033/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1676925774512480051&amp;postID=6527056518091155033' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/6527056518091155033'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/6527056518091155033'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/2008/07/parte-quatro-rumo-ao-novo-tribalismo.html' title='PARTE QUATRO: Rumo ao novo tribalismo'/><author><name>Janos Biro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-aLCTf2EJ9cA/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAABLI/lmGJlIrO-tE/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_UrYohLBZ1-Y/SIHRHbslZhI/AAAAAAAAAVU/ICnHuKSDWBY/s72-c/article-1022822-016B043900000578-706_468x350.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1676925774512480051.post-8539812919113397362</id><published>2008-07-16T15:18:00.001-03:00</published><updated>2008-07-16T16:16:13.411-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='3. O caminho oposto ao das pirâmides'/><title type='text'>Em busca de uma alternativa</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://fotos.sapo.pt/rolandoa/pic/0001h00b/s340x255"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px;" src="http://fotos.sapo.pt/rolandoa/pic/0001h00b/s340x255" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Qualquer dicionário diz que a palavra “civilização” significa para nós algo socialmente “avançado”. Evidentemente, só existe uma coisa em relação à qual ela poderia ser mais avançada: o tribalismo. (O barbarismo não representa um tipo específico de organização social; os bárbaros são ou pessoas tribais ou pessoas num estágio de civilização classificado como mais primitivo que o nosso). &lt;br /&gt;Em nossa mitologia cultural, vemo-nos como pessoas que abandonaram o tribalismo da mesma forma que a medicina moderna abandonou as sanguessugas e as tigelas onde se recolhia o sangue, e que o abandonamos de maneira cabal e irreversível. Por isso é tão difícil para nós reconhecer que o tribalismo é não só uma organização social fundamentalmente humana, como também a única organização social inequivocamente bem-sucedida da história humana. Assim, mesmo quando um estadista inteligente e sério corno Mikhail Gorbachev defende “um novo começo” e “uma nova civilização”, não duvida nem por um único instante que seu modelo está na organização social que apresentou a humanidade à opressão, à injustiça, à pobreza, à fome crônica, à violência incessante, ao genocídio, à guerra global, ao crime, à corrupção e à destruição ambiental em larga escala. Levar isso em conta, em nosso tempo de crise agudíssima, com o sucesso que a humanidade desfrutou aqui durante mais de três milhões de anos, é simplesmente, absolutamente impensável. &lt;br /&gt;Esse é, por fim, o meu intuito neste livro: pensar no absolutamente impensável.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://largue.rg3.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1676925774512480051-8539812919113397362?l=alemdacivilizacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/feeds/8539812919113397362/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1676925774512480051&amp;postID=8539812919113397362' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/8539812919113397362'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/8539812919113397362'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/2008/07/em-busca-de-uma-alternativa.html' title='Em busca de uma alternativa'/><author><name>Janos Biro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-aLCTf2EJ9cA/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAABLI/lmGJlIrO-tE/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1676925774512480051.post-5082193159913421820</id><published>2008-07-13T16:02:00.002-03:00</published><updated>2008-07-13T16:07:42.858-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='3. O caminho oposto ao das pirâmides'/><title type='text'>Um amante da civilização</title><content type='html'>&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" latentstylecount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal  {mso-style-parent:"";  margin:0cm;  margin-bottom:.0001pt;  mso-pagination:widow-orphan;  font-size:12.0pt;  font-family:"Times New Roman";  mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} @page Section1  {size:595.3pt 841.9pt;  margin:1.0cm 1.0cm 2.0cm 1.0cm;  mso-header-margin:35.45pt;  mso-footer-margin:35.45pt;  mso-paper-source:0;} div.Section1  {page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable  {mso-style-name:"Tabela normal";  mso-tstyle-rowband-size:0;  mso-tstyle-colband-size:0;  mso-style-noshow:yes;  mso-style-parent:"";  mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;  mso-para-margin:0cm;  mso-para-margin-bottom:.0001pt;  mso-pagination:widow-orphan;  font-size:10.0pt;  font-family:"Times New Roman";  mso-ansi-language:#0400;  mso-fareast-language:#0400;  mso-bidi-language:#0400;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;As pessoas que não gostam do que estou dizendo vão tentar tranqüilizar-se com a idéia de que sou apenas um sujeito que não gosta da civilização e que preferiria viver “mais perto da natureza”. O que faria sorrir qualquer um que me conheça, pois sou um grande amante da civilização e vivo com a maior felicidade no coração da quarta maior cidade dos Estados Unidos, indo a pé até as drogarias, supermercados, vídeo locadoras, galerias de arte, restaurantes, livrarias, museus, bilhares, universidades e lugares onde se fazem tatuagens. (Vivo “perto da natureza” todos os segundos de todos os dias, trezentos e sessenta e cinco dias por ano, uma vez que é impossível deixar de viver perto da “natureza”, qualquer que seja o lugar onde você viva.) &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;Ou então me perguntam como é que vou viver sem ar-condicionado, sem aquecimento central, sem água encanada, geladeira, telefone, computador etc. Acham que sou um apóstolo da pobreza, embora não possam mostrar uma única palavra de meus textos que confirme essa idéia. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;Não sou um Luddite*, nem um Unabomber**. Não considero a civilização uma maldição e sim uma bênção de que as pessoas (eu também) deviam ter a liberdade de abandonar — por algo melhor. Procuro algo melhor, não pior. É claro que aqueles que procuram algo pior devem ler outro livro. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;_________________________________________________________________________ &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;*. Membro da organização de artesãos ingleses que no século XIX pregava a destruição das maquinarias têxteis, responsáveis, na sua opinião, pela demissão em massa de trabalhadores. (N. do E.). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;**. Codinome de Theodore Kaczynski, professor de matemática formado na Universidade de Harvard, um dos assassinos mais procurados da história do FBI. (N. do E).&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://largue.rg3.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1676925774512480051-5082193159913421820?l=alemdacivilizacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/feeds/5082193159913421820/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1676925774512480051&amp;postID=5082193159913421820' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/5082193159913421820'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/5082193159913421820'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/2008/07/um-amante-da-civilizao.html' title='Um amante da civilização'/><author><name>Janos Biro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-aLCTf2EJ9cA/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAABLI/lmGJlIrO-tE/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1676925774512480051.post-8806098541319009304</id><published>2008-07-07T02:10:00.001-03:00</published><updated>2008-07-07T02:13:22.297-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='3. O caminho oposto ao das pirâmides'/><title type='text'>Padrões de vida: Madrid — Houston</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://blog.kir.com/archives/houston%20skyline.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px;" src="http://blog.kir.com/archives/houston%20skyline.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Outra coisa da casa de Madrid que caía como uma luva para nós era um quarto grande (que a maioria das pessoas pensaria ser uma sala de visitas) que servia de escritório para nós dois, com espaço suficiente para que não precisássemos trabalhar sentados no colo um do outro, mas que nos deixava próximos o bastante para nos comunicarmos facilmente. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Hoje, cerca de doze anos depois, vivemos numa grande avenida, onde temos fácil acesso — a pé — a todos os recursos urbanos de uma cidade grande. Uma das coisas que nos convém na nossa casa é um quarto grande (que a maioria das pessoas pensaria ser uma sala de visitas) que nos serve de escritório para nós dois, com espaço suficiente para não precisarmos trabalhar sentados no colo um do outro, mas que nos deixa próximos o bastante para nos comunicarmos facilmente. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Desnecessário dizer que temos acesso a certas coisas em Houston que não tínhamos em Madrid, e essas são as coisas de que precisamos na nossa situação atual, que é muito diferente. Falando &lt;i&gt;grosso modo&lt;/i&gt;, quando mudamos para Houston, elevamos nosso padrão de vida em um ponto, numa escala de dez, em relação aos nossos anos &lt;st1:personname productid="em Madrid. O" st="on"&gt;em Madrid. O&lt;/st1:personname&gt; que &lt;i&gt;não &lt;/i&gt;se elevou foi a nossa sensação geral de contentamento e bem-estar. Se somos mais felizes hoje (e somos), não tem nada a ver com o padrão de vida mais elevado. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Gastar mais certamente faz você ter mais, mas não lhe dá necessariamente mais do que você &lt;i&gt;quer&lt;/i&gt;. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://largue.rg3.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1676925774512480051-8806098541319009304?l=alemdacivilizacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/feeds/8806098541319009304/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1676925774512480051&amp;postID=8806098541319009304' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/8806098541319009304'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/8806098541319009304'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/2008/07/padres-de-vida-madrid-houston.html' title='Padrões de vida: Madrid — Houston'/><author><name>Janos Biro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-aLCTf2EJ9cA/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAABLI/lmGJlIrO-tE/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1676925774512480051.post-6810755803446100477</id><published>2008-06-29T16:53:00.001-03:00</published><updated>2008-06-29T16:57:19.585-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='3. O caminho oposto ao das pirâmides'/><title type='text'>Padrões de vida: Chicago — Madrid</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.lepanto.com.br/Imagens/MadridFUL.bmp"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px;" src="http://www.lepanto.com.br/Imagens/MadridFUL.bmp" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Quando Rennie e eu mudamos de Chicago para Madrid, reconhecemos vagamente que estávamos baixando o nosso padrão de vida, mas nossa intenção não era tornar-nos inofensivos, nem reduzir nosso impacto sobre o planeta. Estávamos fazendo aquilo para reduzir as despesas enquanto eu trabalhava num livro que acabaria se transformando em &lt;i&gt;Ismael&lt;/i&gt;. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Para você ter uma idéia da diferença, &lt;st1:personname productid="em Santa F￩" st="on"&gt;em  Santa Fé&lt;/st1:personname&gt;, que fica perto de Madrid, você literalmente não conseguiria comprar uma garagem em estado precário para um carro por menos de oitenta mil dólares nessa época. Em Madrid, conseguimos comprar um prediozinho muito legal na rua principal da cidade e que era ao mesmo tempo residência e venda, com estoque e tudo, por trinta mil dólares. Mesmo por esse preço, não tenho certeza de que o teríamos comprado se não fosse uma circunstância que nos servia como uma luva. Essa circunstância era o fato de estar situado na rua principal da cidade e tão perto de todos os recursos urbanos (mesmo modestos), que podíamos ir a pé até eles. Nesses aspectos, era exatamente como a nossa residência anterior de Chicago, que ficava na Lake Shore Drive, onde — a pé — tínhamos acesso a todos os recursos urbanos da região de Belmont Harbor — New Town. Quando saímos de Chicago e mudamos para Madrid, conseguimos ter &lt;i&gt;mais &lt;/i&gt;do que precisávamos na época &lt;i&gt;baixando &lt;/i&gt;o nosso padrão de vida. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://largue.rg3.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1676925774512480051-6810755803446100477?l=alemdacivilizacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/feeds/6810755803446100477/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1676925774512480051&amp;postID=6810755803446100477' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/6810755803446100477'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/6810755803446100477'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/2008/06/padres-de-vida-chicago-madrid.html' title='Padrões de vida: Chicago — Madrid'/><author><name>Janos Biro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-aLCTf2EJ9cA/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAABLI/lmGJlIrO-tE/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1676925774512480051.post-5947878858996422598</id><published>2008-06-25T19:39:00.001-03:00</published><updated>2008-06-25T19:46:22.108-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='3. O caminho oposto ao das pirâmides'/><title type='text'>Padrões de vida</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://ucexchange.uchicago.edu/interviews/sahlins.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px;" src="http://ucexchange.uchicago.edu/interviews/sahlins.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;O antropólogo Marshall Sahlins escreveu: “O povo mais primitivo do mundo tem poucos pertences, &lt;i&gt;mas não são pobres&lt;/i&gt;. A pobreza não é uma certa quantidade — pequena — de bens, nem apenas uma relação entre meios e fins: é, sobretudo uma relação entre pessoas. Pobreza é um &lt;i&gt;status &lt;/i&gt;social. Como tal, é uma invenção da civilização”. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Rennie, minha mulher, e eu descobrimos essa grande verdade por experiência própria durante a década de 1980, nos sete anos que passamos em Madrid, uma aldeia situada nas montanhas da região central do México. Vivendo frugalmente de uma pequena herança, eu trabalhava no livro que um dia se transformaria &lt;st1:personname productid="em Ismael. Durante" st="on"&gt;em &lt;i&gt;Ismael. &lt;/i&gt;Durante&lt;/st1:personname&gt; essa época, éramos pobres de acordo com os padrões de vida comuns, mas éramos simples, de acordo com os padrões de Madrid. Nessa época, &lt;i&gt;todos &lt;/i&gt;eram pobres em Madrid — por conseguinte, &lt;i&gt;ninguém &lt;/i&gt;era pobre. A renda &lt;i&gt;familiar &lt;/i&gt;média de Madrid talvez girasse em torno de três mil dólares — muito abaixo da média do nível de pobreza dos Estados Unidos —, mas não havia pobres &lt;st1:personname productid="em Madrid. Ningu￩m" st="on"&gt;em Madrid. Ninguém&lt;/st1:personname&gt; se orgulhava de ser pobre, nem de viver “com simplicidade”. Todos se orgulhavam de sua independência, de seu engenho, de sua aquisição de qualificações necessárias e, sobretudo, de fazer o que &lt;i&gt;queriam &lt;/i&gt;fazer. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Quem visitava Madrid (sem dúvida alguma, como quem visitava os bastidores do circo) provavelmente tinha a impressão de que era uma espécie de “região deprimida”. Na verdade, nunca vivi numa região menos deprimida! &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://largue.rg3.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1676925774512480051-5947878858996422598?l=alemdacivilizacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/feeds/5947878858996422598/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1676925774512480051&amp;postID=5947878858996422598' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/5947878858996422598'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/5947878858996422598'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/2008/06/padres-de-vida.html' title='Padrões de vida'/><author><name>Janos Biro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-aLCTf2EJ9cA/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAABLI/lmGJlIrO-tE/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1676925774512480051.post-332703825043328132</id><published>2008-06-19T18:40:00.001-03:00</published><updated>2008-06-19T18:47:37.298-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='3. O caminho oposto ao das pirâmides'/><title type='text'>Uma proposta equivocada: “abrir mão” das coisas</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://manuelalves.files.wordpress.com/2007/02/155631.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px;" src="http://manuelalves.files.wordpress.com/2007/02/155631.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Apesar de todos os indicadores de miséria com que convivemos — a crescente desintegração social, vício em drogas, criminalidade, suicídio, doenças mentais, maus-tratos e abandono de filhos e cônjuges, racismo, violência contra as mulheres etc. —, a maioria dos membros da nossa cultura está inteiramente convencida de que o nosso modo de vida simplesmente não pode ser melhorado por nenhum meio, qualquer que seja. Adotar algo diferente teria, portanto, de ser uma queda, um ato de sacrifício. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Muito tipicamente, quando me fazem perguntas sobre o futuro, querem saber se realmente acredito que as pessoas estarão dispostas a “abrir mão” das coisas maravilhosas que temos pelo simples privilégio de evitar a extinção. Quando falo, como fiz em &lt;i&gt;Ismael&lt;/i&gt;, de “viver uma outra história”, parecem imaginar que estou propondo uma espécie de meia vida miserável de pobreza voluntária, em que usaremos roupas de saco de aniagem e cinzas na cabeça em expiação por nossos pecados ambientais. Têm certeza de que viver de uma forma sustentável significa “abrir mão” de coisas. Não lhes ocorre que viver de forma INsustentável também significa abrir mão de coisas, de coisas muito preciosas como segurança, esperança, despreocupação e de estar livre da ansiedade, do medo e da culpa. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Quando tiver dúvida, pense no circo. As pessoas nunca fogem com o circo para &lt;i&gt;renunciar &lt;/i&gt;a alguma coisa. Fogem com o circo para &lt;i&gt;ganhar &lt;/i&gt;alguma coisa. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://largue.rg3.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1676925774512480051-332703825043328132?l=alemdacivilizacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/feeds/332703825043328132/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1676925774512480051&amp;postID=332703825043328132' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/332703825043328132'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/332703825043328132'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/2008/06/uma-proposta-equivocada-abrir-mo-das.html' title='Uma proposta equivocada: “abrir mão” das coisas'/><author><name>Janos Biro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-aLCTf2EJ9cA/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAABLI/lmGJlIrO-tE/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1676925774512480051.post-294970571192104739</id><published>2008-06-14T19:10:00.001-03:00</published><updated>2008-06-14T19:17:36.662-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='3. O caminho oposto ao das pirâmides'/><title type='text'>Além da organização hierárquica</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www1.istockphoto.com/file_thumbview_approve/5241433/2/istockphoto_5241433_eco_team.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px;" src="http://www1.istockphoto.com/file_thumbview_approve/5241433/2/istockphoto_5241433_eco_team.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Toda civilização surgida no decorrer da história humana foi uma civilização hierárquica. Aquilo que chamamos de “civilização” anda de mãos dadas com a hierarquia — &lt;i&gt;significa &lt;/i&gt;hierarquia, &lt;i&gt;requer &lt;/i&gt;hierarquia. Os motivos que levam a isso dariam um estudo fascinante — mas, repito novamente, não é um estudo para mim. Para mim basta saber que é assim. Você pode ter uma hierarquia sem civilização, mas não pode ter civilização sem hierarquia; pelo menos, nunca tivemos — nem uma única vez, em lugar nenhum, em dez mil anos de construção de civilizações. Para termos uma civilização, precisamos de uma sociedade hierárquica. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Portanto, ir além da civilização significa ir além da organização hierárquica. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Ir além da civilização significa destruir a civilização? Claro que não. Por que deveria significar? &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;Todos os dedicados construtores de pirâmides devem apegar-se à civilização. O resto de nós só quer uma outra coisa, e está mais que na hora de tê-la. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;http://largue.rg3.net&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1676925774512480051-294970571192104739?l=alemdacivilizacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/feeds/294970571192104739/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1676925774512480051&amp;postID=294970571192104739' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/294970571192104739'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1676925774512480051/posts/default/294970571192104739'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://alemdacivilizacao.blogspot.com/2008/06/alm-da-organizao-hierrquica.html' title='Além da organização hierárquica'/><author><name>Janos Biro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-aLCTf2EJ9cA/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAABLI/lmGJlIrO-tE/s512-c/photo.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry></feed>
